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Caneca de Letras

Caneca de Letras

25
Dez19

Desejos De Um Feliz Natal!

Filipe Vaz Correia

 

A todos um Feliz Natal...

O tempo passa e as palavras vão chegando em ritmo acelerado, por entre o alvoroço de cada momento, o corrupio dos dias.

Meus queridos amigos Canequianos, todos sem excepção, desejo-vos um Feliz Natal junto daqueles que mais gostam.

A vida é feita de imagens e pinceladas, de palavras e poemas, de aguarelas e melodias, todas elas entrelaçadas a memórias e histórias, pedaços de nós e dos nossos...

Por isso e sem mais delongas, aqui fica este abraço sincero a todos aqueles que durante todo o ano por aqui passam num generoso acto de partilha nesta Caneca repleta de Letras.

Mais uma vez...

Um Feliz Natal.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

25
Dez18

"Um Feliz Natal..."

Filipe Vaz Correia

 

E chegou o Natal...

Por isso não posso deixar de o assinalar aqui, no "Caneca", mesmo que desde há oito anos, esta não seja uma altura muito feliz para mim.

No entanto, nesta permuta de experiências, de vontades e palavras, tenho reencontrado uma sensação inexplicável, "Canequiana", de sarar feridas, de recuperar desejos e sorrisos.

Um Feliz Natal é o que posso a todos desejar, junto daqueles que mais amam, perto dos que mais os completam.

A todos um Feliz Natal.

A Desconhecida, o Triptofano, o Robinson Kanes, o Último Fecha a Porta, a Tudo Mesmo,  a Ana, o Delfim Cardoso, o Jaime Bessa, a Verinha, O Lourenço, o Manel, o Anjinho, o Júlio Farinha, A Terminatora, a Rapariga do Autocarro, a Beia Folques, o Miguel Pastor, o Francisco Laranjeira, o José da Xa, entre tantos outros...

A todos vós que acompanham este pedaço de mim, com a imensidão do vosso carinho, um Feliz Natal, carregado de estima e amizade.

A toda a equipa Sapo, também, um Feliz Natal.

Um abraço.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

27
Dez17

É Natal, É Natal!

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Oiço os sinos a tocar;

As pessoas carregadas de afecto,

Gentes a quem abraçar,

Abraços repletos,

E os meus olhos a carregar,

Tamanhas lágrimas...

 

Oiço risos e sorrisos;

Graúdos e pequenos,

Gestos imprecisos,

Por entre os desenhos,

Da minha solitária, solidão...

 

Está frio nesta rua;

Rua despida para mim,

Está frio nesta loucura,

Aprisionado pedaço sem fim...

 

É Natal;

É Natal,

É Natal...

 

É Natal;

Mas não nesta poesia.

 

 

26
Dez17

Obrigado, Professor Marcelo!

Filipe Vaz Correia

 

O Natal de Marcelo Rebelo de Sousa, demonstrou uma vez mais, a imensa vontade de ser um pedaço de nós, deste Presidente da República...

Tantas e tantas vezes acusado de excessos, no que toca aos afectos, às palavras, por muitos que hipocritamente passam pela política, sem deixar uma recordação maior.

Marcelo voltou a abraçar, a beijar, a tocar tantos corações que por estes dias, sentem mais do que em qualquer outro, o vazio.

Marcelo sentou-se em muitas cadeiras esvaziadas pela dor, destruídas pelos incêndios deste verão, deste outono, transformado em verão...

Marcelo tentou sem parar, preencher com amor, a dor que certamente teimava em persistir nos olhares magoados, de tantos habitantes de Pedrógão Grande, de Castanheira de Pêra, ou de Figueiró dos Vinhos.

O centro do País, recebeu de maneira grata, esta presença carregada de esperança do "nosso" Presidente da República, uma presença que não suprimindo as malfadadas ausências de Amigos, Filhos, Maridos, Mulheres, Pais e Avós, vitimas das tragédias que esventraram este Portugal, deixou aos olhos de todos uma querença num futuro que se anseia de reconstrução.

Para aqueles que ainda não compreenderam esta forma de fazer política, amarrados aos antigos tiques politiqueiros, talvez esteja na hora, de se concentrarem mais no coração das pessoas e menos nos seus ouvidos, cansados de tanta demagogia, de tamanha hipocrisia.

A palavra que Marcelo mais ouviu, por estes dias, daqueles que verdadeiramente lhe importavam, foi obrigado...

E daqui, desta Caneca cheia de orgulho em si, aqui fica também, o meu obrigado.

Obrigado,  Prof. Marcelo!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

24
Dez16

Quem disse que o Pai Natal não existe?

Filipe Vaz Correia

 

Há mais de 30 anos que deixei de acreditar no Pai Natal...

Deixei de crer nessa fábula cheia de magia, nesse homem de barbas brancas, barrigudo, que durante a noite de Natal, percorre o mundo no seu trenó, puxado por renas trabalhadoras, descendo chaminés, para que nenhum menino fique sem os presentes por que tanto haviam sonhado, durante o ano.

Acreditava tanto nesse mágico mundo, que ficava acordado tentando espreitar pela porta da cozinha, na casa da minha Tia em Santa Luzia, na esperança de poder vislumbrar esse herói que povoava a minha tenra mente.

Nada era mais encantador que este pensamento, deste velhinho barbudo e os seus Duendes, trabalhando todo o ano para que naquela noite, todos os meninos do mundo tivessem direito à sua pequena parte de felicidade.

Como qualquer criança, existe um dia em que somos confrontados com essa imensa desilusão, com essa realidade que esventra o sonho e nos desperta para a racionalidade que povoa o mundo dos crescidos...

Dos adultos.

O Pai Natal não existe!

Frase chocante porém verdadeira e que nos faz deixar de sonhar...

Assim cresci, senti-me adulto, já não uma criança, pois havia ultrapassado aquele conto para meninos pequenos.

Assim se passaram trinta anos, a contar a mesma história a sobrinhos, a ver crianças a passar pelo mesmo sonho irrealista...

Mas a serem felizes.

Até que um destes dias, na minha televisão o Pai Natal apareceu...

Um homem de barbas longas e brancas, despido do seu fato encarnado, de lágrimas nos olhos e com uma história para contar:

Morrera o seu Duende mais querido...

O número um.

Um menino de cinco anos, que agonizava na cama de uma unidade hospitalar, pedindo a presença do Pai Natal...

E ele chegou.

Eric Schmitt-Matzen, o nome do Octogenário que se abeirou da cama daquela pequena criança, moribunda e que através daquela imagem sentada na beirinha do seu leito, voltava a sorrir.

O medo de não saber para onde iria, passara, o receio dessa famigerada morte que certamente inquietava o seu coraçãozinho, amenizava, a esperança de um encontro há muito desejado ganhava vida.

Num último abraço, aquele Pai Natal acolhia no seu regaço toda uma vida, curta, passageira, mas a esperança e alegria que este mesmo abraço representava era maior do que os medos, o tempo, o sonho...

Era maior que tudo!

Naquele instante o menino soube, através dos seus olhos e do seu coração que o Pai Natal existia, era real, estava ali com ele.

Assim morreu, acochegado por aquelas longas barbas brancas, daquele homem que muitos dizem não existir.

Para trás, ficavam as lágrimas que escorriam pelo rosto daquele velho homem, que descera a chaminé daquele hospital, para trazer um pouco de magia a um cenário carregado de tristeza.

Através destas imagens, das palavras de Eric, também eu voltei a acreditar, a ter essa certeza...

O Pai Natal existe e estava ali diante dos meus olhos.

Pois só o Pai Natal poderia ter uma história destas para contar.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

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Comentários recentes

  • BC

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  • Filipe Vaz Correia

    Minha querida BC...Como gosto de sentir o carinho ...

  • Filipe Vaz Correia

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    Tenho olhado para elas todos os dias de manhã… que...

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