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Caneca de Letras

Caneca de Letras

09
Jan20

O Entardecer Em Lisboa

Filipe Vaz Correia

 

O entardecer...

Sentado na esplanada de um café acompanho o entardecer em Lisboa, esse cair de tarde que nos suspende e deslumbra, por entre, a fascinante luz da capital Lusitana.

O rebuliço das gentes não permite a muitos de nós esse apreciar que se impunha, pois as pessoas correm entre transportes, se aglomeram entre o percorrer do ponteiro do relógio...

Trabalhos para entrar, filhos para ir buscar, rotinas a cumprir que não esperam nem calam.

Aqui me encontro sentado...

Nos rostos marcados se buscam as preocupações e as alegrias, mãos dadas e finais de cena, luzes e mais luzes dos carros, luzes que parecem reinar e surgir à medida que o entardecer dá lugar ao anoitecer, esse escurecer tão certo como o trilho de um destino.

Volta sempre a cair a noite, volta sempre a raiar o dia, assim sucessivamente nesse entrelaçado mosaico de existência.

As decorações de Natal ainda brilham, mesmo passado o dia de Reis, numa despedida anual...

Gente e mais gente, sorrisos imprecisos e gestos desmedidos, correrias intermináveis e pedaços de melancolia, tudo se encaixa nessa passadeira carregada de riscos e rabiscos que marcam o dia a dia.

Assim neste entardecer pinto esta folha em branco, essa tela de vida que passa em meus olhos, por entre os olhar das gentes, que se cruzam com o olhar deste que vos escreve.

Num blog, neste Sapo, que mais do que relatos nos permite pincelar o quotidiano de cada um.

O entardecer...

O entardecer em Lisboa.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

19
Jun19

Glória Vanderbilt: Um Século De Glamour...

Filipe Vaz Correia

 

Glória Vanderbilt...

Tantas palavras para escrever, sinónimos por encontrar, numa história que daria um livro, uma teia que teceria um romance, um apelido que moldaria um País.

Os Vanderbilt serão o mais aproximado do que se poderia chamar de Realeza Americana, esse complexo Americano, transposto para a realidade nessa boçalidade visível em cada instante Trump, esse pedaço de ignorância grotesca espelhado na Casa Branca.

Desapareceu tranquilamente a herdeira desse nome carregado de glamour, e como nos tempos que correm ganha substância cada pormenor de elegância, uma "personagem" delicada, no entanto, afirmativa, numa mistura de forma artística e inovadora, de classe e revolucionária.

Anderson Cooper disse:

" A minha Mãe viveu sempre nos holofotes da opinião pública."

Como não poderia deixar de ser, pois desde a sua tenra idade, marcou o momento mediático Americano, por entre julgamentos populares, escândalos fashion, sempre pautados pela arrogante subtileza de um legado...

O legado Vanderbilt.

E assim, num singelo pormenor da história, desaparece alguém superiormente maior, mesmo que num tempo, onde não existe tempo para compreender o alcance de tamanha figura.

Até sempre, "Cisne" de Nova Iorque.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

26
Mai17

Infância!

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Resgatei do passado;

Um quadro tão antigo,

Um esboço traçado,

De um tempo perdido...

 

Reencontrei esse pedaço de mim;

No fundo da memória,

Uma espécie de abraço sem fim,

Descrevendo a minha história...

 

Descrevendo o que um dia esqueci;

Alegrias e ternuras,

Momentos que perdi,

Traquinices e aventuras...

 

Pinceladas de amizade;

Carregadas de emoção,

Impregnadas de saudade,

Invadindo o coração...

 

E regressando a esse tempo;

Onde fui criança;

Recordando por um momento;

Esse pedaço de esperança,

Da minha infância.

 

 

 

 

 

 

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