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Caneca de Letras

Caneca de Letras

22
Jan20

Até Quando Drº Varandas?

Filipe Vaz Correia

 

A triste pena Leonina, essa que me entristece e esmaga, foi uma vez mais desnudada nas quatro linhas de um campo em Braga.

Há muito que não escrevo sobre o Sporting, sobre as agruras que atormentam um adepto Sportinguista, no entanto, chega sempre o momento de desabafar...

Nesta despedida da Taça da Liga, o Sporting deixou em campo fragilidades e incompetências, desnorte e confusões, arruaças e tempestades.

Não existe margem para dúvidas, este Sporting é uma caricatura da sua História, essencialmente por culpa daqueles que actualmente o dirigem.

Neste caso não aceito culpas imputadas a anteriores direcções, por muito que todos saibamos o que aconteceu na anterior vigência, reféns de um déspota tresloucado, visto por tantos como salvador.

Frederico Varandas e sua equipe são os responsáveis por este caminho, caminho seu, por estas contratações ou pela falta delas, construindo um Sporting medíocre, frágil e desmedidamente incompetente.

Tantas contratações falhadas, vislumbres de projectos incongruentes, tamanhas escolhas erradas, marcando um destino que se apresenta como pequeno para a dimensão deste tamanho clube.

O Sporting está escangalhado, dividido, enfrentando o pior período da sua História, numa busca errante por títulos e vitórias.

Esta derrota em Braga, este desconexo percurso de uma época para esquecer, demonstra à saciedade o epílogo de uma direcção, de um Presidente que não conseguiu ser o Presidente de todos os Sportinguistas.

Quer queiram ou não queiram, somente um caminho permitirá resgatar o futuro do nosso Sporting...

Eleições!

Todos os caminhos que não este nos guiarão ao amargurado abismo que se tem revelado o legado do Drº Varandas.

Até quando?

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

20
Jan20

A “Infame” Perseguição À “Princesa” De Angola...

Filipe Vaz Correia

 

Parece que, agora, o mundo todo se reuniu para tramar a Srª Isabel dos Santos...

De Luanda a Lisboa, de Lisboa até ao Mónaco.

Isto de facto quando se junta um conjunto de malfeitores, capazes das maiores ignomínias, de calúnias infames, para destruir a imagem impoluta de uma família, sabemos estar diante do fim do mundo.

O que se está a passar com a "querida" Belinha, perseguida em seus bens, nos holofotes da opinião pública, faz enternecer de pena este vosso escrevinhador...

Como pode acontecer, a tão nobre figura, tamanha campanha de maledicência?

Já não chegam os editoriais do Jornal de Angola, nem a sua polícia política, nem mesmo esse medo reinante em cada esquina de Luanda, no antigo regime, para agora se virarem todos a chamar de ladra a antiga princesa do regime...

Já não existe pudor?

O seu marido vem carpir na praça pública as amarguras de sua mulher...

Que belo...

Cristão...

Entre mafiosos, por vezes, as purgas são violentas, violentamente  desnudadas, deixando à saciedade a podridão das suas práticas, dos seus costumes, das suas maneiras.

Isabel dos Santos é apenas isso...

Uma vilã, do mais baixo nível, embrulhada em milhões, de milhões, de dólares manchados de sangue...

Sangue Angolano, Português e de muitos mais, sem nome ou memória.

Que continue a purga...

Pois, neste caso, é bem merecida.

 

Filipe  Vaz  Correia

 

 

 

 

 

 

 

11
Jan20

“Depois Não Se Queixem!”

Filipe Vaz Correia

 

Irá Cristina Ferreira candidatar-se à Presidência da República?

Uma notícia veiculada pela revista Visão, onde essa hipótese é aflorada, sendo depois não desmentida pela própria no 5 para a meia-noite de Filomena Cautela.

Claro está que a doce Cristina não veio falar deste assunto numa perspectiva de se candidatar contra o queridíssimo Professor Marcelo, nem nas próximas duas ou três eleições...

A Princesa da Malveira tem contrato com a SIC e não poderia abandonar os seus espectadores da manhã, de um momento para o outro, já para não falar do seu pomposo e merecido ordenado.

Muitos soltaram a voz numa crítica feroz a este atrevimento da apresentadora, apontando o dedo a Cristina Ferreira e a esta Era de fazer política através do mediatismo popular, no entanto, nada me parece mais injusto...

De que forma foi eleita a querida Joacine?

Foi através do mediatismo das redes sociais, fazendo valer a cor, a gaguez ou até outro tipo de populares minorias, que viram nesta "superficialidade" programática uma forma de se sentirem representados.

Programa eleitoral?

Não interessou.

E o "estimadíssimo" André Ventura?

O deputado que se deu a conhecer ao povo nos ecrãs da CMTV, entre crimes e futebol, se calhar é a mesma coisa, entre frases feitas e boçalidades, entre "Passos" e Ciganos.

Programa eleitoral?

Apareceu depois das eleições, denunciado por Daniel Oliveira, sendo que o André logo o tratou de rasgar, apresentando novas ideias, não fossem as pessoas se aperceber das barbaridades nele incluídas.

E não ficamos por aqui...

Já sei que me vão falar de Marcelo Rebelo de Sousa e do seu programa na TVI, RTP e novamente TVI...

Meus caros, claro que esse programa lhe trouxe notoriedade e popularidade, porém, será de bom tom reconhecer que Marcelo já existia antes desses programas, com pensamento e densidade política, algo que o separa dos exemplos anteriormente citados.

Mas enfim...

A Cristina, ainda, não é candidata à Presidência da República, no entanto, se algum dia o for terá o mesmo direito que os Venturas, as Joacines ou outros da vida, forjados na televisão ou em outras plataformas mediáticas que lhes servem de alavanca para programas com pouco sumo mas carregados de populismo.

Por entre populismos e indiferença assim vai andando a democracia Portuguesa...

Como dizia um amigo:

"Depois não se queixem!"

 

Filipe Vaz Correia

 

 

10
Jan20

PSD: Entre Um Erro E Um Intervalo...

Filipe Vaz Correia

 

Este é um artigo carregado de penitências...

Penitências plasmadas em algumas linhas deste texto.

Em primeiro lugar penitenciar-me pela citação extraída da intervenção de Daniel Oliveira no Eixo do Mal e que dá titulo a este post...

"Um erro e um intervalo". 

Onde isto irá parar?

Já estou a citar o estimadíssimo Daniel Oliveira?

Depois...

Uma segunda penitência por todos os meus textos onde expressei a esperança em Rui Rio e nessas suas ideias que julgava poderiam transformar o partido, assim como, dar um novo rumo ao Centro-Direita Português.

A poucos dias das directas do PSD, julgo ser acertado dizer que Rio não será mais do que um intervalo na disputa eleitoral, nesse futuro laranja, Social Democrata.

No entanto, não obstante as desilusões Canequianas deste vosso amigo em relação ao candidato Rui Rio, não posso deixar de escrever o desmedido erro que seria se o PSD voltasse, por um instante, aos tempos do Passismo, ou seja, buscando através de Luís Montenegro um caminho que anteriormente se revelou equívoco e desagregador.

De Miguel Pinto Luz não gastarei muita dessa tinta imaginária que pincela este texto, não só pela falta de substância do candidato, como também pelo desnorte de rumo que se traduziram as suas posições.

Penitências minhas...

Penitências de um PSD que tarda em se reencontrar.

Neste fim de semana, nesse acto eleitoral que envolverá, somente, 30 ou 40 mil militantes, o PSD buscará uma resposta para as batalhas internas, demasiadas, que se somam nestes últimos anos, no entanto, será avisado explicar que não se afigura provável essa tranquilidade ou clarificação tão ansiada por tantos militantes e simpatizantes...

Pois dessa escolha entre um intervalo e um erro raramente poderá nascer esperança.

A esperança de uma verdadeira alternativa política.

Enfim...

Que venha o sol pois as laranjas vão podres.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

09
Jan20

O Entardecer Em Lisboa

Filipe Vaz Correia

 

O entardecer...

Sentado na esplanada de um café acompanho o entardecer em Lisboa, esse cair de tarde que nos suspende e deslumbra, por entre, a fascinante luz da capital Lusitana.

O rebuliço das gentes não permite a muitos de nós esse apreciar que se impunha, pois as pessoas correm entre transportes, se aglomeram entre o percorrer do ponteiro do relógio...

Trabalhos para entrar, filhos para ir buscar, rotinas a cumprir que não esperam nem calam.

Aqui me encontro sentado...

Nos rostos marcados se buscam as preocupações e as alegrias, mãos dadas e finais de cena, luzes e mais luzes dos carros, luzes que parecem reinar e surgir à medida que o entardecer dá lugar ao anoitecer, esse escurecer tão certo como o trilho de um destino.

Volta sempre a cair a noite, volta sempre a raiar o dia, assim sucessivamente nesse entrelaçado mosaico de existência.

As decorações de Natal ainda brilham, mesmo passado o dia de Reis, numa despedida anual...

Gente e mais gente, sorrisos imprecisos e gestos desmedidos, correrias intermináveis e pedaços de melancolia, tudo se encaixa nessa passadeira carregada de riscos e rabiscos que marcam o dia a dia.

Assim neste entardecer pinto esta folha em branco, essa tela de vida que passa em meus olhos, por entre os olhar das gentes, que se cruzam com o olhar deste que vos escreve.

Num blog, neste Sapo, que mais do que relatos nos permite pincelar o quotidiano de cada um.

O entardecer...

O entardecer em Lisboa.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

05
Jan20

Um Gato Fedorento A Caminho Da SIC...

Filipe Vaz Correia

Ricardo Araújo Pereira foi apresentado na SIC...

Felipa Garnel deve estar, ainda, a tentar contratar Fernando Mendes.

Mas como não o consegue fazer, esqueceu-se de renovar com o principal trunfo da TVI e da TVI24...

No entanto, parece que a estimada senhora já foi demitida da TVI, entrando para o seu lugar Nuno Santos, num caminho compreensível e de sobrevivência, tendo em conta o cenário sombrio que se aproxima da estação de Queluz de baixo.

Depois de Cristina Ferreira, Ricardo Araújo Pereira soma favoritismo a uma SIC em Pole Position, traduzindo um quadro pincelado em fortes e garridas cores que desenham o futuro televisivo Português.

Parabéns à SIC e a Daniel Oliveira...

Uma lição de como se faz televisão.

 

 

Filipe vaz Correia

 

 

19
Dez19

Ana Gomes E O “Bom” Nome De Isabel Dos Santos...

Filipe Vaz Correia

 

Dou por mim a defender Ana Gomes...

A que ponto isto chegou.

Ana Gomes está no tribunal de Sintra a ser julgada num processo instaurado após uma queixa de Isabel dos Santos que acusa a antiga Eurodeputada de ter atentado contra o seu “bom” nome e reputação.

Ora sejamos honestos, Ana Gomes não deveria ser julgada por uma coisa que é impossível de ser verificada, ou seja, o “bom” nome da Exma. Sra. Isabel dos Santos.

Neste momento esse “bom” nome já não se verifica nem por terras Angolanas.

Enfim...

Tudo o que foi dito por Ana Gomes, não é mais do que a constatação evidente de uma realidade que durante décadas se verificou no Regime Angolano, cercado por Cleptócratas e suas famílias, usando e dispondo do erário publico a belo prazer.

Ana Gomes vai mais longe, acusando a banca Nacional de ser conivente com essa lavagem de dinheiro que abundantemente passava por Portugal.

Aqui Del Rei que falou da banca Portuguesa...

A sério?

Já ouviram falar do BESA?

Não?

Ainda o estamos a pagar através do Novo Banco...

Claro que Ana Gomes não poupou nas palavras, não se escusou nos adjectivos para catalogar essa “empresária”, estando agora sujeita ao banco dos réus para justificar essas mesmas palavras.

Não deveria ser ao contrário?

Eu que até sou extremamente Conservador no que à Justiça diz respeito, aqui concordo com a inversão do Ónus da prova, ou seja, por via das dúvidas sentava a Exma. Sra. Dª. Drª. Isabel dos Santos, não quero que lhe faltem os títulos, no banco dos réus para que tivesse a oportunidade de nos explicar como construiu a “sua” fortuna...

É que uma coisa é a Justiça, e nesse caso sou intransigente, outra coisa é comédia, que infelizmente parece ter tomado conta de alguns processos judiciais em Portugal.

Bom nome?

Tenha decoro.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

18
Dez19

Na “Ilha” De Centeno...

Filipe Vaz Correia

 

Mais um Orçamento apresentado por Mário Centeno, o quinto se não estou em erro, num caminho de política Orçamental que parece estar a dar imensa discussão, dentro e fora do espectro do Governo.

Gosto de Mário Centeno, gosto imenso, o que tendo em conta se tratar de um Ministro das Finanças Socialista, e sendo eu um Conservador de Direita, poderia parecer um contra-senso...

Mas não creio que o seja.

Na minha opinião, Centeno nada tem de Socialista, nada...

Aliás isso parece ser cada vez mais evidente, sobretudo com as pouco secretas divergências, transcritas nas páginas dos jornais, opondo o Ministro das Finanças a António Costa, a Marta Temido ou até mesmo ao “desaparecido” Ministro Cabrita.

Durante os quatro anos de Geringonça, tenho por certo, ao Ministro Centeno se deve o singelo facto de Portugal não só ter apresentado contas certas, como também não termos sido obrigados, uma vez mais, a pedir intervenção externa para a consolidação das contas públicas.

Um Governo Socialista, apoiado pelo Bloco de Esquerda e o Partido Comunista, tinha tudo para resvalar para esse despesismo Histórico, de Guterres a Sócrates, nesse encontro da História com os valores que norteiam estes Partidos.

Esse rigor de Mário Centeno foi o garante de uma consolidação Orçamental, fundamental para a credibilidade externa, credibilidade essa essencial para a recuperação do estatuto de Portugal nos mercados financeiros que servem de “financiadores” de capital para as necessidades do País. 

Centeno não é um “aparelhista”, alguém ligado às estruturas partidárias, sendo para mim evidente que será mais um Social-Democrata do que um Socialista, sendo mesmo mais representativo do Centro-Direita do que de uma Esquerda Ortodoxa ou Europeia.

O seu legado de contas certas, de uma certa intransigência Orçamental, é a prova certeira deste pensamento.

Neste momento, cada vez mais crente nos rumores que dão certo um afastamento entre no Ministro das Finanças e restante Governo, temo que este possa ser o último orçamento apresentado por Mário Centeno, cansado de tentar domar os instintos despesistas que parecem abundar no seio deste novo Governo.

Quem viu as declarações de Centeno sobre este Orçamento e viu o vídeo propagandista de António Costa no YouTube, vê que dois mundos separam estes homens, duas visões antagónicas parecem marcar esta nova vida política...

E aqui não tenho duvidas, aliás nunca as tive...

Estou ao lado de Mário Centeno.

Direi mais...

Se o Ministro das Finanças sair deste Governo, como parece ser certo, esse será o primeiro passo para o abismo orçamental do Governo de António Costa, tendo por certo que deixaremos de falar sobre excedentes orçamentais para passar a debater os números do crescimento da despesa.

Gostemos ou não, foi essa ilha de Centeno, esse “bunker” de rigor financeiro, que permitiu à Geringonça ter resistido aos anseios despesistas dos seus parceiros de Governação.

Agora que o pudor de Costa parece ter desaparecido, nessa insana vontade de gastar, ouvimos em surdina relatos dessa essência Socialista que vai ganhando força nos assentos do Conselho de Ministros, provocando mau-estar entre o sector das finanças e restantes membros de Governo.

Sendo este um Governo construído por António Costa, através de ligações partidárias e “compadrios” de confiança pessoal, deverá tornar difícil, a alguém que vem da Sociedade Civil como Mario Centeno, fazer valer as suas posições, mesmo com o estatuto granjeado pelo actual Ministro das Finanças.

Assim não deve surpreender que Mário Centeno possa ter perdido a paciência para lidar com tão desbravada insanidade.

Até lá observemos os sinais, atentemos ao valor das palavras, para tentar descodificar cada perigo que se apresenta neste destino político que se desenha para este nosso Portugal.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

12
Dez19

Os Milhões Do SNS...

Filipe Vaz Correia

 

Eu acredito no Serviço Nacional de Saúde.

Esta afirmação parece corriqueira, no entanto, tendo em conta o que se ouve pelos recantos da política Portuguesa ou o desinvestimento feito pelos sucessivos Governos neste sector do Estado, importa acentuar esta afirmação.

O Governo do PS anunciou um investimento, aprovado em Conselho de Ministros, de 800 Milhões de Euros no SNS.

Muito bem.

A este Governo, ou melhor ao da Geringonça, sempre apontei como maior defeito o desinvestimento no SNS, esse agonizar da Saúde dos Portugueses cada vez mais entregues ao sector privado para poderem resolver as suas doenças.

Digo e repito...

O SNS está à beira da ruptura e encontra-se numa situação vergonhosa.

Dito isto, não posso deixar de apreciar o anúncio destes números, apesar de estes não serem elevados tendo em conta as carências, porém mais importante do que avaliar o número global de investimento, importa saber como serão investidas estas verbas, onde serão investidas ou se serão mesmo investidas...

Estamos habituados a anúncios pomposos feitos por sucessivos Governos que com o passar do tempo não se verificam, num espectáculo mediático para alegrar o povo e contentar os mais distraídos.

Estaremos diante de mais um número teatral?

Ao ouvir a Ministra Marta Temido, fico com a sensação de uma luta intensa entre a dita Ministra e Mário Centeno, o senhor das finanças, num agitar de rumo que marcará o futuro de tal medida.

Espero estar enganado.

De uma coisa me sobra a certeza...

Urge cuidar da Saúde, deste sector público do Estado, para o bem estar da população, como pilar fundamental de um Estado Democrático.

Sem isso, assistiremos ao reforço do populismo e das demagógicas soluções de “tiranetes” providenciais, num desencontrado encontro entre a frustração das populações e o deslumbramento dos gabinetes Ministeriais.

Que venham então essas 800 Milhões de razões para se vislumbrar alguma esperança num SNS a cair de “velho”.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

11
Dez19

O Mundo Sapo... “Através Do Olhar De Uma Caneca De Letras”

Filipe Vaz Correia

 

Recebi o relatório anual, enviado pela equipa do Sapo Blogs, com os dados do Caneca de Letras.

Visitas e visualizações, reacções e comentários, amigos e anónimos, que aparecendo por aqui encheram de alegria este canto Sapiano repleto de Letras.

Foi mais um ano de prosas e poesias, de sentimentos e emoções, de noticias e opiniões, nessa mistura de ideias e sentidos que me atrevo a partilhar.

Textos de partidas e chegadas, de abraços e despedidas, de saudades...

Intemporais saudades que insistem em se fazer ouvir.

Neste entrelaçado rendilhado de esperanças e desesperanças, marcadamente Canequianas, não sobram palavras para agradecer àqueles que dispensando o seu tempo partilharam neste espaço a sua opinião, escrevendo textos e palavras, amarrando o seu querer à imensidão de expressões que acabaram por caracterizar esta Caneca de Letras.

Dos nomes destacados neste relatório, dos que mais comentaram por aqui, sobressaem...

MJPSarinMariaLuisa de SousaRobinson KanesAnaO Último Fecha a PortaCalimeroBia.

A todos um obrigado imenso, do tamanho do mundo, nesse sentir que me pertencendo, pertence também àqueles que generosamente, dia após dia, aceitam partilhar experiências e pontos de vista.

Não posso deixar de juntar aqui, a estes nomes, o Jaime Bessa, o Lourenço Botelho de Sousa, o Triptofano, a Teresa, o Miguel Pastor, a Sal e Pimenta, o Leão da Estrela, entre tantos outros...

Obrigado.

Por fim, agradecer à equipa do Sapo Blogs por, mais uma vez, neste ano terem carinhosamente acompanhado esta Canequinha carregada de Sapos, destemidamente à procura de uma singela leitura, por entre uma amena troca de ideias.

A todos, uma vez mais...

Obrigado.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

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