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Caneca de Letras

Caneca de Letras

12
Mar19

O Epitáfio De Um Grande Amor...

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Se um dia;

Se escrever o epitáfio,

De um grande amor...

 

Então que se escreva;

Que foi regado em tamanhas lágrimas,

Por vezes salpicado,

Em doces abraços,

Afagos meio esquecidos,

Por entre olhares e sorrisos,

Sem fim...

 

E não se esqueçam de escrever;

Em cada pequeno espaço;

Uma frase para a dor,

Chorada nesse regaço,

Do solitário ardor,

Ardente pedaço,

Sentido...

 

E no fim dessa linha;

Pode constar uma adivinha,

Para encontrar sem medos,

Os incontáveis segredos,

Que se findam na memória,

Dessa finita história...

 

Que um dia foi de amor!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

10
Dez18

A Imensidão...

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Espinhos na imensidão do mar;

De um cristalino azul,

Um poema a poetizar,

As desventuras destinadas,

De cada desassombrado sonhar,

Que desenhado se encontra,

Na imaginação...

 

Traço delicado;

Nesse mundo por descobrir,

Um horizonte imaculado,

Sem medo de ferir,

O que estará desencontrado,

Dentro de ti...

 

Amarrotado pedaço de mim;

Sem receio de sorrir,

Pois nessa esperança sem fim,

Reside esse eterno sentir,

Que não finda...

 

Que amor tão grande;

Aquele que saltita, por entre, as linhas,

Que respira em cada rima,

Sobrevive a qualquer parágrafo,

Se amarra a cada verso,

Se entrelaça na infindável alma,

Do poeta...

 

Espinhos na imensidão do mar;

Na imaginação de um intenso amar,

Gritando sem parar...

 

Amor!

 

 

 

21
Set17

Os Meus Olhos!

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Se os meus olhos;

Te dissessem,

O que não podem dizer,

Se descrevessem,

O que não querem descrever,

Se gritassem,

O silêncio a doer,

Se revelassem,

As feridas a arder...

 

Se os meus olhos;

Reflectissem em ti,

Essa parte de mim,

Que ainda te ama...

 

Então;

Desesperançadamente,

Por entre a solidão,

Talvez voltasse a bater,

Descompassadamente,

Este apaixonado coração.

 

 

 

 

 

17
Dez16

Segredo...

Filipe Vaz Correia

 

Tenho um segredo;

Algo guardado na minha alma,

Uma estrela com medo,

Com receio de brilhar...

 

Tenho um segredo;

Escondido dentro de mim,

Nunca antes revelado,

Nunca antes adivinhado...

 

Segredo este que tenho;

Que faz parte do meu ser,

Fugindo ao meu destino,

Sonhando com o meu querer...

 

Desejo, sentido, distante;

Escondendo o que o meu coração me diz,

Fazendo de mim emigrante,

Numa terra que nunca quis...

 

Renego-te, ó segredo;

Deixa-me ser livre e sonhar,

Pois com o teu peso nos meus ombros,

Não consigo mais caminhar...

 

E então segredo meu;

Quem sabe um dia me libertes,

Ou talvez se eu te libertar,

Me deixes um dia voar!

 

 

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