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Caneca de Letras

Caneca de Letras

07
Nov19

Até Já... Judite!

Filipe Vaz Correia

 

Minha querida Judite...

Espero a encontrar bem.

No dia em que anunciou a sua saída da TVI, nas redes sociais, encerrando um capítulo da sua vida que deve ter sido, em tudo, absolutamente tenebroso...

Resta a todos observar com apreço esta nova fase da sua vida.

Infelizmente para si, jornalista, a pessoa que hoje encerra esta viagem na TVI, em nada se deve assemelhar àquela que outrora ali entrou...

Sem demagogia, todos sabemos as duras penas que marcaram o seu percurso nestes últimos anos, a desventura que lhe marcou essa aventura de viver, reservada neste seu destinado destino.

No entanto, em momento algum, nos deveremos esquecer da jornalista, a brilhante profissional, mesmo que durante alguns instantes, essa mistura fosse entrelaçadamente imperiosa, tal o ziguezaguear de posições, nessa barafunda informativa.

A Judite parceira de Marcelo, não é a mesma que fez a reportagem de Pedrógão ou percorreu as ruas de Atenas...

A despedida de Judite Sousa da TVI, nesse comunicado carregado de nobreza, provavelmente consistirá num encerrar de ciclo, nesse rumo a que todos chamaremos de vida.

Como espectador apenas me restará desejar o melhor, nesse bailado intrinsecamente solitário.

Seja na RTP, na TVI, na SIC ou numa nova etapa, de uma coisa terei a certeza...

Judite Sousa fará para sempre parte desse meu querer maior, dessa recordação que tanto me pertence, numa memória de excelência que amordaça as hesitações de um qualquer audiómetro.

Até Já...

Querida Judite.

 

 

Filipe Vaz Correia 

02
Fev19

A Entrevista Do Presidente Varandas...

Filipe Vaz Correia

 

Frederico Varandas deu uma entrevista à RTP...

Dessa entrevista retive algumas frases, um tanto ou quanto desconexas, algumas ideias, não muitas, e uma imensa estupefacção, totalmente minha.

Varandas manteve o seu registo, desligado de empatia, acredito que não por defeito mas sim por feitio, meio perdido, gago, desesperançado.

Num estilo tipo "Alice no país das maravilhosas arbitragens", quase um Presidente da APAF, Varandas não só desculpabilizou as arbitragens que nos condicionaram, como aquelas que nos possam vir a condicionar, reduzindo a "nossa" margem de manobra numa futura contestação Sportinguista, aquando desses supostos "roubos".

Mas Varandas ainda não viu o Sporting ser prejudicado esta época, presumo que esteve ausente de Setúbal.

Espero que a equipe de Futebol não veja esta entrevista, antes do jogo com o Benfica, pois as suas considerações sobre este "plantel de reduzida qualidade", palavras suas, em nada deverão acrescentar motivação.

Quanto aos meninos de Alcochete, entre os 18 e os 23 anos, ficaram a saber que existe um Gap de qualidade, quase uma ausência de talento da sua geração, o que explica os "homicídios" de Jovane e Miguel Luís, assim como, a não aposta em Thierry Correia, Luís Maximiniano, Elvis Baldé ou Daniel Bragança.

Será irónico perceber que três destes meninos, são Bi-Campeões da Europa.

Mas enfim...

Ficamos a saber que a pirâmide profissional da sua equipe é do melhor que há, entre eles,  Raul José e Miguel Quaresma, gente que acompanhou Jesus, nesse anterior período de sucesso da História do SCP.

Venceram, durante três anos, uma Supertaça e uma Taça da Liga...

Taça da Liga que parece, neste tempo, ser muito valorizada por esta direcção.

Assim me encontro, desencantado, neste direito que me assiste, como dono da minha opinião, acautelando-me dos "carneiros" que seguem criticando aqueles que ousam discordar, raciocinando e olhando por outros caminhos...

Direi que nem Varandas, nem Keiser, me parecem capazes de guiar o Sporting pelo rumo certo, no entanto, quando a bola começar a rolar, serei apenas mais um, desejando que este Presidente, como qualquer outro, seja sempre ganhador.

Viva o Sporting

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

18
Out18

Crianças, Avós E A Singela Imbecilidade...

Filipe Vaz Correia

 

A que ponto chegámos enquanto Sociedade?

No programa Prós e Contras da RTP, por entre, a discussão do movimento MeToo e das consequências do assédio sexual nos dias que correm, assistimos a uma afirmação de um Professor Universitário...

" Obrigar uma criança a dar beijinhos aos Avós é uma forma de educar para a violência."

Desculpe?

Pensei estupidamente.

Será possível?

O dito Professor, Daniel Cardoso, conhecido por defender o poliamor, uma forma tão nobre de amar como outra qualquer, defende ainda que usar o poder dos Pais para obrigar uma criança a dar um beijinho aos seus Avós, serve para incentivar uma falta de controlo do seu corpo perante o poder de alguém que lhe é superior.

Ou seja, fomenta a repressão do direito de dizer não.

Não podia discordar mais...

Obrigar as "criancinhas" a dar um beijinho aos seus Avós, queiram ou não, é um gesto de educação básica, uma elementar forma de educar e bem.

Respeitando ou não a sua vontade mas essencialmente impondo regras e princípios que os nortearão para o resto das suas vidas.

Este tipo de ideólogos e valores têm criado uma mistura explosiva que poderá contribuir, na minha opinião, para a criação de uma Sociedade mais individualista, selvagem e egoísta.

Uma forma desresponsabilizada de educar.

Qualquer dia, um Pai ou uma Mãe, terá de pedir permissão ao seu filho, para corrigir alguma das suas vontades, transformando as criancinhas em tutores do seu destino, desde o dia em que nascem.

É uma roda livre no pensamento educativo, diluindo-se o poder "Paternal"  versus a vontade da criança.

Imagino, somente por um momento, dizer ao meu Pai que não queria dar um beijinho à minha "querida" Avó, imaginando, arrepiado, a forma educativa como demonstraria onde iria encaixar a minha mal-criada atitude.

Lá está...

Isso nunca me passaria pela cabeça.

No entanto, na opinião deste "professor", devo ter sido educado para a violência...

A boçal violência de ter que ouvir tamanha barbaridade.

Haja paciência.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

05
Out18

Um Dentinho Podre Na RTP...

Filipe Vaz Correia

 

É nestes momentos que a alguns lhes "salta a tampa"...

Perdoem-me a expressão mas é a melhor forma que encontrei para denominar o gesto medíocre do "pequeno" Dentinho, de seu nome:

Paulo.

O Director de Informação da RTP, resolveu publicar e depois apagar, um pedaço de cobardia carregada de arrependimento, um post onde descarrega parte do seu ressabianço, julgando e sentenciando o caso que envolve Cristiano Ronaldo.

Ele sabe que existem violações de primeira, de segunda e até de terceira, o que a julgar pela linguagem escolhida por si naquele inenarrável texto, deverá ter aprendido em algum bordel.

Ou talvez seja a linguagem inerente ao seu carácter, essa mesma com que nos resolveu presentear nessa sua reles sentença.

O que pedir a um Director de Informação?

Ao Senhor Dentinho já não lhe pediria educação, recato ou dimensão para se aperceber do cargo que ocupa...

Somente lhe pediria imparcialidade, pelo menos a necessária para que não nos apercebêssemos da sua imensa raiva incontida, em relação à figura do "Herói Nacional", segundo as suas singelas palavras.

Não sei se Ronaldo violou a dita Senhora, no entanto, atendendo ao que até agora foi provado, é tão legitimo defender essa tese como a de que tudo aconteceu de forma consentida...

Senão estamos em presença de uma questão de crença ou de fé, o que estará longe de se confundir com Justiça, por isso convirá ter a frieza e a seriedade para esperar por um veredicto baseado em provas.

Repito...

Provas!

Seria isso que esperaria de um Director de Informação e até de qualquer cidadão razoável mas na verdade não é essa a prática corrente nestes dias mediáticos que marcam a agenda pública.

E de Dentinho em Dentinho se vai revelando a triste insanidade com que se fazem julgamentos em praça pública.

No tempo da inquisição, as fogueiras acesas também tinham na assistência um sem número de Dentinhos, de dedo em riste, esperando por um sinal para começarem a vociferar, como de Juízes se tratassem.

Digno seria, o próprio, pedir a demissão de Director de Informação mas talvez a sua dignidade tenha sido apagada num qualquer post de internet.

Por tudo isto, uma simples recomendação para a redacção da RTP...

Um dentista!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

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