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Caneca de Letras

Caneca de Letras

28
Jan19

Operação Marquês: Uma Questão De "Família"...

Filipe Vaz Correia

 

A Operação Marquês...

A instrução deste Processo arranca esta segunda-feira, regressando um frenético tempo que irá amarrar a opinião publica, ao fracturante debate que tanto apaixona a nossa "Sociedade"...

José Sócrates.

Este processo traz consigo interrogações e perplexidades, sendo a maior delas, esse seu lado caseiro ou familiar que parece atravessar toda a "trama".

Se tivermos atenção a todo este enredo, verificamos que ele se entrelaça, por entre, a afortunada Mãe e o seu terno Filho, o Primo abastado e o Amigo generoso, que é mais do que um Irmão, a ex-Mulher e seus tiranos Filhos, que ameaçam o Paizinho perante o atraso da obra, naquele recôndito "appartement" que parece não lhe pertencer.

E quando pensávamos que apesar de familiar, se limitava à família Pinto de Sousa, eis que não...

A "pequena" Bárbara, a Filha, envolvida por seu Papá, o Vara, arrastada para a barra de um tribunal, apenas por um ou outro milhão.

E o pior é que até acredito na versão da "menina"...

Juro!

Por entre, ligações e confusas transacções, questiono-me...

Se por um acaso, não estará equivocada a Justiça?

Não será este um caso para o tribunal de família?

Fica a questão...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

 

29
Set18

É De Justiça Que Estamos a Falar?

Filipe Vaz Correia

 

Sinceramente não consigo entender porque razão não se usa aquele jogo do pedra, papel ou tesoura para se escolher o Juiz de instrução...

Num País com mais de dez milhões de habitantes e milhares de Juízes, em pleno Séc. XXI, só duas pessoas estão habilitadas para serem Juízes de Instrução.

Parece mentira mas pasme-se...

Estamos perante a verdade.

Seria então mais fácil, juntar estes dois Juízes numa sala e cumprindo o ritual do pedra, papel ou tesoura encontrarem uma conclusão feliz para tamanha curiosidade.

Será Ivo Rosa o Juiz de Instrução, em virtude desse tal sorteio, o que levou logo a um chorrilho de rumores e insinuações sobre o papel deste em prol das defesas dos arguidos.

Segundo aprendi nos "aninhos" em que andei pelo Curso de Direito, este papel também não era de somenos importância mas reflexo dos tempos que correm, parece cada vez ter menos relevância.

Podemos assim depreender, atendendo às insinuações, que essas mesmas pessoas teriam uma certa esperança ou percepção de que com o Juiz Carlos Alexandre estariam criadas as condições para se beneficiar o Ministério  Público...

Será?

Ou então acreditariam que o Juiz Ivo Rosa não teria a competência para fazer cumprir a lei?

A Justiça não pode estar amarrada a este tipo de desconfiança, de duas ou três alternativas abençoadas, reduzindo assim essa mesma Justiça a um sensacionalismo mediático que apenas a prejudicará a médio prazo.

Enfim...

Aguardemos pelo percurso próprio de um processo como este, sem especulações e sem populismos.

E que sejam condenados os que tiverem de o ser e não menos importante...

Absolvidos os que tiverem de o ser.

Pois é de Justiça que estamos a falar.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

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