Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Caneca de Letras

Caneca de Letras

03
Jul19

Um Artista Português?

Filipe Vaz Correia

 

António Costa é um artista, dos bons, com arame e barra na mão se equilibrando, sem tremer, no fio de arame.

Esta eleição para os lugares de topo do União Europeia, trouxe na verdade uma derrota para Costa e os Socialistas que desejavam alterar o balanço de forças na hierarquia Europeia.

Bem...

Falhou!

Ursula Van Der Leyen como Presidente da Comissão Europeia ou Christine Lagarde como Presidente do Banco Central Europeu são alertas preocupantes e derrotas confirmadas para Costa e os seus intentos.

Assim quando se esperava que esta fosse a tónica da notícia, Costa muda o cenário, deixa cair o convite que recebeu, enfatiza a recusa, dá palavra à promessa feita aos Portugueses.

Os jornalistas vão atrás, confirmam a história...

E da derrota Europeia, Costa muda a realidade, chegando a esta Lusa Pátria como o Primeiro-Ministro que preferiu o País ao "el dorado" Europeu.

Não é de artista?

Um artista Português...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

21
Mai19

Europeias: O Início Do Fim?

Filipe Vaz Correia

 

Os dias por esta Europa avistam-se cinzentos, por entre radicalismos e extremismos, cada vez mais anunciados nestas eleições no Velho Continente.

Há muito que a Europa e por consequência a União Europeia perdeu o rumo que prometia ser risonho aquando da sua fundação, perdidos por entre descontentamentos e dificuldades, manifestações e populismos.

Os Euro Cépticos ganham força e expressão nas sondagens que se afiguram como um retrato dos votos da população Europeia, desde a França até Itália, de Budapeste a Viena, de Espanha até Praga...

Tantos caminhos e lugares, todos eles submersos numa insatisfação guardada entre os efeitos de uma austeridade bacoca e o afastamento daqueles que sendo eleitos cada vez mais estão distantes daqueles que os elegeram.

Há décadas atrás, aquando da queda do Muro de Berlim, começava uma Era diferente nesta Irmandade das Nações Europeias e o projecto até então construído, via aparecer as primeiras brechas nesse destino sonhado.

A inclusão dos Países do bloco do Leste, atrasados em todos os sentidos em relação àqueles que já faziam parte da antiga CEE, vieram com a sua integração, mal preparada, acrescentar dificuldades que se tornaram gritantes forjas de sentimentos Nacionalistas, assim como, de uma crescente ideia de desagregação Europeia.

Por dentro, lentamente, aqueles Euro Cépticos eleitos foram criando uma retórica populista capaz de enfraquecer o espírito Europeu, coadjuvados por políticas de Austeridade que puniram as populações, incapazes de compreender as rupturas nesse futuro prometido.

O Tratado de Lisboa, como não recordar o trabalho do sempre nefasto José Sócrates, acabou por pressionar e acrescentar tensão ao já de si problema Europeu.

O Brexit foi apenas uma consequência desse labirinto de insatisfação.

O que nos espera nestas eleições Europeias é um maior número de representantes Cépticos em relação à construção Europeia, caminhando no sentido da sua implosão.

Este desabafo Canequiano reflecte o receio dos que acreditando num futuro de uma Europa Unida, se apercebem da cada vez menor capacidade deste projecto encontrar um porto seguro.

E podem acreditar que ninguém sairá bem deste ruir do projecto Europeu.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

28
Mar19

A "Louca" Crise Do Brexit...

Filipe Vaz Correia

 

A crise do Brexit está ao rubro, prometendo arrastar a União Europeia para este limbo Britânico que amarra Milhões de Almas a este inferno.

O Parlamento Inglês, caminha decisão após decisão para esta, incerta, certeza de um desastre anunciado...

Explanado desde o dia do tão famigerado Referendo, construido com base em incompetências e falsidades.

Incompetência de quem o convocou, senhor Cameron, e falsidades entrelaçadas a personagens como Farage ou Boris Jonhson.

Parece claro que, neste momento, muitos dos que votaram a favor deste Brexit acordaram para a terrível desesperança que esta saída poderá representar...

E ninguém mais do que os Britânicos irão pagar essa factura.

No meio deste desordenado Brexit, poderemos estar aqui a falar, muito provavelmente, do fim do Reino Unido, tal como o conhecemos, pois será certamente incapaz de lidar politicamente com a insatisfação dos Norte-Irlandeses ou dos Escoceses.

Já para não falar desse outro País, de seu nome, "Londres".

Para piorar a situação, Inglaterra tem como "líder", expressão inadequada, Theresa May, numa mistura explosiva de incompetência e desastre.

Nesta selva política, fonte de populismos e ignorância, talvez só um segundo Referendo pudesse clarear opções, trilhar rumos, buscando soluções para tamanho labirinto.

O que sobra, por entre adiamentos e ameaças, acordos falhados e vociferaria, será o destino de Ingleses e Europeus, num futuro ameaçado por sombrias decisões.

A partir daqui se irá escrever a História de uma nova Inglaterra, numa nova Europa, num desatinado tempo, cada vez mais escasso, nessa desperançosa vontade de recuperar o que parece esquecido...

O bom-senso.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

16
Jan19

Stop Brexit... E Agora?

Filipe Vaz Correia

 

O Parlamento Britânico rejeitou o acordo para a saída do Reino Unido da União Europeia.

De nada adiantaram as dramatizações, as ameaças, os gritos e as "lágrimas" de Theresa May e seus apoiantes, deixando agora questões inadiáveis em cima da "Coroa".

May estará irremediavelmente encurralada, por um lado com a moção de censura apresentada pelos Trabalhistas e por outro com aqueles que dentro do Partido Conservador, esperam apenas pelo momento certo para "decepar" a sua liderança.

Aumenta assim a esperança, daqueles que sonham com um novo referendo, amarrados a esta "real" rejeição , tão esperada como surpreendente.

Esperada porque era evidente o desagrado crescente, na Sociedade Britânica, com este Brexit, por muitos dos que nele votaram, "enganados" pelos populistas gritos da dupla Farage e Boris...

Surpreendente, pois parece inacreditável a forma amadora e principiante como a Primeira-Ministra Theresa May guiou este processo, carregado de tropeços e armadilhas.

Mas o problema subsiste...

Um problema para o Reino Unido e para a União Europeia, para o futuro dessas economias e da sua estabilidade.

Por tudo isto é caso para questionar:

Stop Brexit...

E agora?

 

 

Filipe Vaz Correia

 

27
Nov18

11 De Dezembro: Brexit ou Therexit?

Filipe Vaz Correia

 

Está escolhida a data para a votação do Brexit no Parlamento Britânico...

Mais do que saber se o Reino Unido levará a cabo este acordo com a União Europeia, saberemos se a Primeira-Ministra Theresa May sobreviverá a tamanha prova de fogo.

Saberemos se teremos ou não...

"Therexit"!

Olhando para toda a turbulência provocada por este principio de acordo, atrevo-me a dizer que muito dificilmente ele passará no Parlamento, contando com a certa rejeição dos Trabalhistas mas também com uma alta taxa de reprovação entre os Conservadores que são a base de apoio da actual Primeira-Ministra.

Dentro desta equação, teremos de juntar os Unionistas da Irlanda do Norte, uma espécie de reserva que dá vida a este Governo e que já alertou para o desagrado provocado por esta solução de Theresa May.

Muitos acalentam a esperança de um novo Referendo, realidade cada vez mais distante, por clara escassez de tempo.

Neste impasse vivido em terras de Sua Majestade, não me parece que seja esta a solução capaz de unir o futuro Britânico, antes pelo contrário...

Poderá implicar a independência da Escócia e o fim de um projecto liderado por May, abandonada ao seu destino, por um ideal que não tinha inicialmente defendido, ao invés de Boris ou Farage.

Dia 11 de Dezembro, não sei se o Parlamento votará o Brexit mas creio que decretará o "Therexit".

Sem dúvida.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

03
Jul17

Donald Trump: A Europa e o Mundo!

Filipe Vaz Correia

 

Nunca pensei escrever tal coisa mas parece-me factual que a eleição de Donald Trump significou para a Europa uma oportunidade, algo positivo, importante, determinante...

A Presidência Americana, envolvida numa espécie de jardim infantil desde que Trump foi eleito, tem perdido preponderância e influência no mundo devido às atitudes irrefletidas desta administração, desvirtuando assim, aquele sentimento de admiração com que muitos Países olhavam para a terra das oportunidades.

Este impasse Americano, assustou inicialmente muitos dos seus aliados, muitos dos que se habituaram a olhar para os Estados Unidos como o País líder das democracias, da suposta liberdade democrática, no entanto, este facto aliado ao tão temido Brexit, não provocou as radicalizações esperadas nas eleições subsequentes no continente Europeu...

Os extremos não venceram em Espanha ou França, não aglutinaram na Holanda ou até mesmo na diminuta vitória, de uma nova radical envergonhada, como a Senhora May.

A Europa e a União Europeia começaram a mudar, entendendo provavelmente que esta seria a única forma de poder travar os extremismos e os errantes sinais vindos do outro lado do Atlântico...

Até a China demonstrou com a sua posição de força, após o abandono Americano do acordo de Paris, entender o seu papel neste novo cenário e também ela aproveitar a falta de comparência que advém da inoperância de pensamento de um Presidente mais interessado em entreter do que em governar.

Assim neste inovador momento geopolítico, um lado positivo parece se impor por entre as piadas e gaffes de Donald Trump:

A esperança de uma Europa mais unida, mais interventiva, melhorando efectivamente aquilo que parece a América ter abandonado...

A realidade!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

16
Jun17

Auf Wiedersehen, Senhor Kohl...

Filipe Vaz Correia

 

Morreu Helmut Kohl, o antigo Chanceler da Alemanha, o Pai da Reunificação das duas Alemanhas:

RFA e RDA.

O histórico líder da CDU, retirado há alguns anos da vida política, marcou indelevelmente o trajeto do seu País e de todo o continente Europeu, através do seu papel na construção Europeia, do seu projeto político e económico...

Contemporâneo de nomes como Margaret Thatcher, François Mitterrand, Felipe Gonzalez, Ronald Reagan ou Mikhail Gorbachev, Helmut Kohl viveu e interveio numa época de desenvolvimento e mudança, de esperança num futuro com que todos ansiavam.

Uma época de estadistas por essa Europa a fora, de políticos capazes de intervir sem demagogia, de inovar sem destruir, de caminhar sem deixar ninguém para trás, de aglutinar sem muros ou separações...

Pensar em Helmut Kohl, é sonhar com esse futuro prometido e que na verdade tarda em chegar mas é também manter a crença de que será possível regressar a esse pensamento construtivo, para uma Europa mais forte e menos dividida.

Por tudo isto e talvez por muito mais que desconheço, um sentido obrigado, a um estadista que aprendi a admirar e acima de tudo, respeitar.

Porque um político sem ideias, sem ideais, como se observa actualmente com Theresa May, pode vencer eleições mas nunca terá um legado para respeitar.

Auf Wiedersehen, Herr Kohl.

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

24
Mai17

Centeno: O Ronaldo Do Ecofin!

Filipe Vaz Correia

 

Se alguém escrevesse há um ano atrás que Wolfgang Schauble algum dia diria que o Ministro das Finanças, desse Governo extremista Português, era o Ronaldo das finanças, certamente que seria trucidado por todos.

E não é que um ano e tal depois de tomar posse, os números do deficit apresentados, aliados à trajetória do crescimento do PIB e até os pagamentos antecipados ao FMI, descrevem uma reviravolta nesse triste fado imaginado para o nosso Portugal...

Mário Centeno emerge neste panorama, como o craque que faz a diferença, a mente brilhante por trás do plano e que o executa de forma magistral, como se de um remate à meia volta, do nosso CR7, se tratasse.

Já todos se esqueceram dos SMS, a Direita inclusive, pois o que importa ressalvar é a enormíssima vitória que Portugal tem granjeado por estes dias de elogios e celebração...

Sendo um conservador, sempre olhei para este Governo com desconfiança, apesar de não suportar a espécie de Tea Party rezingão em que Passos Coelho transformou o PSD, no entanto, tenho de admitir que estou deveras surpreendido com o trajeto desta Governação.

Uns dirão que foi mérito ou trabalho e outros ainda que foi sorte, em qualquer um dos casos, parece-me muito bem...

Se foi trabalho, visão ou mérito então extraordinário, comprovando aquilo que sempre me pareceu, pois nunca percebi este caminho de alternativa única, perpetrado pelo anterior Primeiro Ministro, no entanto, se foi sorte melhor ainda, pois nada melhor do alguém com sorte para assegurar um futuro auspicioso.

Dir-me-ão que a sorte não dura para sempre, no entanto, existem outros provérbios que podem desmentir esse mesmo dito popular:

A sorte protege os audazes, por exemplo.

Ou mesmo, a fortuna histórica do intemporal Gastão, personagem da Disney, que certamente nunca seria envolvido nestas coisas do deficit excessivo.

Assim desfrutemos de um Ministro das Finanças que aparentemente sabe fazer contas e se na verdade, até Wolfgang Schauble o diz, quem somos nós para contrariar...

Se o País estava na moda com um Ronaldo, imaginemos agora com dois.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

22
Mai17

Portugal: O País Das Maravilhas...

Filipe Vaz Correia

 

Portugal está mesmo na moda, até em Bruxelas, local onde há muito tempo não se via um comportamento tão otimista em relação a este nosso querido País.

Depois de vencer o Euro de Futebol, o País rendia-se ao optimismo improvável do destino lusitano, no entanto, não ficámos somente por essa alegria, nos tempos seguintes baixámos o malfadado Déficit para 2%, muito melhor do que os 2.5% exigidos pela União Europeia, o desemprego baixou consideravelmente e a economia arrancou em definitivo...

O turismo no ano 2016 conheceu o melhor resultado da sua história, sendo que os primeiros indicadores deste ano, apontam para um resultado ainda melhor para 2017, no meio de tudo isto, tivemos em Fátima o Papa Francisco e a vitória do nosso Salvador na Eurovisão, para completar a histeria mundial, que nos coloca nas bocas do mundo digital.

Mas Portugal não parou com estas boas novas e num instante todos se aperceberam que estaria em Lisboa, no Hotel Ritz, Madonna, a rainha da pop que aproveitou uns dias de férias para desfrutar deste paraíso Português e até poderá existir a hipótese, segundo avançam alguns média, de estar a pensar em comprar casa e mudar-se para a nossa bela cidade, seguindo os passos de Monica Belluci ou Eric Cantona...

Imaginem que até andou a informar-se sobre colégios, visitando o Liceu Francês.

E assim quando tudo parecia perfeito, Bruxelas resolve intrometer-se, talvez enciumada com tamanha atenção alheia, e num momento histórico propõe retirar Portugal do procedimento de deficit excessivo em que o País se encontrava há quase 8 anos.

Os Deuses devem estar loucos...

Os pais da obra, os tios e padrastos, todos acorreram em busca de um microfone para registar para a posteridade a sua participação neste extraordinário dia...

E assim com Portugal na moda ou bafejado por uma fortuna divina, como preferirem, de uma coisa podemos todos estar certos:

Não há povo como o nosso, nem triste fado que sempre dure...

Viva Portugal!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

15
Abr17

Eleições Francesas Ou Um Referendo Europeu?

Filipe Vaz Correia

 

As eleições Francesas aproximam-se e fica mais claro do que nunca, depois da campanha eleitoral, que estas eleições são essencialmente, um referendo à Europa, ou seja, ao sistema que suporta a União Europeia.

Dos Candidatos principais que se apresentam à primeira volta das eleições, apenas um é europeísta e defende os valores subjacentes a esse mesmo pensamento...

Vejamos, François Fillon, cercado por um escândalo sem precedentes, sentiu a necessidade de radicalizar ainda mais o seu discurso, dando maior ênfase ao seu lado céptico em relação à U.E., afastando se do lado mais tradicionalista e conservador Francês, que sempre apoiou o caminho Europeu, como única alternativa.

Marine Le Pen, demagoga e populista, extremista por convicção, vai mais longe nos seus ideais, deixando mesmo claro, que a destruição do habitual sistema Europeu é um dos seus objectivos, tentando resgatar num mundo global, a autonomia da república, solitária e senhora dos seus destinos.

Mélenchon, um homem de extrema esquerda, que busca nestas eleições a legitimação da sua visão para uma França, que com ele, também se afastaria de uma construção europeia, fazendo crer que esta traz consigo mais defeitos, do que as virtudes necessárias à construção dessa sociedade igualitária de que tanto fala.

Sobra Macron, um centrista, o único que sem vergonha se amarra aos valores da U.E., como seus, assinalando a importância dos mesmos e fazendo crer que será por esta via que a França encontrará as soluções para os seus adiados problemas.

É Emmanuel Macron, na verdade o único que verdadeiramente se comporta, como herdeiro de Mitterrand, Chirác ou Delors, independentemente, das suas famílias políticas de origem. 

É neste ponto que se encontram os Franceses e as suas escolhas, divididos por tamanhos desafios e duvidas, que provavelmente só se desvanecerão na segunda volta destas eleições.

Europa ou um desconhecido caminho, esta será a questão com que todos os eleitores se terão de confrontar e que certamente fará estremecer as fundações dessa vagarosa União Europeia, que duvido consiga resistir a um novo Brexit, disfarçado de eleições.

 

 

 

Filipe Vaz Correia

 

  

Mais sobre mim

foto do autor

Comentários recentes

  • Sofiazita

    Eu sou benfiquista mas não ligo nada de nada ao fu...

  • Sofiazita

    Ui ui ui ui,fiquei super espantada com esta notíci...

  • Teresa

    Guiarão? Como se não se tivesse já passado o abism...

  • Filipe Vaz Correia

    Meu caro Anónimo...Portanto diZ que se descermos p...

  • Anónimo

    Eleições?!? Mas o Varandas não foi eleito democrat...

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Calendário

Janeiro 2020

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031

Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D