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Caneca de Letras

Caneca de Letras

01
Jun19

As Palavras De Marcelo E O Futuro Da Direita Portuguesa!

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, fez declarações na Fundação Luso-Americana sobre o estado da Direita Portuguesa e a suposta crise que este espaço político enfrenta ou enfrentará nos próximos anos.

A minha concordância com o Presidente da República é total, aliás esta análise de Marcelo Rebelo de Sousa demonstra a sua apurada capacidade para observar todo o xadrez político e dele retirar as devidas conclusões.

A Direita Portuguesa vive um período de absoluta nudez intelectual, uma ausência valores e estratégia, num confrangedor cenário de indigência política.

Marcelo mais do que contrapoder, executa o papel de mediador no que poderemos chamar de impulso esquerdista que por vezes toma lugar nesta Geringonça.

Nesse enquadramento Marcelo assume um papel maior, quase insubstituível, como guardião de um quadrante político órfão de representação, sem no entanto desperdiçar o prestígio que grangeou em todos os quadrantes com a sua gestão de proximidade, tão elogiada por quase todos.

Num tempo de calculismos à Direita, de revoltas secretas aguardando o momento exacto para destronar Rio e Cristas, líderes "moribundos" na fila de execução, nunca foi tão importante o papel deste nosso Presidente da República que vindo da Direita poderá servir de garantia para um eleitorado que não se sente representado...

E assim travar qualquer espécie de vaga populista que poderia querer acolher estes órfãos da Direita Portuguesa, nos quais me incluo.

Mais uma vez...

Bravo Presidente Marcelo.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

14
Jan19

As Diabruras Do "Menino" Marcelo...

Filipe Vaz Correia

 

Marcelo Rebelo de Sousa recebeu Luís Montenegro, no Palácio de Belém.

Ou melhor...

O Presidente da República recebeu um candidato, putativo, à liderança do PSD, no Palácio de Belém.

Sinceramente este inicio de 2019 tem trazido à tona, um Marcelo que desconhecia, uma espécie de caricatura do P.R., a que estava habituado.

Primeiro o telefonema para Cristina, agora uma conversa de pé de orelha com o desafiante Montenegro.

Mas desde quando o P.R. se imiscui na luta Partidária, se intromete na disputa interna de um Partido Político.

Dir-me-ão que se trata do maior Partido da oposição, essencial para a estabilidade da Democracia...

Sim e então?

Esta atitude de Marcelo permitiu a Luís Montenegro, uns minutos de solenidade Institucional, de pé, vociferando a plenos pulmões as suas razões, com o Escudo da Presidência da República, ao fundo.

Não consigo compreender.

O que irá fazer Marcelo Rebelo de Sousa, caso apareçam mais, putativos, candidatos à Presidência do PPD/PSD?

Irá recebe-los a todos?

Temo que uma histeria eleitoral tenha chegado ao Palácio de Belém, invadido a mente do "nosso" Presidente e possa assim comprometer, um mandato que na minha opinião, caminhava irrepreensível.

Mas enfim...

Espero que Marcelo reencontre o rumo, pois a sua actuaçao tem sido essencial, para o equilíbrio do País.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

07
Jan19

O Telefonema Do Presidente Marcelo...

Filipe Vaz Correia

 

Não vi a estreia do Programa da Cristina em directo, pois preferi o meu sono retemperador aos gritos lancinantes da manhã, no entanto, não vejam nesta frase qualquer preconceito, apenas gosto, pois respeito sempre o mérito de quem o tem...

E para o "seu" público, a "jovem" Cristina tem.

Porém, o que me faz aqui escorrer um pedaço de tinta, não é a estreia do dito programa, aliás já tinha anteriormente escrito sobre ele, mas sim a minha estupefacção quando me alertaram para o telefonema do "nosso" Presidente da República.

Todos os que seguem os meus textos, sabem o quanto admiro Marcelo Rebelo de Sousa, esta forma próxima de fazer política, dando um sinal à direita, à minha direita, de que é possível ser Conservador e Humano, aproximar sem perder a seriedade política.

No entanto, Marcelo perdeu uma parte desse sentido nesta manhã, num singelo telefonema que se assemelhou a um populismo bacoco, desmedido entrelaçar com a mediocridade vigente nos dias que correm.

Poderia Marcelo telefonar a Cristina Ferreira, transmitindo os seus votos de felicidade?

Claro que sim...

Em privado.

Simplesmente em privado.

O que Marcelo fez, foi levar a Presidência da República para a batalha das audiências, tornar a sua legitimidade política numa arma, nas páginas cor de rosa, onde se apela e debate, o que é singelamente trivial.

Este populismo fofinho, não é menos perigoso e criticável do que qualquer outro, antes pelo contrario, acaba por normalizar a demagogia, por banalizar a arma democrática representativa.

Uma pena.

Assim é com tristeza que o escrevo...

O Presidente Marcelo foi, hoje, apenas mais um populista num programa da manhã.

Um Presidente popularucho.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

23
Out18

Cavaco Silva: Crónicas De Um Homem "Pequeno"...

Filipe Vaz Correia

 

Cavaco Silva continua a sua cruzada contra o passado, uma espécie de ajuste de contas que permanece em sua alma.

Fui, nos meus imberbes anos, um Cavaquista convicto, um admirador confesso do então Primeiro-Ministro...

Como estou distante desses anos, da minha querida juventude.

Cavaco Silva apresentará a segunda parte do seu livro, carregado de inconfidências e considerações, de episódios e juízos de personalidade...

Este testemunho mais do que dizer algo, sobre aqueles que com ele privaram, durante o tempo em que foi Presidente da República, dirá, certamente, mais do Senhor Professor.

Cavaco é um homem "pequeno", cheio de si mesmo, empenhado em divulgar a sua imperiosa razão, "narrativa", por entre, dez desastrosos anos como figura maior da Nação.

Não me admira este buscar por um ajuste de contas, este não esquecer nem perdoar, daquele que " nunca se engana e raramente tem dúvidas"...

Cavaco observa-se num espelho fosco, sem qualquer noção de uma realidade que não se compadece, com a sua tamanha "grandeza".

Este velho "político" foi perdendo o seu prestigio, por entre, tricas e conluios, inconsciente da imensa distância que o separa daqueles que o julgarão e estarão muito longe de lhe prestar o tributo que julgará merecer.

Como vão distantes aqueles comícios na Fonte Luminosa.

Os dias da minha adolescência.

Mas enfim...

Cavaco continuará igual a si mesmo, ou seja, pequeno, um pedaço ressabiado, repleto desse "Boliqueime" que jamais sairá dentro de si.

Mas o tempo se encarregará de trazer à tona, o melhor e o pior, desta figura política, amarrada aos "pequenos" complexos do seu desencantado "planeta"...

O "planeta" Cavaco.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

08
Out18

O Tempo De Mário Nogueira...Também Conta?

Filipe Vaz Correia

 

Os sindicatos dos professores reuniram-se com o Presidente da República, para reivindicar a restituição do tempo de trabalho, descontado no período da Troika.

Por completo e sem cedências.

Quantas categorias profissionais poderiam exigir tal medida?

Provavelmente nenhuma.

Quantas a conseguirão ter?

Provavelmente mais nenhuma.

No entanto, não me irei perder neste ponto...

Uma questão me assolou enquanto assistia às intervenções do "velho" Mário.

Ao vê-lo de crachá gigante na lapela, nesse estilo pitbull bolchevique, perdoem-me o epíteto de pitbull, a minha mente sussurrou-me esta pergunta:

Mas o querido Mário Nogueira faz mesmo o quê?

É professor!

Pensei ir um pouco mais além...

O caríssimo "Professor" Mário Nogueira tem uma vasta carreira no professorado, de quase quarenta anos, sendo que somente em onze desses anos leccionou...

Onze!

Nem sequer cumpre  a "escolaridade obrigatória", ou seja, o 12º ano.

Mas enfim...

Chegamos assim à estranha conclusão, de que o caro Mário Nogueira passou quase trinta anos a saltitar de local em local, de gritaria em gritaria, de greve em greve.

Não sei se colocado em alguma escola ou sem colocação efectiva.

Na última aula que o dito "professor" leccionou, ainda não deveriam existir computadores nas salas, reinando ainda esvoaçante a Bandeira Portuguesa em Macau.

Isto é obra.

Subsiste em mim esta dúvida imensa, enquanto assisto, ano após ano, ao infernizar da vida de Pais e Avós com as "suas" greves que chegam sempre por época dos testes e exames, não podendo deixar de me questionar...

O tempo do Mário também vai ser contabilizado?

É que assim fica mais complicado, alguém criticar deputados e acessórios.

Eu até aceito que contabilizem os anos que os professores reivindicam, só para não ter de ouvir dias afim este Senhor "Professor", perdão Sindicalista...

Quer dizer, não sei.

Mas por favor, descontem-no directamente desse tempo de ausência do Senhor Mário Nogueira.

É que pelas minhas contas, e não sou bom em matemática, o último aluno deste "Professor" já deve andar pelos seus trinta anos.

Isto é só rir...

Ou não.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

11
Mai18

Uma Questão de Género!

Filipe Vaz Correia

 

O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, vetou o diploma de Lei que permitia a mudança de género para jovens com idade compreendida entre os 16 e 18 anos.

A principal razão para este veto prende-se com a ausência de um relatório médico que atestasse a dita alteração e assim não permitisse uma rede de segurança, numa decisão tão importante na vida destes jovens.

Parte de uma Esquerda mais radical gritou bem alto a sua indignação, vociferando as sempre valorizadas questões de liberdade individual, esquecendo-se porém, que esta atitude do Presidente da República visa proteger em primeiro lugar aqueles que fariam uso desta nova lei.

Dirão que Marcelo foi Conservador...

Pois foi e concordo completamente.

Num mundo em constante evolução, é por vezes necessário saber construir o futuro, sem quebrar bruscamente os alicerces que fundamentam a Sociedade, saber caminhar sem queimar etapas.

Aqui não entra nenhuma questão de limitação da liberdade, como infelizmente ouvi da parte de alguns deputados, mas sim permitir que essa liberdade seja usada com um certo equilíbrio.

A partir do 18 anos, julgo ser possível a qualquer cidadão, usar o seu género ou identidade da maneira que melhor lhe aprouver, da forma como entender mais fiel a si mesmo, no entanto, permitir que essa escolha fosse feita sem barreiras, numa fase adolescente e principalmente sem aconselhamento médico, poderia constituir um erro com graves repercussões, nessas mesmas vidas.

Por tudo isto, mais uma vez exclamo...

Muito bem, Professor Marcelo!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

12
Nov17

A Madrinha Do Professor Marcelo!

Filipe Vaz Correia

 

Nunca pensei escrever isto:

Não lhe admito, Professor Marcelo!

Era o que faltava que falasse em meu nome num assunto desta sensibilidade, num misto de gravidade intrínseca do Ser versus a incredibilidade do pensamento, que se arrepia ao ouvir tais palavras.

Estava eu tranquilo da vida, num apoio intenso ao meu Presidente da República, numa admiração quase perfeita, de um reencontro com aquela Direita a que pertenço, quando sou confrontado com este gigantesco insulto:

"Maria Cavaco Silva é há mais de vinte anos, a Madrinha de todos os Portugueses."

Palavras ditas pelo actual Presidente da República e que me provocam uma imensa vontade de gritar:

Não!

Minha madrinha não é!

Eu permito que o Professor Marcelo enquanto Presidente de República, fale por mim nos mais variadíssimos assuntos, sejam eles a Soberania da Nação, a União Europeia, a influência de Portugal no mundo, se devemos ou não sair do Euro, se deveremos ou não invadir Marrocos...

Aceito tudo isso com gosto mas neste caso, com esta gravidade, nem pensar.

Aquela parolice, própria da Senhora em questão, sempre me irritou, aquele género omnipresente abanando a cabeça atrás do seu legitimo Esposo...

Abomino a palavra Esposo, mas não resisti, pois considero a neste caso, bem apropriada.

É Esposo, sim senhor!

Tudo em Maria Cavaco Silva me causa uma certa irritação, por isso pela primeira vez, desde há muito tempo, discordo imensamente do Professor Marcelo...

A quem com tanto carinho, chamo:

O meu Presidente da República.

Por fim, de todas as anteriores Primeiras-Damas, eleger Maria Cavaco Silva como Madrinha dos Portugueses, é no mínimo ridículo, pois mesmo que o critério seja o facto de estar viva, graças a Deus, ainda temos outra Primeira-Dama entre nós:

Manuela Eanes.

E convenhamos, neste caso, seria um  privilégio.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

28
Out17

Chega de Bate Papo...

Filipe Vaz Correia

 

Marcelo não está disponivel para bate papos...

Gostei.

Bate papo quer dizer uma conversa informal, ou jogar conversa fora, segundo consegui apurar, e essa parece ser a expressão adequada, ao momento em causa.

Alguém, leia-se PS, estará a tentar uma vendetta contra o Presidente, por causa da sua "desleal", segundo alguns, intervenção aquando dos malfadados incêndios que arrasaram parte, deste nosso querido País.

Marcelo sabe muito, está longe dos tempos da vichyssoise, e por isso não se deixou envolver pela polémica, pelos golpes baixos de um sector Socialista, ainda, com tiques de outro tempo...

Um tempo Socrático.

Distante desses tempos, com um Presidente que gere como poucos os timmings e a comunicação, ao contrário do que antes acontecia, o País não se deixa enganar por uma novela escrita nas páginas do Jornal Oficial do PS ou através de uma esquisita encomenda na primeira página do Público.

O País está ao lado de Marcelo, e terá de continuar atento, assim como, o deve fazer o actual Presidente da República...

Todo o cuidado não é demais, quando em jogo está a feroz máquina Partidária, de um dos mais eficazes Partidos, do sistema político Português.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

17
Out17

O Discurso Do Presidente!

Filipe Vaz Correia

 

Depois do miserável discurso de António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa falou ao País, dando expressão à sua função de Presidente da República, aconchegando a alma dos que muito perderam, credibilizando o papel político que exerce.

Marcelo falou de vários pontos, não se furtou às questões, compreendendo o momento delicado que vivemos, dando razão às dores, que a todos atormentam.

Marcelo falou ao País real, do País real, da perda, da dor, da tragédia e das responsabilidades...

O Presidente da República, indicou o caminho, não se coibiu de apontar o rumo que teremos de seguir, nesta "última oportunidade para levarmos a sério a floresta".

Pediu que o Governo não deixasse de retirar consequências de toda esta tragédia, numa clara assunção de responsabilidades, tentando demonstrar que um novo ciclo não poderá passar pelas mesmas pessoas, pelas mesmas políticas.

Tentou ainda alertar para a importância de incluir todos nesta reforma da nossa floresta, numa solução que terá de ser, evidentemente, inclusiva...

Passar por todos os Partidos.

Uma das frases que mais gostei de ouvir, foi aquela que na minha opinião, me pareceu dirigida a António Costa e ao seu discurso naquela malfadada madrugada:

" Pensar a médio ou longo prazo, não significa convivermos com estas tragédias."

Muito obrigado, Senhor Presidente da República.

Sobre a Moção de Censura apresentada pelo CDS, ficou o pedido para a Assembleia clarificar o real apoio do actual Governo, deixando assim o recado a PCP e a BE.

Por fim, o lado fraterno e carinhoso de um Presidente, que não se inibe de pedir desculpas ao País, algo que apenas o dignifica, o aproxima ainda mais das pessoas, se mostra como mais um de nós.

Marcelo esteve, na minha opinião, muito bem.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

01
Set17

Os Fantasmas de Cavaco Silva!

Filipe Vaz Correia

 

A visita de Cavaco Silva à Universidade de verão do PSD, resumiu-se a uma meia dúzia de desabafos, enigmas justificativos numa mente embrenhada, nos pensamentos meio enevoados de um homem cansado, zangado, ressabiado.

De todas as suas palavras, das muitas que me esforcei por descodificar, apenas uma referência me indignou, visto que a considero absolutamente injustificada...

As indirectas a Marcelo.

Não que o Presidente da República precise de defesa, pois imediatamente respondeu com elegância, trato e dimensão à altura da sua inteligência e perspicácia, no entanto, não deixaram de me incomodar.

A diferença entre os dois é gigantesca, pois é, essa mesma diferença deve incomodar o anterior Presidente Português, pois deve, e acima de tudo a ligação profunda que Marcelo construiu com as pessoas, deve deixar verdadeiramente enfurecido, o eterno não político português...

Acima de tudo isso.

Cavaco Silva vê-se como um estadista, um oráculo de certezas inquestionáveis e a forma como terminou a sua vida política deve de certa maneira, confundir as certezas solidificadas dentro da pequenez, que o seu ego contempla.

Esta forma de critica, pouco frontal, até cobarde, escondida por trás de narrativas confusas, apenas confirma a relativa saloiice do personagem, o mundo pouco colorido da pessoa em questão.

Marcelo prima por ser hiperactivo, por vezes até frenético, nos actos, nas palavras, mas tem desempenhado o seu papel de maneira absolutamente formidável, aportando classe à Instituição, trazendo consigo Humanismo, proximidade, elevando o nível a que estávamos habituados no exercício desta função.

Cavaco com a sua habitual falta de chá, bebida certamente desconhecida para o personagem, tentou naquele lugar fazer um ajuste de contas com Marcelo, não entendendo que essencialmente o que todos conseguiram vislumbrar com estas suas palavras, foram os fantasmas que o circundam, atormentam...

Enfim ensombram, a memória majestática que guarda de si mesmo e que apenas o seu circulo mais próximo poderá corroborar.

Acima de tudo, recordou-nos dos tempos empoeirados da sua Presidência.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

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