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Caneca de Letras

Caneca de Letras

28
Abr20

Bolsonaro: Um Escroque No Poder!

Filipe Vaz Correia

BRASIL MOSTRA A TUA CARA

"Esta canção de Cazuza permanece imortal"



Às vezes parece que a estupidez Humana se torna ainda mais inverosímil quando transportada para a desenhada realidade que nos cerca.

O Brasil...

O belo e extraordinário Brasil.

Os dias que correm são de estupefacção para quem de fora olha para dentro, para as esventradas entranhas de tão fascinante Nação.

Senti aquando da eleição de Jair "Messias" Bolsonaro, só o Messias já não augurava nada de bom estando este Messias aliado à IURD, uma sensação de arrepio Histórico, uma presença de desmedida estupidez.

Sei bem o quão difícil deve ter sido para o Povo Brasileiro ter de optar entre os corruptos do costume (PT) e o anunciado homem "providencial" que chegava montado em frases populistas e chavões religiosos.

Não deve ter sido fácil...

Mas estava à vista de todos.

Bolsonaro subiu ao poder, a escadaria do Palácio da Alvorada, num respirar fundo e passo em frente de uma Nação rumo ao abismo.

Militares, Evangélicos e o lobby das armas...

Que amálgama tão jeitosa.

Tudo para correr mal...

Bolsonaro que não passa de um boçal rodeado de escroques, tomava as rédeas do Pais e entrelaçava a sua ignorância aos destinos de mais de 200 Milhões de pessoas.

Triste samba.

Durante esta Pandemia ficou patente aos olhos de quase todos, claro que Bolsonaro também tem a sua Guarda Pretoriana, os seus indefectíveis, a sua Juve Leo...

Ficou claro aos olhos de todos a fragilidade dos seus ocos discursos, daquela moralidade estupidificante amarrada aos Evangélicos, daqueles chavões trauliteiros próprios de homens das cavernas.

Tudo ruiu...

Tudo está a ruir.

E porquê?

Porque nem sempre o salto em frente se apresenta como solução, nem sempre o desespero pode ser combatido com os vendedores de banha da cobra ou com déspotas que prometem matar o inimigo, sem pensarmos que quando chegar a nossa vez ninguém estará para impedir o desequilíbrio daqueles a quem entregámos as chaves de um País.

No meio desta Pandemia, com números falseados e políticas indescritíveis, o Brasil vive agora uma tragédia política com as demissões de Mandetta e Moro, sendo que este último saiu estrondosamente, implodindo as bases do que sobrou do Governo Bolsonaro e consequentemente do Bolsonarismo.

Acho que por lá ainda consta o nome da "Viúva Porcina", estrela mediática deste Governo, no entanto, até Regina Duarte já dá sinais de desgaste e abandono.

O Brasil está carregado de suspeitas, a corrupção de sempre, que não mudou, de assassinatos e chantagens, por entre, os filhos do Presidente e o seu circulo mais privado.

Mas o que esperavam ao votar num escroque?

O que esperavam ao votar num ignorante?

E agora?

O PT não é solução, antes pelo contrário, aliás nunca o foi.

Quem poderá aparecer, quem poderia agarrar no legado do último estadista que o Brasil teve sentado no Palácio da Alvorada, Fernando Henrique Cardoso...

Quem?

Não sei como poderá o Brasil sair deste período dramático da sua História, por entre, o acelerar da Epidemia, a tragédia económica e a loucura política ou Governamental.

De uma coisa tenho a certeza...

Não será com demagogos e populistas como Bolsonaro e sua trupe.

Disso estou certo.

Boa sorte, Brasil!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

05
Abr20

Tem Calma André!

Filipe Vaz Correia

 

Tem calma André!

Parece que o estimadíssimo André Ventura se demitiu da Presidência do Chega...

Isto de estarmos em tempos de Coronavirus, tempos de Pandemia, é uma grande chatice para populistas demagogos sempre à espreita de um pedaço de atenção.

Uma chatice porque este tipo de crise, tende a dar às pessoas a razoabilidade para descartarem aqueles charlatães que pululam pela beira do mediatismo, em busca da frase de café que os catapulte para a crista da onda.

Nestes tempos o jovem André andava desaparecido, sem espaço ou tempos de antena, mesmo a sua tentativa de caridade foi desmascarada pelo Padre que o recebeu...

A ele, à sua vasta comitiva e aos fotógrafos que foram acompanhar e publicitar o momento.

Citando o mesmo Padre:

"Caridade não necessita de publicidade."

Enfim...

Neste tempo, neste turbulento tempo para populistas, André Ventura encontrou uma brecha, desesperada expressão de encontrar um espaço nos cabeçalhos do jornais, nessa tentativa de resgatar as atenções perdidas.

Este vírus está a roubar o mediatismo ao jovem André, por entre, a tragédia e os elogios à postura de outros políticos de espectros mais tradicionais do panorama "polítiqueiro" Nacional.

Uma demissão, um agitar da maresia em bicos de pé...

Nestes tempos fica mais fácil destrinçar um singelo demagogo.

Não é André?

Que maçadoria.

 

Filipe Vaz Correia

 

 

28
Mar20

RE-PUG-NAN-TE...

Filipe Vaz Correia

 

O discurso do Ministro das Finanças Holandês no Conselho Europeu, não foi o único, é absolutamente repugnante...

António Costa assim o classificou e muito bem.

Parece que nada aprendemos com a crise de 2008, sendo que muitos dos que saltaram para fora do barco se apresentam capazes de fazer o mesmo assim que o Tsunami económico chegue.

Uma barbaridade.

Uma coisa a União Europeia terá de repensar...

O seu propósito.

Se não serve para uma solidária resposta num caso como este, então não servirá para nada.

Gostaria, não sei se gostar será o verbo, de ver o que valeria a Economia Holandesa, Austríaca, Húngara sem o chapéu de chuva do Euro.

Mantendo este tipo de atitude, se calhar, iremos descobrir mais cedo do que julgamos.

Pois desta resposta se fará o futuro da União Europeia.

Repugnante...

Bela palavra Senhor Primeiro-Ministro...

Absolutamente repugnante.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

27
Mar20

Onde Estão Os Liberais?

Filipe Vaz Correia

 

No meio desta Pandemia, uma perguntar vem ao de cima:

Onde estão os liberais?

Passámos anos a ouvir teorias liberais, de profusas eminências pardas, que dissertavam sobre o peso do Estado na sociedade e na economia, teorizando tantas vezes sobre como deveríamos decrescer esse peso para sustentar o crescimento económico.

Agora...

Nestes momentos desapareceram essas vozes, esses entendidos que se deparam com esta transformação, vociferando agora por uma intervenção daquele monstro, o dito Estado, que tanto amaldiçoaram.

O Estado tem de intervir na economia, de intervir na sociedade, de impor regras e leis, de prevenir descalabros nas empresas e particulares.

Como Conservador, sempre defendi a intervenção do Estado e o seu peso na sociedade, talvez nos meus anos de juventude, 20 anos, no auge do sonho e aventura política, tenha tido uma pequena costela liberal, mas que logo se extinguiu ao observar os exemplos que nos anos seguintes me foram chegando.

O mercado regula-se a si mesmo, criando oportunidades e servindo de balança e estimulo à sociedade...

Muitos são os que defendiam este princípio, aqueles que gritavam à saciedade esta frase como mandamento maior dos seus valores.

O que esta crise pandémica vem certamente desnudar é a fundamental necessidade de existir um Estado forte, capaz de intervir e regular os princípios, muitas vezes selvagens, da nossa economia...

Um Estado capaz de ser rigoroso com as contas públicas, criando superávits em tempos de crescimento económico, pagando a divida pública, para podermos respirar em tempos de crise.

Nunca como agora isto ficou tão evidente.

Investir no SNS não pode ser algo de somenos, mas sim um imenso pormaior, nesse entrelaçado de escolhas que importa salientar.

Assegurar um caminho sem falhas, afastando os populistas que buscam, nas entrelinhas, fraquezas nas instituições democráticas que sustentam as Nações.

Imaginemos o programa do Partido Chega, do jovem André, que propunha o fim do SNS, a diminuição da Segurança Social e a minimização do papel do Estado no nosso sistema...

Imaginemos o que poderia ser esse cenário neste tempo de Pandemia.

Mas não falemos apenas de liberalismo económico...

O programa do BE propunha o endividamento do Estado como forma de sistematicamente alimentar os pedidos da sociedade civil, abrangendo déficits sistemáticos na casa dos 3%...

O que seria chegarmos aqui, com a divida pública que temos e com déficits sempre na casa de 3%?

Uma tragédia?

Claro.

Não existe espaço para populistas e demagogos, talvez esta crise pandémica nos possa fazer compreender, enquanto civilização, este facto.

Enfim...

Sobram questões e não faltam contradições por estes tempos mas mesmo assim arrisco voltar a perguntar:

Onde estão os Liberais?

Onde?

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

27
Jan20

Chicão: O Exterminador Implacável!

Filipe Vaz Correia

 

Francisco Rodrigues dos Santos é o novo Presidente do CDS...

O Chicão venceu o congresso.

O CDS decidiu, os seus militantes, enterrarem em Aveiro o legado de Paulo Portas, resgatando do seu passado o CDS de outros tempos.

Ficou para trás o PP criado nas entrelinhas de Portas e reapareceu o CDS mais conservador, mais rural, mais de acordo com a sua matriz cristã e de direita.

De todos os candidatos à liderança do Partido, Filipe Lobo d'Ávila era aquele que eu acreditava poder caracterizar uma mudança serena mas efectiva, concreta mas pacífica, porém logo se percebeu que esta disputa estaria entre João Almeida e Francisco Rodrigues dos Santos, dois candidatos vindos da juventude popular ou centrista, que simbolizavam dois mundos diferentes.

João Almeida um projecto à imagem de Paulo Portas e Chicão um exterminador desse legado.

Venceu o segundo, de forma inequívoca, numa verdadeira expressão de querença daqueles militantes, num tempo onde o CDS vê ameaçada a sua posição no quadrante político nacional.

Esta fuga para a frente, este passo rumo a um futuro arriscado, encontrou nessa esperança Centrista, o caldo de cultura ideal para justificar esta ruptura.

O CDS será um Partido verdadeiramente de direita, encostado ao lado conservador do País, de facto fazia falta, podendo assim disputar esse eleitorado que se entregou desesperadamente ao populismo de André Ventura.

O desafio maior de Chicão será descobrir um caminho sólido para recuperar gente, resgatar pessoas e ideais sem cair no populismo do Chega, mas sem medo de se assumir com a matriz identificadora dos princípios fundadores do Partido.

Um facto me apavora...

Chicão fazia parte da direcção do SCP de Francisco Varandas.

Não é um bom augúrio.

Num País carente de oposição, Francisco Rodrigues dos Santos e a sua liderança têm em mãos um trabalho hercúleo, carregado de dificuldades depois da fraquíssima "liderança" de Cristas.

Neste salto em frente, o CDS encontra um dos seus maiores desafios...

A refundação ou a extinção.

De uma coisa estou certo...

Chicão, o exterminador implacável, matou o PP.

Viva o CDS.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

14
Jan20

Alguém Liberta "O Livre"?

Filipe Vaz Correia

 

O Partido Livre vive tempos agitados, num período pós-eleitoral que ameaçava ser um tempo de alegria e afirmação.

Parece que um grupo de militantes irá propor, no congresso deste fim de semana, o afastamento da Deputada Joacine Katar Moreira, num gesto que confirma o ambiente de tempestade que se vive intra-muros.

A "querida" Joacine parece ter feito refém todo o Partido, desrespeitando as suas indicações de voto ou através de afirmações desencontradas num constante navegar da onda mediática.

O Partido de Rui Tavares habituou os cidadãos, mesmo aqueles que não se identificam com o Livre, a uma postura intelectualmente atrevida, desafiando ideias ou conceitos programáticos, na Busca por ser uma alternativa entre o PS e a Esquerda mais radical, PCP e BE...

Com a chegada de Joacine, o Livre nem sequer se transformou num Partido de Extrema Esquerda, transformou-se somente numa anedota contada em surdina.

Por incrível que pareça a entrada para o Parlamento deste Partido tornou-se o seu maior pesadelo, entregue às mãos de uma egocêntrica representante que se perdeu inebriada pelo seu "umbigo".

Mesmo que consigam libertar o Partido do jugo desta Deputada, coisa que duvido, que consigam desfazer as amarras que os unem, não será demais dizer que os danos causados por esta deputada ao Partido serão irreversíveis.

Enfim...

Este é o exemplo de como a superficialidade de uma pessoa, mesmo sustentada pela "febre" da popularidade nas redes sociais, pode destruir o trabalho de tantos, em tão pouco tempo.

Ao contrário do que muitos antecipavam não é a gaguez o maior problema desta Deputada...

É a soberba bacoca com que julga o "mundo".

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

11
Jan20

“Depois Não Se Queixem!”

Filipe Vaz Correia

 

Irá Cristina Ferreira candidatar-se à Presidência da República?

Uma notícia veiculada pela revista Visão, onde essa hipótese é aflorada, sendo depois não desmentida pela própria no 5 para a meia-noite de Filomena Cautela.

Claro está que a doce Cristina não veio falar deste assunto numa perspectiva de se candidatar contra o queridíssimo Professor Marcelo, nem nas próximas duas ou três eleições...

A Princesa da Malveira tem contrato com a SIC e não poderia abandonar os seus espectadores da manhã, de um momento para o outro, já para não falar do seu pomposo e merecido ordenado.

Muitos soltaram a voz numa crítica feroz a este atrevimento da apresentadora, apontando o dedo a Cristina Ferreira e a esta Era de fazer política através do mediatismo popular, no entanto, nada me parece mais injusto...

De que forma foi eleita a querida Joacine?

Foi através do mediatismo das redes sociais, fazendo valer a cor, a gaguez ou até outro tipo de populares minorias, que viram nesta "superficialidade" programática uma forma de se sentirem representados.

Programa eleitoral?

Não interessou.

E o "estimadíssimo" André Ventura?

O deputado que se deu a conhecer ao povo nos ecrãs da CMTV, entre crimes e futebol, se calhar é a mesma coisa, entre frases feitas e boçalidades, entre "Passos" e Ciganos.

Programa eleitoral?

Apareceu depois das eleições, denunciado por Daniel Oliveira, sendo que o André logo o tratou de rasgar, apresentando novas ideias, não fossem as pessoas se aperceber das barbaridades nele incluídas.

E não ficamos por aqui...

Já sei que me vão falar de Marcelo Rebelo de Sousa e do seu programa na TVI, RTP e novamente TVI...

Meus caros, claro que esse programa lhe trouxe notoriedade e popularidade, porém, será de bom tom reconhecer que Marcelo já existia antes desses programas, com pensamento e densidade política, algo que o separa dos exemplos anteriormente citados.

Mas enfim...

A Cristina, ainda, não é candidata à Presidência da República, no entanto, se algum dia o for terá o mesmo direito que os Venturas, as Joacines ou outros da vida, forjados na televisão ou em outras plataformas mediáticas que lhes servem de alavanca para programas com pouco sumo mas carregados de populismo.

Por entre populismos e indiferença assim vai andando a democracia Portuguesa...

Como dizia um amigo:

"Depois não se queixem!"

 

Filipe Vaz Correia

 

 

10
Jan20

PSD: Entre Um Erro E Um Intervalo...

Filipe Vaz Correia

 

Este é um artigo carregado de penitências...

Penitências plasmadas em algumas linhas deste texto.

Em primeiro lugar penitenciar-me pela citação extraída da intervenção de Daniel Oliveira no Eixo do Mal e que dá titulo a este post...

"Um erro e um intervalo". 

Onde isto irá parar?

Já estou a citar o estimadíssimo Daniel Oliveira?

Depois...

Uma segunda penitência por todos os meus textos onde expressei a esperança em Rui Rio e nessas suas ideias que julgava poderiam transformar o partido, assim como, dar um novo rumo ao Centro-Direita Português.

A poucos dias das directas do PSD, julgo ser acertado dizer que Rio não será mais do que um intervalo na disputa eleitoral, nesse futuro laranja, Social Democrata.

No entanto, não obstante as desilusões Canequianas deste vosso amigo em relação ao candidato Rui Rio, não posso deixar de escrever o desmedido erro que seria se o PSD voltasse, por um instante, aos tempos do Passismo, ou seja, buscando através de Luís Montenegro um caminho que anteriormente se revelou equívoco e desagregador.

De Miguel Pinto Luz não gastarei muita dessa tinta imaginária que pincela este texto, não só pela falta de substância do candidato, como também pelo desnorte de rumo que se traduziram as suas posições.

Penitências minhas...

Penitências de um PSD que tarda em se reencontrar.

Neste fim de semana, nesse acto eleitoral que envolverá, somente, 30 ou 40 mil militantes, o PSD buscará uma resposta para as batalhas internas, demasiadas, que se somam nestes últimos anos, no entanto, será avisado explicar que não se afigura provável essa tranquilidade ou clarificação tão ansiada por tantos militantes e simpatizantes...

Pois dessa escolha entre um intervalo e um erro raramente poderá nascer esperança.

A esperança de uma verdadeira alternativa política.

Enfim...

Que venha o sol pois as laranjas vão podres.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

06
Dez19

Donald Trump, Parte II... “O Impeachment”!

Filipe Vaz Correia

 

Nancy Pelosi anunciou formalmente, esta quinta-feira, que o Impeachment Presidencial irá avançar, pedindo para que sejam redigidas as acusações que servirão de base ao processo apresentado no Senado.

Depois de ouvir vários especialistas em Direito Constitucional, parece claro para os Democratas que existem fundamentos para este impeachment a Donald Trump.

As acusações contra o actual Presidente Americano estarão sustentadas em três crimes...

Obstrução à justiça, Suborno e Abuso de poder.

O cerco aperta-se para Trump, enredado num chorrilho de trapalhadas, num continuo caminhar rumo ao abismo.

O Senado, Órgão que terá de votar favoravelmente este impeachment, para que este cenário possa ser realidade, é constituído por uma maioria de Senadores Republicanos.

Este ponto é incontestavelmente um pormaior, permitindo ao Presidente Americano acreditar numa vitoria neste novelesco capitulo.

Porém, independentemente do resultado desta votação, não se pode ignorar o imenso desgaste que todas estas situações causaram na imagem de Donald Trump, incrivelmente submerso neste tortuoso caminho.

Uma sinuosa questão deverá atormentar alguns Senadores Americanos...

Dar a Trump um voto para o salvar ou em contrapartida fazer cumprir a lei e assinalar com reprovação a patética actuação do actual residente da Casa Branca.

Veremos...

No entanto, quanto mais se escuta, mais se sabe, mais conhecemos, mais sobra a profunda convicção de um Presidente impreparado para a função, inadequado no cargo.

Enfim...

Talvez a derrota de Trump não se concretize às mãos de um qualquer adversário, em campanha eleitoral, talvez esta possa surgir entrelaçada à “estupidez” inerente ao seu próprio personagem.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

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