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Caneca de Letras

Caneca de Letras

11
Jan19

PSD: O Retrato De Um Suicídio...

Filipe Vaz Correia

 

Parece que Luís Montenegro anunciará a sua candidatura à liderança do PPD/PSD...

Esta noticia tomou conta da actualidade, trazendo mais um pouco de ruído, à volta da liderança de Rui Rio.

Estou à vontade para falar de Rio, pois sempre acreditei nele, esperando dele uma reforma completa do Partido, para que pudéssemos sonhar com o País.

Infelizmente Rui Rio...

Não fez nem uma coisa, nem outra.

Esta desilusão, indubitável, com a fraqueza de Rio, não me faz esquecer a personagem que se apresenta como principal alternativa, num tempo ou momento, repleto de desafios.

Montenegro que um dia jurou não fazer a Rio, o que Costa havia feito a Seguro...

Até dá vontade de rir.

Montenegro representa uma ala do Partido, órfã de Passos, radical no ultra-liberalismo social, capaz de uma visão populista e demagógica, da coisa pública.

Uma espécie de Direita sensacionalista, estilo Fox News, que sempre me "encanitou".

Olhando para este cenário, a meses de várias eleições, não posso deixar de imaginar António Costa, sentado em São Bento, sorrindo para a televisão, olhando para os céus e começando a acreditar em Deus.

Somente Deus para lhe poder garantir uma oposição suicida, capaz de esventrar o Partido em praça pública, sedenta de poder.

É disto que se trata, de uma luta pelo poder, uma batalha fratricida que poderá destruir o PSD.

Se por acaso se avançar para eleições internas, esperarei por mais e melhores candidatos, por mais soluções que não passem pela imensa desilusão "Rio" ou pelo "Relvista" Montenegro...

Pois, caso contrário, seria mau demais.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

09
Jan19

A "Direita" Laranja...

Filipe Vaz Correia

 

A polémica está instalada, mais uma, no PPD/PSD, com as declarações de Manuela Ferreira Leite.

A antiga Ministra de vários Governos Sociais Democratas, disse que preferia uma derrota eleitoral, ao rótulo de Direita que estava a ser implementado pela anterior direcção partidária.

Digamos que compreendo a ideia, discordando dela...

Confuso?

Tentarei explicar.

O PSD sempre foi um partido abrangente, desse facto advém a sua força na nossa sociedade, englobando várias ideias e ideais, numa mescla de posicionamentos políticos.

Não é à toa que o Partido sempre foi conotado com o Centro-Direita, ou seja, tinha um vasto eleitorado que partia desse gigantesco centrão, até tocar na Direita tradicional Portuguesa.

Esse legado de Sá Carneiro, da abrangência no posicionamento político, foi talvez a maior arma para combater a influência do PS de Soares, no pós 25 de Abril.

O período Cavaquista, também contribuiu para alargar essa base de apoio e recrutar muitos dos que se situavam na Direita Conservadora, vulgo CDS, e que durante as duas maiorias absolutas do Professor Cavaco Silva, se mudaram para o lado "Laranja" do espectro político.

Assim, começo por discordar da afirmação de Manuela Ferreira Leite, nesta suposta rejeição, de uma certa ideia de Direita, no PPD/PSD.

No entanto, consigo compreender a sensação de fobia ao período "Passista", vivido nos tempos da Troika e que devastou parte da base eleitoral do PSD...

Sempre me considerei de Direita e Conservador, sentindo também eu essa espécie de fobia por um caminho que me parecia desvirtuar o passado e a Historia Social Democrata, mas não pelo rótulo de Direita, antes sim pelo rumo Ultra-Liberal, Radical e Populista que ganhou corpo durante aquele período.

Essa "nouveau" Direita que colocava muitas vezes o PSD, à direita do CDS, configurando um confuso e complexo cenário social ou partidário.

A resposta de Luís Montenegro que espera na tela da TVI, o momento certo, para esventrar um "Rio", se me faço entender, não é mais do que a defesa desse PSD radical, do qual fez parte, sendo peça primeira desse tempo.

Assim, compreendo a rejeição de um caminho, discordando das palavras e até do principio usado por Manuela Ferreira Leite, para demonstrar a sua opinião.

No entanto, não tenho dúvidas...

Se tivesse que escolher um lado, uma "Direita" com quem privar, estava certo da minha escolha, sem hesitações ou recuos.

Ao lado de Manuela Ferreira Leite.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

14
Set18

A Geringonça "Laranja"...

Filipe Vaz Correia

 

Não se extinguem as criticas a Rui Rio...

É porque calado se encontra ou porque fala, por estar mais à esquerda ou por ser autoritário dentro do PSD.

Meu Deus...

Ninguém vislumbra a estratégia do líder do PPD/PSD, no entanto, o Caneca de Letras com a sua aguçada percepção política desvendará o plano do estratega Rio:

Uma nova Geringonça.

Vendo a radicalização populista do PP, a entrada em cena de um partido liberal como o Aliança, de Pedro Santana Lopes, que ocupará o espaço Liberal, Rui Rio num estratagema audaz tentará ocupar um espaço à esquerda onde vislumbra pontes mais acessíveis de serem construidas.

Assim num gesto sedutor, Rio pisca o olho a Catarina, com este Plano Robles, agitando os seus cabelos brancos e dançando ao ritmo Trotskista...

O Lema do PSD é Paz, Pão, Povo e Liberdade, um hino de fazer inveja ao PCP e aos gritos dos seus militantes em plena Festa do Avante.

Portanto onde fica tamanho espanto?

A nova Geringonça despojará António Costa, "Babush", do poder, criará uma imensa coligação e tornará o actual partido laranja num intenso arco-íris que deslumbrará os cursos de Sociologia e Estudos Políticos.

Explicado que está o Plano deixemos o Rio caminhar pelo seu cómico curso, rumo aos amanhãs que cantarão no imaginário da actual direcção Social Democrata.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

03
Ago18

Um "Rio" De Invisibilidade...

Filipe Vaz Correia

 

Rui Rio esteve no Chão da Lagoa, mítica festa de verão do PPD/PSD, onde disparou esta frase:

" Até aqui não estava preparado para ser Primeiro-Ministro, pois ainda não tinha vindo ao Chão da Lagoa, agora sinto-me mais do que preparado, pois já aqui estive."

Mais ou menos estas as palavras, certamente esta a ideia...

Sempre gostei de Rio, apoiei a sua eleição para Presidente do PPD/PSD, por achar que seria o perfil indicado, apesar de saber das dificuldades que poderia encontrar, num Partido controlado em grande medida, pelos apoiantes de Pedro Passos Coelho e seus "boys".

No entanto, tem sido pouco...

Muito pouco o que temos visto de Rui Rio.

E assim, aliando frases como esta ao seu percurso enquanto líder, irá tornar-se impossível a afirmação da sua liderança, quanto mais com a quantidade de "Montenegros" à espreita.

Perdão...

De adversários sedentos de um passado que passou, mas que estes desejam retomar os "Passos".

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

16
Fev18

Um Passado De Passos E O Futuro De Um Rio...

Filipe Vaz Correia

 

O 37º Congresso do PPD/PSD marca a despedida de Pedro Passos Coelho e a tomada de posse de Rui Rio...

Há muito que não tinha tanto interesse num Congresso Social-Democrata, esse partido que sempre foi o meu, e do qual me fui afastando ao longo dos anos.

Neste momento tão importante, num certo resgatar da Social-Democracia, será necessário a Rui Rio saber liderar, destrinçar entre aqueles que estão disponíveis para o combate e aqueles que se acantonarão esperando as suas derrotas para aparecer.

Nesta difícil equação, importará não se perder por entre palavras amáveis, sorrisos disfarçados ou promessas vãs.

Pedro Passos Coelho,  por uma vez terei de o elogiar, com gosto o faço, soube sair, soube com dignidade percorrer este tempo, entre as eleições internas e o Congresso, sem mácula, com imensa honra.

Sempre divergi de Passos Coelho, não no aspecto humano, como pessoa, pois jamais combato aqueles de divirjo pelo lado pessoal, mas sempre através das ideias, com as ideias, pelas ideias.

Foi por elas que sempre critiquei e criticarei Pedro Passos Coelho, o rumo que escolheu seguir e essencialmente a descaracterização que a sua liderança trouxe ao partido.

O seu discurso de despedida, será também um momento de oportunidade, para reerguer e resgatar tantos e tantos que do partido se afastaram.

Depois da despedida de Passos, o discurso de Rui Rio...

Rio fez um grande discurso, o seu primeiro neste Congresso, carregado de ideias, das suas ideias, ideologicamente resgatando os valores Sociais-Democratas, fazendo lembrar um outro tempo, outros Congressos, sem medo de analisar o Partido e o País.

Rio falou das reformas do Sistema de Justiça, de pactos importantes de Regime, da Democracia e do descrédito que a ameaça, da demagogia e populismo crescente, enfim, da distância entre o Partido e as pessoas...

Falou da necessidade de reformar e reformular, de aproximar e manter, de acreditar e fazer.

Rio esteve muito melhor do que se esperava, do que eu que sempre o defendi, esperaria.

Rui Rio conseguiu empolgar a plateia, mesmo aqueles que ali se encontravam com um ar de frete, mais preocupados em disfarçar a azia da despedida de Passos, do que preocupados com o futuro...

O futuro do Partido e do País.

Citando Sá Carneiro:

" Primeiro o País, depois o partido e só depois as nossas circunstâncias."

Esperemos que neste futuro que se aproxima, todos no PSD se recordem destas palavras e as saibam entender.

Quanto a Rio...

Boa sorte!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

16
Jan18

Hugo Soares, Ainda É Líder Parlamentar?

Filipe Vaz Correia

 

Hugo Soares, líder da bancada Parlamentar do PSD, continua sem colocar o seu lugar à disposição do novo Presidente do Partido, seguindo um caminho oposto daquele percorrido pelos seus Vice-Presidentes de bancada.

Não me surpreende, tendo em conta o perfil da personagem, um daqueles políticos que percorreram os passos obrigatórios, para subir na hierarquia aparelhista Social-Democrata.

Muitas pessoas gritam aos ventos a sua indignação, por esta atitude de Hugo Soares, outras, poucas, clamam que mudar a liderança poderá criar clivagens dentro do Partido, no entanto, parece-me, como aliás aqui anteriormente escrevi, que é neste tipo de dilemas que Rio terá a oportunidade de começar a recuperar o PSD...

É combatendo este tipo de atitudes, hábitos, interesses partidários, que Rui Rio demonstrará à saciedade a sua diferença, para o que infelizmente, nos habituou o PSD.

Hugo Soares permanecerá neste misto de pequenez e desfaçatez, num acto desesperado, na tentativa de permanecer no seu lugar.

Este tipo de personagens, "boys", não têm capacidade de auto-avaliação, nem vergonha nas atitudes ou gestos, habituados que foram a sobreviver por entre lama e pântanos, sem espinha vertebral ou palavra.

Assim uma pergunta se impõe:

Até quando, Hugo?

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

14
Jan18

PSD: Um Rio De Esperança...

Filipe Vaz Correia

 

Rui Rio venceu as eleições no PPD/PSD...

Um resultado para muitos inesperado, fazendo fé nas sondagens que amiúde iam apontando Santana Lopes como o mais provável vencedor.

Rio conseguiu vencer, mesmo por vezes perdido, por entre as artimanhas populistas de Santana, por entre os fait-divers inerentes àquela forma de fazer política, vazia, ao sabor dos temas mediáticos e de sound bytes.

No entanto, os militantes do PSD disseram basta a um período, que certamente destruiu o partido, a sua base votante, aqueles que sempre ali estiveram...

Rio introduz um novo rumo ideológico, recentrando o partido, aporta seriedade e credibilidade, recupera o olhar de muitos que com a anterior liderança se afastaram.

Rui Rio começará agora o caminho, difícil, de preparar o PSD para a batalha eleitoral no País, não podendo perder tempo, pois a desvantagem é neste momento tremenda.

A sua liderança terá de se impor, aos muitos que instalados no aparelho tudo farão para lhe armadilhar o caminho, numa tentativa de resgatar o poder, depois de legislativas.

Esses mesmos, que sentados se encontram no Parlamento, constituindo um grupo Parlamentar medíocre, talvez mesmo, o mais medíocre de toda a História do PSD.

Essas pessoas, serão as primeiras a sorrir, caso Rio fracasse, e por isso mesmo, deverá ser por eles que Rio comece a liderar...

Deixando claro o novo tempo no partido, e limpando todos os que queiram permanecer nesta teia de interesses, sem mérito ou qualidade.

Tenho a certeza que Rio trará esperança a todos aqueles, como eu, que ansiavam por uma alternativa para o País, um novo rumo alternativo à Geringonça.

Um novo Rio, uma nova esperança, um regresso ao velhinho PSD...

Que saudades tinha, do meu PSD.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

12
Jan18

Rio Ou Santana?

Filipe Vaz Correia

 

Amanhã é dia de eleições no PPD/PSD.

Um dia de mudanças ou não, de questões ou silêncios, de perguntas e afirmações, de vitórias...

Ou não.

Esta campanha entre Rio e Santana foi desanimadora, desenxabida, mergulhada em fait-divers, em artimanhas partidárias, amarradas a visões de um passado que apenas armadilha o destino deste nobre partido.

O aparelho do PSD parece ter amarrado os dois candidatos, num chorrilho de incongruências demasiadamente evidentes e que com o passar dos dias, levaram a um desinteresse da opinião pública.

Rio, político que gosto, ou pelo menos sempre me habituei a admirar, também se deixou levar para este terreno, onde as ideias foram sempre subalternizadas em relação à trica política...

Aos nomes que apoiam este e aquele, às traições confundidas vezes sem conta, com opinião forte e corajosa.

Infelizmente para mim, que sempre estive neste terreno partidário, de expressão política e ideológica, esta campanha mais do que uma desilusão, reflecte a crise de valores existente no panorama partidário Português, mas que honestamente me parece acentuada no PSD.

Temo que com estas eleições, o PPD/PSD fique ainda mais dividido do que aparentemente está neste momento, que as diferenças evidentes entre Passistas e outros, não deixem margem para grandes encontros e reflexões, no pós Passos.

Estes anos de Passos Coelho, destruíram grande parte da base eleitoral do partido, não entre aqueles militantes fiéis, que votam independentemente do rumo ou do líder, mas entre aqueles que sendo votantes no PSD, se sentiram atraiçoados e desamparados naqueles malfadados anos, do além da Troika.

Não compreender isto, é não perceber a dimensão política de medidas economicistas, mesmo que estas sejam tomadas, em prol do País.

Recuperar essa ligação às pessoas, pois durante esses difíceis anos a comunicação do Partido foi deveras incompleta, demorará tempo mas acima de tudo, necessitará de uma liderança forte e capaz de se concentrar mais no País, do que nas batalhas internas, inerentes aos interesses instalados.

Assim, sem muita fé, aqui deixo o meu desejo:

Que vença Rui Rio.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

04
Jan18

Rio VS Santana: O 1º Round!

Filipe Vaz Correia

 

O primeiro debate das eleições internas do PSD, trouxe ao de cima pela primeira vez nesta campanha, as diferenças entre Rui Rio e Pedro Santana Lopes.

Gosto muito de Rui Rio, sempre aqui o escrevi, no entanto, ao longo desta campanha as suas palavras receosas, pouco ousadas, mescladas com o aparelhismo vigente no actual PSD, deixaram-me vezes sem conta, desiludido com o candidato em que mais acredito.

Neste debate, julgo que Santana Lopes fez um imenso favor a Rui Rio, demonstrando exaustivamente as diferenças marcadas, durante todos estes anos, deste com Pedro Passos Coelho...

Rio não tem conseguido se distanciar da linha Passista, que há oito anos controla o Partido, porém, Santana Lopes, agressivo como há muito tempo não o via, fez questão de recordar a todos, os que assistiam a este debate, as diferenças entre o PSD de Passos e que agora está com Santana, e o de Rui Rio, que conta com o apoio de Manuela Ferreira Leite, Morais Sarmento, António Capucho ou Pacheco Pereira.

Para Santana estes serão, certamente, nomes malditos...

Para mim, serão um certificado de seriedade e qualidade, um regresso a um PSD de outros tempos.

Rui Rio tem dificuldade em gerir o mediatismo das câmaras, a fotogenia dos momentos televisivos, mas tem credibilidade, é conservador na génese política, ousado no pensamento...

A sua posição na questão da justiça, mais do que correcta é corajosa, nobre e frontal, correndo o risco de se tornar impopular, mas mantendo-se digno e assertivo, de acordo com os princípios que defende.

Este é o Rui Rio em que acredito, confio, admiro...

Pouco fotogénico, nunca cedendo ao populismo inerente a políticos como Santana Lopes.

Rui Rio falou directamente para o País, para os seus cidadãos, enquanto, Santana optou por falar para o aparelho do partido...

Esperemos que os militantes chamados a votar, pensem mais no País, do que nos lugares no Partido.

Pela primeira vez nesta campanha, reencontrei o Rui Rio de que tanto gosto.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

24
Out17

Rui Rio VS Menino Guerreiro...

Filipe Vaz Correia

 

Rui Rio rejeitou o desafio de Santana Lopes, ou seja, 20 debates por esse País a fora.

Rio tem de se manter firme, tem de se distanciar dessa espécie de Reality-Show, com o qual Santana está familiarizado, a essa espécie de superficialidade inerente ao eterno candidato.

Rui Rio é um homem habituado a um certo tipo de certezas, de convicções pouco coniventes com as ventosas emoções a que nos habituou, ao longo dos tempos, Santana Lopes.

Digo uma vez mais:

Santana Lopes foi o meu ídolo político da adolescência, um agitador irrequieto que preenchia a minha destemperada ambição pueril, no entanto, tantas foram as vezes, os locais, os lugares, os momentos, onde Santana foi Santana, onde a ilusão se tornou desilusão.

O maior trunfo de Rui Rio não é o Partido, é o País... 

Esse País que acredita na sua personagem política, sendo essa uma das razões para que o ex-Autarca do Porto, não se deixe arrastar para o campo sensacionalista, tipo CMTV, que já faz parte de Santana.

Rio é outro género, tem outro perfil, está habituado a outro tipo de padrão...

Como apoiante de Rui Rio, a única coisa que lhe peço é:

Não ceda ao circo mediático, do menino guerreiro. 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

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