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Caneca de Letras

Caneca de Letras

11
Jan20

“Depois Não Se Queixem!”

Filipe Vaz Correia

 

Irá Cristina Ferreira candidatar-se à Presidência da República?

Uma notícia veiculada pela revista Visão, onde essa hipótese é aflorada, sendo depois não desmentida pela própria no 5 para a meia-noite de Filomena Cautela.

Claro está que a doce Cristina não veio falar deste assunto numa perspectiva de se candidatar contra o queridíssimo Professor Marcelo, nem nas próximas duas ou três eleições...

A Princesa da Malveira tem contrato com a SIC e não poderia abandonar os seus espectadores da manhã, de um momento para o outro, já para não falar do seu pomposo e merecido ordenado.

Muitos soltaram a voz numa crítica feroz a este atrevimento da apresentadora, apontando o dedo a Cristina Ferreira e a esta Era de fazer política através do mediatismo popular, no entanto, nada me parece mais injusto...

De que forma foi eleita a querida Joacine?

Foi através do mediatismo das redes sociais, fazendo valer a cor, a gaguez ou até outro tipo de populares minorias, que viram nesta "superficialidade" programática uma forma de se sentirem representados.

Programa eleitoral?

Não interessou.

E o "estimadíssimo" André Ventura?

O deputado que se deu a conhecer ao povo nos ecrãs da CMTV, entre crimes e futebol, se calhar é a mesma coisa, entre frases feitas e boçalidades, entre "Passos" e Ciganos.

Programa eleitoral?

Apareceu depois das eleições, denunciado por Daniel Oliveira, sendo que o André logo o tratou de rasgar, apresentando novas ideias, não fossem as pessoas se aperceber das barbaridades nele incluídas.

E não ficamos por aqui...

Já sei que me vão falar de Marcelo Rebelo de Sousa e do seu programa na TVI, RTP e novamente TVI...

Meus caros, claro que esse programa lhe trouxe notoriedade e popularidade, porém, será de bom tom reconhecer que Marcelo já existia antes desses programas, com pensamento e densidade política, algo que o separa dos exemplos anteriormente citados.

Mas enfim...

A Cristina, ainda, não é candidata à Presidência da República, no entanto, se algum dia o for terá o mesmo direito que os Venturas, as Joacines ou outros da vida, forjados na televisão ou em outras plataformas mediáticas que lhes servem de alavanca para programas com pouco sumo mas carregados de populismo.

Por entre populismos e indiferença assim vai andando a democracia Portuguesa...

Como dizia um amigo:

"Depois não se queixem!"

 

Filipe Vaz Correia

 

 

05
Jan20

Um Gato Fedorento A Caminho Da SIC...

Filipe Vaz Correia

Ricardo Araújo Pereira foi apresentado na SIC...

Felipa Garnel deve estar, ainda, a tentar contratar Fernando Mendes.

Mas como não o consegue fazer, esqueceu-se de renovar com o principal trunfo da TVI e da TVI24...

No entanto, parece que a estimada senhora já foi demitida da TVI, entrando para o seu lugar Nuno Santos, num caminho compreensível e de sobrevivência, tendo em conta o cenário sombrio que se aproxima da estação de Queluz de baixo.

Depois de Cristina Ferreira, Ricardo Araújo Pereira soma favoritismo a uma SIC em Pole Position, traduzindo um quadro pincelado em fortes e garridas cores que desenham o futuro televisivo Português.

Parabéns à SIC e a Daniel Oliveira...

Uma lição de como se faz televisão.

 

 

Filipe vaz Correia

 

 

07
Nov19

Até Já... Judite!

Filipe Vaz Correia

 

Minha querida Judite...

Espero a encontrar bem.

No dia em que anunciou a sua saída da TVI, nas redes sociais, encerrando um capítulo da sua vida que deve ter sido, em tudo, absolutamente tenebroso...

Resta a todos observar com apreço esta nova fase da sua vida.

Infelizmente para si, jornalista, a pessoa que hoje encerra esta viagem na TVI, em nada se deve assemelhar àquela que outrora ali entrou...

Sem demagogia, todos sabemos as duras penas que marcaram o seu percurso nestes últimos anos, a desventura que lhe marcou essa aventura de viver, reservada neste seu destinado destino.

No entanto, em momento algum, nos deveremos esquecer da jornalista, a brilhante profissional, mesmo que durante alguns instantes, essa mistura fosse entrelaçadamente imperiosa, tal o ziguezaguear de posições, nessa barafunda informativa.

A Judite parceira de Marcelo, não é a mesma que fez a reportagem de Pedrógão ou percorreu as ruas de Atenas...

A despedida de Judite Sousa da TVI, nesse comunicado carregado de nobreza, provavelmente consistirá num encerrar de ciclo, nesse rumo a que todos chamaremos de vida.

Como espectador apenas me restará desejar o melhor, nesse bailado intrinsecamente solitário.

Seja na RTP, na TVI, na SIC ou numa nova etapa, de uma coisa terei a certeza...

Judite Sousa fará para sempre parte desse meu querer maior, dessa recordação que tanto me pertence, numa memória de excelência que amordaça as hesitações de um qualquer audiómetro.

Até Já...

Querida Judite.

 

 

Filipe Vaz Correia 

30
Out19

Os “Cocaínados” Da Joana

Filipe Vaz Correia

 

A “nossa” queridíssima Joana Latino afirmou, num qualquer programa de televisão, que não faltam “Cocaínados” nos corredores da SIC.

Uma afirmação, certamente, carregada de sabedoria por parte da estimadíssima Joana, visto que muitas das suas reportagens ou opiniões parecem bastante “particulares”.

Estranho, sinceramente, um silêncio por parte da Brigada Anti-Drogas da Policia Judiciária que, após a confissão da repórter Latino, poderia preparar uma intervenção lá para os lados de Paço de Arcos.

Claro que ficam perguntas:

Aqueles gritos da mediática Cristina, logo pela manhã, serão normais?

E a agitação daqueles painéis dos programas desportivos, onde frequentemente se ofendem enquanto espumam da boca, estará ligado a este tipo de afirmação?

Estes casados de fresco ou à primeira vista...

Estarão estas pessoas no seu estado normal?

Mais factos que podem ajudar a corroborar a afirmação da querida Joana Latino...

A contratação de Manuela Moura Guedes terá sido um acto de gestão ou uma alucinação momentânea proveniente deste tipo de produto?

E aqueles programas, pela noite dentro, onde oferecem dinheiro em troca da resolução de enigmas, atraindo assim noctívagos solitários a gastarem os seus parcos tostões?

Esperem lá...

Acho que isso é na TVI.

Será?

Alguém deve perguntar à repórter Latino, quais são os seus conhecimentos sobre os corredores da TVI...

Se bem que dizem que a Média Capital vai vender a TVI ao grupo Cofina, da CMTV.

Se calhar...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

23
Set19

CMTV: Um Casório Ou A Pobreza “Franciscana” ?

Filipe Vaz Correia

 

Fazia zapping domingueiro quando passei pela CMTV, algo pouco frequente mas sempre desafiador...

Desta vez alertavam para o Casamento do Ano, a celebração do momento, algo nunca visto ou experimentado.

(Sou capaz de estar a exagerar...)

A CMTV transmitiu em directo o casamento do estimado Toy e da “sua” Daniela, com direito a entrevistas, comentários e avaliações...

Que bom!

Os meus dentes caninos encheram-se de veneno, daquele sarcasmo transbordante incapaz de ser contido.

Tentei...

Juro que tentei.

No entanto, decidi explanar um pedaço de tão delicioso momento, por entre, a excelência jornalística e o astuto fenómeno de informação.

De uma coisa poderemos estar seguros, este canal é sempre surpreendentemente inovador, indesmentívelmente medíocre.

Agora façamos um singelo exercício:

No próximo casamento, talvez da não menos estimada Ágata ou até do divórcio do queridíssimo Toy, onde julgam que irá ser transmitida a cerimónia?

Na TVI!

Ao invés da Maya, teremos a Judite Sousa ou o Ricardo Araújo Pereira a receberem os convidados, enquanto o Paulo Portas e o Miguel Sousa Tavares comentarão as ocorrências e as vestes dos intervenientes...

Provavelmente em horário nobre e com Karaoke à mistura.

Que pobreza franciscana...

Os Franciscanos que me perdoem.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

15
Set19

Roberto Leal: “O Último A Sair”

Filipe Vaz Correia

 

Meu querido Roberto Leal que triste novidade esta, da sua morte, que nos chega desse lado do Atlântico e nos amarra nessa tristeza Luso-Brasileira.

Sou muito sincero...

Nunca tive por si uma grande admiração, antes pelo contrário, não gostava daquele lado excentricamente folclórico que o caracterizava, nessa mistura linguística entre o doce Carioca e a aridez nostálgica da alma Lusa.

No entanto, algo mudou...

Um programa de televisão, inesperadamente catalisador de um sentir diferente, marcou a minha opinião em relação a si, mudou-a, transformou esse olhar de tanto tempo.

O Último a Sair...

Um programa de humor, sátira, desnudando esse fenómeno chamado Reality-Shows, com um elenco de imensa qualidade, onde entre outros estavam Luciana Abreu, Bruno Nogueira, Débora Monteiro, Rui Unas e Roberto Leal.

Roberto Leal? Pensei...

Adorei cada instante desse Último a Sair, de cada um dos episódios, em cada um dos momentos que ficarão na memória.

Roberto Leal “venceu” esse programa, mudando a forma como muitos, incluindo eu, o haviam visto ao longo do tempo.

Meu querido Roberto Leal...

Não tenho muitas palavras para descrever essa tristeza que sinto, sabendo desta triste nova, recordando com admiração e gosto este “Roberto” que prometia ser o Último a Sair e que infelizmente foi o primeiro a partir.

Um abraço e até sempre...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

16
Ago19

Cof... Cof... Cofina!

Filipe Vaz Correia

 

Tive um pesadelo...

Uma história, incrivelmente irritante, impossível de acreditar que poderia se transformar em realidade.

Então não é que sonhei com a compra da TVI pelo grupo Cofina, ou seja, os donos do Correio da Manha, da CMTV ou da Sábado, entre outros.

Não seria possível...

Imaginemos a TVI e a Rádio Comercial nas mãos de um Grupo, “reconhecido” por ser uma fonte de noticias fidedignas, incapazes de deturpar a verdade ou de criar factos alternativos.

Um grupo, Cofina, conhecido por ter uma chancela de qualidade e credibilidade a toda a prova, quase insuperável.

Imaginem o Jornal da Noite da TVI apresentado pela Maya e em vez dos comentários do Miguel Sousa Tavares, passaríamos a ter a Tânia Laranjo, a cuspir as suas tão preciosas avaliações, à porta de um qualquer tribunal.

Velhos que mataram as Mulheres, drogados em assaltos na vizinhança ou até mesmo uma ou outra violação com participação especial de um ou outro popular que pudesse conhecer os envolvidos.

Este poderia ser um quadro de um futuro Telejornal da TVI, antecipando um programa de Prime Time com gravações de processos em Tribunal, sempre em Segredo de Justiça, numa mistura medíocre do que deve ser o Jornalismo.

Imaginem...

Se um canal como o CMTV, já assume a sua quota parte de populismo primário, na “estupidificação” da população, imaginemos o que seria se tivessem, como veiculo, uma estação de televisão como a TVI ou uma Rádio como a Rádio Comercial...

Não pode ser!

Estou certo que foi um sonho, descompensado e sem qualquer tipo de adesão à realidade.

Assim sendo, estou mais tranquilo pois ainda existe esperança...

Foi um sonho!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

01
Ago19

TVI: Qual O Caminho Para Resgatar A Liderança Perdida?

Filipe Vaz Correia

 

Não percebo nada de audiências...

Dessas batalhas televisivas em busca de uma mirifica liderança capaz de trazer mais publicidade, mais dinheiro.

Neste novo cenário televisivo, a SIC roubou o protagonismo que há muito estava nas mãos da TVI, numa estratégia arriscada mas carregada de esperança, desenhada por Daniel Oliveira.

Esta estratégia passava pela contratação da maior estrela cá da aldeia, Cristina Ferreira, e assim desferir um golpe certeiro no Canal da Média Capital...

Um plano bem gizado, coroado de sucesso.

Ao fim de mais de uma década, a SIC conquista a liderança generalista pelo 6 mês consecutivo, algo inédito desde o início deste século.

Fala-se agora na mudança de canal de Ricardo Araújo Pereira, outra das estrelas da TVI, aquela que será a mais cintilante do canal de Queluz.

Se for bem conseguida será um golpe tão ou mais arrasador do que a contratação da “Princesa” da Malveira.

E a TVI?

Como irá responder?

As mudanças começam a ser divulgadas com uma dança de lugares na estrutura directiva do canal, onde salta à vista a saída de Bruno Santos para a entrada de Felipa Garnel...

A sério?

Sinceramente não contesto a saída de Bruno Santos, exausto após estes meses de derrotas e sem conseguir encontrar respostas para o terramoto que se abateu para os lados da antiga televisão da igreja, no entanto, a escolha para o seu lugar é no mínimo redutora, escassa, fraquinha.

Felipa Garnel não tem “estaleca” nem experiência para uma batalha desta envergadura, um caminho de pedras que se antevê dificílimo.

Enfim...

Aqui ficam umas dicas de um escrevinhador, absolutamente leigo na matéria, mas carregado de um esperançoso bom-senso.

Se é para entrar nesta batalha, seriamente, o primeiro passo terá de ser garantir a continuidade de Ricardo Araújo Pereira e intensificar o seu papel dentro do canal, talvez alargando a sua intervenção no dia a dia da “nova” TVI.

Tentar infligir à SIC o mesmo tipo de dor que esta tentou e conseguiu infligir na “velha” TVI...

Trazer para a direcção geral de programas Daniel Oliveira e com isso virar o “momentum” vivido para os lados de Paço de Arcos.

Contratar para as manhãs da TVI alguém que possa rivalizar, seriamente, com Cristina Ferreira, mesmo que no inicio possa parecer difícil, num novo formato, refrescando o day time.

Esse nome poderia ser Tânia Ribas de Oliveira.

Não esqueceria nomes como Filomena Cautela ou Herman José para um Late Night televisivo, trazendo inovação e modernidade ao canal, e na ficção resgataria a Gabriela Sobral dessa sua imposta pré-reforma maternal, apostando na recuperação da liderança do prime time.

Quem se recorda como era o desempenho das novelas da SIC antes da chegada de Gabriela Sobral ao canal, e como o seu trabalho marcou um ponto de viragem na ficção de Carnaxide.

Se pudesse opinar sobre a TVI 24, apenas daria um conselho...

Contrataria o Bernardo Ferrão para a liderança do canal de cabo da Média Capital, dando carta branca para que este pudesse renovar e inovar sem medo.

Por fim, daria a direcção desportiva ao Pedro Pinto da Eleven Sports, afastando os bacocos comentadores “peixeiras” da antena.

Tanta coisa e ideias de alguém que não percebe nada disto...

Só havia uma coisa que não faria:

Entregar a liderança da TVI generalista à queridíssima Felipa Garnel.

Veremos quanto tempo durará.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

27
Mai19

Eleições Europeias: A Hora Do PAN!

Filipe Vaz Correia

 

A noite eleitoral chegou e com ela trouxe algumas vitórias reais, outras imaginárias, meio disfarçadas por entre derrotas descaradas.

O PS clamou vitória, onde há cinco anos Costa exclamava "poucochinho", com uma diferença de apenas 2%.

O PSD gritou para Rio seguir em frente pois aquela era a sua gente, só que nunca foram tão poucas as gentes, tão solitariamente poucas.

O PCP taciturno, de rosto fechado, quase que vislumbrando nesse futuro "legislativo" uma tragédia anunciada, uma caminhada consistente rumo a um emagrecimento institucional.

Parece evidente que esta "Geringonça" tem prejudicado, essencialmente, os Comunistas numa correlação de forças que importa salientar.

O CDS assegura a vergonha alucinada...

A derrota do CDS é a derrota do lado mais populista da política, numa rendição aos costumes do seu cabeça de lista, aliado ao histerismo militante da "líder" do Partido.

Cristas é vítima desse mesmo populismo com que decidiu abordar a política, coadjuvada desta vez por um cata vento agressivo como Nuno Melo.

O Bloco venceu claramente...

Não foi para mim o vencedor da noite mas pode, evidentemente, receber os louros por tamanho feito eleitoral.

O Bloco atinge quase os 10% demonstrando que esta Geringonça tem trazido benefícios para o Partido.

Ao contrário do PCP, o Bloco tem conseguido fazer passar a sua mensagem, amarrando a si grande parte dos que gostando desta coligação, não desejam votar PS.

Para mim o grande vencedor da noite foi o PAN...

O Partido das Pessoas, Animais e Natureza cresce desmesuradamente, conseguindo ficar a somente um ponto percentual do CDS...

André Silva e o seu PAN ganharam não só a noite como ameaçam se tornar num peão central deste panorama político.

O PAN faz política de forma diferente, ficando por saber se não estará aqui a resposta para o dilema maior de António Costa...

Com quem me irei coligar se não tiver Maioria Absoluta?

Talvez com o PAN...

Talvez.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

19
Mai19

Adeus Guerra dos Tronos

Filipe Vaz Correia

 

Chegámos ao último episódio de Game Of Thrones...

Uma espécie de tristeza e ansiedade, num fim que se aguarda sem receio.

Durante esta oitava temporada vários foram os momentos onde me surpreendi e desiludi mas sempre com a perfeita certeza de estarmos  perante o que jamais foi realizado.

O que Game Of Thrones nos deu enquanto série, foi na verdade a sensação de experienciar coisas nunca antes experimentadas, imaginar cenas, palavras, particularidades muito para além do que já havia sido feito.

Pegar neste genial livro de George R.R. Martin não deve ter sido fácil e principalmente seguir em frente quando a rede da genialidade do autor não mais existia, deixando aos dois autores da série a responsabilidade de manterem a tamanha qualidade da mesma.

Assim será fácil para muitos dizerem que teria sido melhor desta forma ou de outra, certamente escolhendo um caminho diverso a ser trilhado, no entanto, mesmo diante aqueles momentos que desejava terem sido melhores, só uma palavra em minha mente sobrevivia...

Brilhante.

Como escrevo antes de ver o último episódio, numa sincera despedida, aproveito para gritar aos ventos do norte e do sul, para cá e para lá das muralhas, neste e noutros domínios, com a determinação de um Dragão....

Adeus Game Of Thrones e muito obrigado a todos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

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