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Caneca de Letras

Caneca de Letras

19
Jul19

Trump E Bolsonaro: Embaixadores Para A Troca!

Filipe Vaz Correia

 

Bolsonaro quer colocar o seu filho como Embaixador do Brasil nos Estados Unidos...

Donald Trump quer colocar o seu filho como Embaixador Americano no Brasil.

Qual é o problema?

Em primeiro lugar nós, Portugueses, deveríamos ser proibidos de nos pronunciarmos sobre casos de family gate, no entanto, é tentador o tema...

Julgo que este intercâmbio é previsível, tendo em conta os intervenientes, compreensível tendo em conta os valores regentes na estrutura, hoje, existente nesses países.

Tenhamos como exemplo o genro de Trump e o seu papel no panorama Israel-Palestina, com a sua impreparação para o cargo como pano de fundo.

São novos tempos, tempos inesperadamente inspiradores no palco político Mundial, sendo que não podemos deixar de salientar cada pedaço desta trama, cada sinal prepotente de faustosos "ditadores".

Trump e Bolsonaro são pavões impreparados, inquisidores sem causa, capazes de se aproveitarem dos seus cargos para usufruto pessoal...

Para eles e para os seus.

As sociedades que os sustentam terão de compreender este facto para que possam desmascarar o que se esconde por trás destes homens.

Poderá demorar algum tempo mas casos como estes, ajudarão a desmascarar as estruturas que sustentam estes políticos.

Enfim...

Quem quer ser o próximo Embaixador?

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

24
Jun19

Well Done, Mr. Trump!

Filipe Vaz Correia

 

Obrigado Donald...

Tantas vezes escrevi demonstrando o que me separa de Mr. Trump, no entanto, não posso deixar de escrever para o elogiar.

A decisão de não levar em frente o ataque preparado contra o Irão é uma decisão que saúdo, salientando esse seu lado "Humano" que desconhecia, desconfiando que também o meu caro se tenha surpreendido.

150 pessoas bastaram para o fazer recuar, mesmo contra a opinião de alguns dos seus conselheiros, evitando assim esse estimado número de Assassinatos.

Muito bem, caro Donald!

O caríssimo Presidente Trump adiantou ainda que tem amigos Iranianos e que existe por lá gente boa, uma constatação que se aceita e até se pode compreender...

Talvez podendo estender essa afirmação e fé a mais alguns pontos do globo.

Mas enfim...

Muitos desconfiam da história, desta narrativa para explicar este recuo Americano, no entanto, para mim isso é irrelevante.

Trump recuou e fez bem...

E cá estou para o elogiar.

Mas não se habitue meu Caro pois já tenho aqui uma ou outra linha preparada para escarnecer de si.

Por enquanto...

Well Done, Mr. President!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

14
Jun19

John Stewart: O Comediante Que Virou Estadista...

Filipe Vaz Correia

Quando, por estes tempos, a minha crença diminui em relação a esse imenso País, Estados Unidos Da América, existe sempre algo ou alguém que me recorda porque razão tanto me inspira a cultura Americana.

Mesmo com Trump, com essa espécie bacoca e boçal de pensamento, perdoem-me pela palavra pensamento, sobrevive na estrutura Institucional ou na sociedade Americana uma força maior que contagia, enobrece, recorda a todos os valores maiores que importa resguardar.

John Stewart, o comediante que durante anos apresentou o Daily Show, apresentou-se diante do Congresso num gesto resgatador de uma certa dignidade, por vezes perdida nos meios políticos, nos bastidores da alta roda política.

As palavras de John Stewart desmascarando os Congressistas ausentes e ao mesmo tempo dando voz aos esquecidos socorristas do 11 de Setembro, muitos deles moribundos, esventrados pelo cancro em virtude das suas acções heróicas nesse dia, abanaram os alicerces apodrecidos de um hipócrita Status Quo sediado em Washington.

Aprovar cortes nos apoios e pensões destes homens, em nome de orçamentos ou planos económicos da Nação, é o espelho final de uma sociedade desmemoriada e desprovida de valores.

As palavras de Stewart emocionaram-me, tocaram o meu sentir, num misto de indignação e orgulho, de revolta e contentamento.

Nada está ou estará perdido com exemplos como este, com gente que se levanta e grita não perante os abusos perpetrados por uma pequena elite, canalha, ridícula e sem dimensão para representar a Nação.

Os medíocres de hoje que não respeitam os heróis de ontem, nem se interessam por construir um futuro melhor.

Sem humor mas igualmente brilhante, John Stewart ousou nos recordar que vale sempre a pena lutar, sem medo, por aqueles que, de entre nós, foram especialmente maiores.

Thank You!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

22
Mai19

Não Se Esqueçam Da Paciência Do Chinês

Filipe Vaz Correia

 

Esta batalha comercial entre os Estados Unidos e a China conheceu mais um capítulo, envolvendo a Huawei e a Google, em mais um episódio na escalada de sanções que acrescentam incerteza no quotidiano empresarial Mundial.

Todos parecem seguros em afirmar que a economia Chinesa se irá ressentir destas medidas, no entanto, tenho as mais sinceras dúvidas sobre essa incerta certeza.

É certo que no curto prazo, apontando a esta medida concreta que envolve a Huawei, este constrangimento poderá atingir o centro da indústria tecnológica Chinesa, porém acredito que a resposta será, a seu tempo, surpreendente.

A cultura Chinesa, Milenar, habituou-se a ultrapassar vários desafios, tempos Imperiais ou Revoluções sanguinárias, adaptando-se ao longo dos séculos a novos cenários ou contratempos.

Acredito que este será mais um...

Desenvolver com sucesso um sistema que possa rivalizar com o Android, será talvez o maior desafio dos tempos modernos, no campo económico ou industrial que a Sociedade Chinesa enfrentará, no entanto, servirá também para cerrar fileiras no campo sentimental, carregado de um orgulho Nacionalista que certamente diminuirá em muito a influência de várias marcas Americanas naquele território.

Uma batalha que arrastará a Europa e os seus mercados para tempos nublosos, obrigando a posicionamentos cautelosos e ponderados.

Na minha opinião é cedo para decretar vencedores ou cantar vitória como parecem fazer alguns analistas bacocos, deixando-se inebriar pelos tweets pejados de fanfarronice do sempre enérgico Donald Trump.

Importa recordar aquela expressão...

"Paciência de Chinês!"

O tempo e a História se encarregarão de nos recordar o desfecho de tão arriscada batalha.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

29
Dez18

Uma Nova Corrida Ao Nuclear?

Filipe Vaz Correia

 

Vladimir Putin gritou para o mundo que a Rússia detinha uma nova arma nuclear...

Um míssil intercontinental, capaz de fintar qualquer sistema de defesa existente.

Este é um "presente" de ano novo, dado ao Povo Russo, segundo as palavras do Presidente Putin, amargurando aqueles que julgavam ultrapassada a Guerra Fria e com isso a corrida ao armamento nuclear.

No entanto, olhando para o mapa Geopolítico, será importante não esquecer um novo "player", neste horror bélico que ameaça o futuro da Humanidade...

A China e o seu imponente exército.

Desde a chegada de Donald Trump à Sala Oval, trazendo consigo trapalhadas e incompreensíveis decisões, como a saída do acordo de Paris, "alterações climáticas", assim como, a sua retórica em relação ao tema nuclear, seria expectável uma nova "vida", na busca por novos tipos de armamento.

Algo que parecia garantido, o desmantelamento dos arsenais nucleares, ao longo do tempo, foi sendo negligenciado, cedendo o mundo a essas retóricas populistas que começaram a vencer em vários cantos do mundo,  permitindo o renascimento de ideais extremamente perigosos.

Para onde caminhamos?

Uma questão inquietante que se afigura de difícil resposta, entrelaçada por entre desmandos belicistas, ameaças e populismos.

Começou uma nova corrida ao nuclear?

O mundo espera respostas...

Preocupantes respostas.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

06
Dez17

Trumpalhadas Em Jerusalém!

Filipe Vaz Correia

 

Os Estados Unidos anunciaram, através do seu Presidente, Donald Trump, que irão reconhecer Jerusalém como Capital do Estado de Israel...

Trump avançou ainda, que irá mudar a Embaixada Americana de Telavive para Jerusalém, causando estupefacção no mundo, incrédulo perante a imensa estupidez de tal decisão política.

Trump é errante no pensamento, na estratégia, na vulgar forma como se comporta, por entre Tweets e disparates, no entanto, esta atitude poderá mesmo ser aquela que trará maiores consequências negativas, para um mundo carregado de problemas...

O Médio Oriente, terreno fértil de conflitos, há muito que vive num caldeirão em ebulição, pejado de mortes e guerrilhas, de ódios e enganos.

Trump ao tomar esta decisão, retira neutralidade aos Estados Unidos, esvaziando assim, qualquer papel de mediador, que ainda pudesse restar à diplomacia Americana.

O discurso de Donald Trump, utilizando varias vezes a palavra paz, indica mesmo que o Presidente Americano estará longe, protegido pela sua grotesca ignorância, de se aperceber o quão impossível será promove-la, depois de tudo isto.

Jerusalém é Terra Sagrada para três grandes religiões, Cristãos, Muçulmanos e Judeus, Terra Santa que acaba por justificar não só misticismo da questão, assim como, a prudência de todos os políticos,ao longo dos tempos, em relação a esta cidade.

Não me surpreenderia nada, que estas palavras servissem de justificação para uma nova Intifada, a terceira, dando pretextos aos radicais do Hamas, para regressarem à luta armada, sem deixar espaço para futuras negociações de Paz.

Infelizmente para aquela região, parece que a instabilidade regressará, assim, mais intensa do que nunca...

Geostrategicamente este será um imenso tiro no pé dos Estados Unidos, cada vez mais ridicularizado e isolado na Política Mundial...

E assim se explica, se conta, mais uma Trumpalhada do Presidente dos Estados Unidos...

Uma Trumpalhada em Jerusalém.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

08
Nov17

Um Ano Após Donald Trump, Estamos Todos Vivos!

Filipe Vaz Correia

 

Um ano de Trump e o mundo resistiu...

O céu não desabou, nem eclodiu nenhum desastre nuclear...

Por enquanto.

Donald Trump inundou o planeta de tweets, de discursos desconexos, de falsas verdades, ou como se chamava no meu tempo, mentiras.

Trump trouxe ainda consigo, um discurso xenófobo, retrogrado, limitativo civilizacionalmente, ignorante de todos os outros pontos de vista...

Este é o homem que apoia a construção de um muro, numa Era em que a Globalização se esforça por quebrar barreiras, é a personagem que aposta na reindustrialização do carvão, algo séc.XIX, num tempo onde as alterações climáticas atingem a preocupação de todo o mundo civilizado.

Depois de um ano, é evidente que Donald Trump será nos dias que correm o Presidente Americano mais impopular de sempre, unindo até Ex-Presidentes Democratas e Republicanos na critica unânime, incapaz de aprovar muita da legislação populista a que se propôs, mesmo contando com maioria no Congresso.

Trump está muito para lá do simples aspecto de Esquerda/Direita, até porque na verdade, nos Estados Unidos não existe uma Esquerda, como existe na política Europeia.

O problema de Trump é a sua inexistente credibilidade, uma gigantesca impreparação para o Cargo, o que inevitavelmente lhe retira apoios, mesmo entre aqueles, que pertencem ao seu partido.

Donald Trump está ainda envolvido num sem número de suspeitas, envolvendo a sua campanha e a Rússia de Putin, que adensam as nuvens que sobrevoam este mandato.

Depois de tantas vezes aqui ter escrito sobre o que me separava de Trump, do discurso, do populismo inerente à figura, tenho que admitir que nada me horroriza mais, do que a boçalidade plasmada em cada palavra, em cada gesto, após cada encenação.

No entanto cá estamos...

Um ano depois de Trump ter chegado à Casa Branca,  surpreendentemente, todos vivos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

05
Set17

O Silêncio...

Filipe Vaz Correia

 

O silêncio da noite entra pela janela da sala, baixinho, silenciosamente discreto, parecendo querer sentar-se perto de mim, sem ser notado...

Esse silêncio que acompanha os meus pensamentos, os anseios reflectidos em meus olhos, meio desabafo da alma, diante da agitação plasmada em cada noticia, a cada ameaça que parece irromper por esse mundo fora.

Crise nuclear ou atrevimento da loucura, fogo e chamas ou esgotamento de um País, protestos e greves ou simplesmente a gritaria sindical...

Tantas e tantas vozes, relatos de angústias e horrores, de receios e temores, de intrigas e suspeitas, tantas e tantas inusitadas ameaças, anunciadas.

E o silêncio da noite, esse silencioso desejo que seduz, que convida a alma a serenar...

Cedo a esse desejo e desligo a televisão, deixando a China e Trump do outro lado da tela mágica, deixo os políticos e os debates calados, mudos.

Serenamente, volto a escrever, desabafar num momento meu, apenas meu, ou seja, tentar reencontrar nesse silêncio um pedaço de esperança.

Porque é apenas isso, que a todos nos resta...

A esperança bem escondida, no silêncio de uma noite qualquer.

Pois é essa esperança que nos torna, Humanos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

31
Mar17

A Imunidade de Michael Flynn e As Bruxas de Donald Trump...

Filipe Vaz Correia

 

O cerco a Donald Trump adensa-se e à estrutura que o acompanhou rumo à Presidência dos Estados Unidos da América...

A investigação levada a cabo pelo FBI, sobre as ligações entre a entourage de Trump e a Rússia de Putin, para concertar estratégias com o propósito de manipular as eleições, começa a dar resultados e mesmo aqueles que ceticamente olhavam para esta possibilidade, vão se calando e aguardando o seu desfecho.

Ninguém parece já questionar o nível de envolvimento do Kremlin em todo este processo, faltando agora compreender até onde foi possível ir, nesta interferência sem precedentes, e o quão concertado com os homens de Trump estava.

O General Flynn, demitiu-se da administração Americana, depois de ter ficado provado, as reuniões que manteve durante a campanha eleitoral com altos quadros Russos, levantando assim a ponta de um icebergue, que talvez possa derrubar o actual Presidente Americano.

Flynn, através dos seus advogados, já veio dizer, que está disponível para falar...

Melhor, deseja falar.

Mas que em contrapartida necessita de garantir uma imunidade neste processo, que o possa resguardar de qualquer crime cometido no decorrer desta história.

Ora bem, só este pedido, já denuncia o que se esconde por trás das palavras não ditas, do General Flynn...

O terramoto que poderá acontecer, aquando dessas revelações, certamente poderá mudar um pouco mais, a percepção das pessoas, do já de si agitado mandato presidencial, deste impreparado Presidente.

Trump acossado e até isolado mesmo no seio do seu partido, como se viu na votação para a substituição do Obamacare, tende a responder sem nexo, através de tweets exasperantes e buscando sem razão as bruxas que na sua mente, o perseguem sem fim...

Talvez com este processo, Trump consiga finalmente perceber, que as bruxas sempre estiveram ao seu lado, falam russo e o levaram até à Casa Branca.

A diferença é que agora já todos o sabem.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

09
Fev17

América: A Perigosa Legitimação do Ódio!

Filipe Vaz Correia

 

Os primeiros dias de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos vieram confirmar os receios de muitos e os anseios de alguns, acerca das suas promessas eleitorais e o seu comportamento pós eleições.

No entanto, quero aqui retirar a parte folclórica da personagem, a parte teatral dos gestos, do tom, da forma, que não considero de somenos importância, apenas não a considero principal questão.

A parte principal deste perigoso caminho está nas palavras, que por estes dias continuaram a trazer ao mundo várias realidades, reconfortantes e assustadoras...

Reconfortantes pela maneira como dentro e fora dos Estados Unidos se tem respondido à política delineada por este grupo de lunáticos que rege os destinos daquele país, desde anónimos a famosos, de jovens e velhos, empresas pequenas ou grandes grupos empresariais ( Google, Amazon, Apple, entre outras), de homens e mulheres, de todos os quadrantes políticos.

Assustadora, pela forma como esta mesma política, nos poderá guiar para uma armadilha sem precedentes, acabando por legitimar aqueles contra quem, tanto combatemos, nos últimos anos.

As palavras do Ayatolla Ali Khamenei, seguem precisamente nesta direcção, de fazer crer aos seus seguidores e aos moderados de todo o mundo muçulmano, que a radicalização do discurso deste novo Presidente Americano, é na verdade, o pensamento intrínseco que sempre guiou os Estados Unidos da América e por conseguinte, todo o ocidente.

É por isto, que é relevante dizer não!

Estas palavras encontram, na realidade eco, nas atitudes irrefletidas de Donald Trump e da sua Administração, carregada de cólera, que não desiste de criar este ambiente de perseguição constante dentro e fora de "muros".

Este perigo de legitimarmos aquilo que mais contestamos nestes radicais, o ódio profundo por aqueles que nos são diferentes, deixará pouca margem de manobra para um dia voltarmos atrás, nesta batalha auto-destrutiva.

Assim hoje, mais do que nunca, aqueles que se levantam para defender o legado Americano, fazem-no em nome de todos nós, ocidentais, e desse passado que importa recordar, é feito de erros, mas também de virtudes inapagáveis, na construção de sociedades plurais e mais fortes.

Calar ou consentir perante os desmandos da Administração Trump, é por isso a legitimação de um discurso de ódio, segregador, e que se transformará numa gigantesca armadilha, que reforçará o discurso das organizações terroristas e seus aliados...

Por isso importa recordar, insistentemente, por esse mundo fora, que a América não se vergará diante daqueles que a querem radicalizar e com isso radicalizar, ainda mais, o mundo.

Citando Churchill:

" A atitude é uma coisa pequena que faz uma grande diferença".

E será essa atitude, essa resistência, que resgatará a América destes dias cinzentos que a assolam.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

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