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Caneca de Letras

Caneca de Letras

21
Nov19

A "Nova" Vida de José Mourinho... O "Velho" Special One!

Filipe Vaz Correia

 

A nova vida do “velho” José Mourinho...

Quando durante o dia de ontem foi anunciado aquilo que já todos começavam a suspeitar, ou seja, que José Mourinho era o novo treinador do Tottenham Hotspur, logo o planeta futebol se encheu de reacções e palavras, muitas delas elogiosas mas também imensas daqueles que ao longo do tempo criaram antipatia pelo Special One.

Mourinho viverá um novo “momentum”, uma oportunidade para diluir aquela impressão que ficou dos últimos tempos em Manchester, onde apesar de ter conquistado títulos, sobrou a sensação de insucesso.

O dilema que se colocará a Mourinho, será essa obrigatoriedade de vencer, de construir, de conquistar...

Num clube como o Tottenham, com muitos adeptos desconfiados pelo amor que tinham por Pochettino, Mourinho encontrará um dos maiores desafios de sua carreira, num projecto onde poderá definitivamente resgatar a imortalidade que tantas vezes tocou.

Há muito, talvez desde o Inter de Milão, que Mourinho não saboreia o triunfo total, aquele patamar de afirmação que torna em Deuses os personagens principais da História...

Isso não aconteceu em Madrid, apesar da Liga, nem no Chelsea, onde jamais deveria ter voltado, e muito menos em Manchester, encurralado entre a administração e esse poderoso fantasma denominado de Alex Fergunson.

Aqui em Londres, no norte de Londres, Mourinho recebe uma folha em branco, bem encadernada, trabalho de excelência feito por Maurício Pochettino, no entanto, desnudada de títulos, verdadeiros sucessos que se eternizam nesse futuro imaginado na mente dos seus adeptos...

Esse será o destino de José Mourinho, o único caminho que lhe restará para calar aqueles que ignorando o seu curriculum, antecipam o seu presente como uma miragem de um passado, embora recheado de títulos, absolutamente ultrapassado.

Espero que Mourinho tenha usado este tempo que esteve parado para inovar e refrescar a sua ideia de jogo, ousando e temperando a sua rigidez táctica com pinceladas de destempero, mesclando a certa cautela com a imprevisível loucura que tanto acrescenta espectáculo a este futebol moderno.

Klopp ou Guardiola são exemplos disso mesmo e não vejo razões, pelo contrário, para não esperar de Mourinho os mesmos predicados.

Uma nota retirei desta nova realidade de José Mourinho...

A mudança de grande parte de sua equipe técnica, muitos deles que o acompanharam em vitórias memoráveis, mas que por variadíssimas razões o deveriam prender a uma ideia de jogo com mais de 15 anos.

Mourinho ousou mudar nomes e mentalidades, restando agora observar se isso se irá reflectir na forma de jogar da sua equipe, do seu Tottenham.

Boa sorte José Mourinho, ou melhor...

Special One.

 

 

Filipe vaz Correia

 

 

04
Nov19

André Gomes E Son Heung Min: Uma História De Horror!

Filipe Vaz Correia

 

Que dia triste para o futebol...

Mais do que a bola que entra ou aquela que sai para fora, está a integridade física de um atleta, a condição maior de um jogador.

Neste Domingo, no Everton vs Tottenham, um arrepiante momento tomou lugar, um desventurado instante marcou e marcará a vida de dois homens...

Son Heung Min e André Gomes.

O André, fadado pelo destino num desafortunado encontro com uma lesão que lhe poderá ditar o fim da carreira, uma fractura exposta do tornozelo, num arrepiante momento que a todos aterrorizou...

E Son Heung Min, jovem talento da equipa Londrina, no papel de um vilão incapaz de sustentar o seu involuntário acto.

Nos olhos do Sul-Coreano fica plasmado o horror, a tristeza ardente de um gesto, sem maldade, mas que marcará a sua vida e a daquele que se tornou a sua vítima.

Ao olhar para aquelas imagens, não pude deixar de me contorcer com a dor do André, a desarmada pincelada de pesadelo que na face de todos transparecia, no entanto, sobrava a pena, palavra desgraçada, para com o causador de tamanha tragédia.

No olhar de Son Heung Min se entrelaçava esse medo, essa culpa, inocente culpa, que ameaça amarrar o solitário peso de um Ser Humano.

Tive pena pelo André e pena pelo Son...

O Futebol, assim como a vida, tem destes momentos, incapazes de interpretação ou poesia, somente a singela noção de um destinado fado, escrito nas nuvens, em dia de tempestade.

As melhoras meu querido André Gomes...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

23
Jul19

Boris Johnson: O Trump Britânico?

Filipe Vaz Correia

 

Boris Johnson é o novo líder do Partido Conservador, assumindo amanhã a liderança do Governo Britânico.

Ora aqui está uma notícia desanimadora para aqueles que acreditam em política, ou melhor, numa forma de fazer política diferente, com substância e valores, com princípios e carácter.

Boris é um populista, um homem que já foi o mesmo e o seu contrário, várias vezes, em vários momentos, desmedidamente ao sabor do vento.

Boris é um fanfarrão trauliteiro, muito em voga nos dias que correm, mais amarrado aos gestos mediáticos do que às ideias, mais preso à luz das câmaras do que ao valor do pensamento.

Mas não será, hoje em dia, a política isto?

Talvez seja...

Para todos os que expressaram o seu desagrado para com Theresa May, nos quais me incluo, esperem pelo que aí vem.

Será, certamente, um tempo nublado por terras de Sua Majestade.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

24
Jun19

A Louca Realidade De Um Interminável Brexit...

Filipe Vaz Correia

 

Parece que Boris Johnson será a resposta do Partido Conservador à trapalhada que se vive na política Britânica.

Boris vs Corbyn numas futuras eleições?

Que escolha mais difícil, entre um louco despenteado, platinado L'Oréal, e o careca operário, a solução apresentada pelo Partido Trabalhista, ou seja, dois cromos de fraca qualidade num dilema desesperante.

Talvez uma fuga em massa de Ingleses rumo à pequena Escócia na esperança que este País faça um referendo, mais um, e desta vez se liberte das amarras de um interminável Brexit.

Quem sabe se a Rainha Isabel II não se junta a essa romaria de Emigrantes, ficando apenas como soberana Escocesa e restante Commonwealth, deixando para trás o circo montado por políticos medíocres, incapazes de gerir a louca realidade que iresponsavelmente criaram.

Nesse louco mundo "Brexiano", ficam as expectativas daqueles que vivendo neste turbilhão de incerteza e insegurança se entrelaçam na incógnita visão de um futuro, sem respostas ou soluções.

Assim se caminha, sem saber como Boris poderá dar esperança, ao mesmo tempo que sobra a incerta certeza de que Corbyn também não a trará.

Todos rumo à Escócia, enquanto as fronteiras são inexistentes.

Talvez a cosmopolita Londres se junte numa Independência, tentando o Brexit do próprio Brexit.

O que seria?

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

28
Mar19

A "Louca" Crise Do Brexit...

Filipe Vaz Correia

 

A crise do Brexit está ao rubro, prometendo arrastar a União Europeia para este limbo Britânico que amarra Milhões de Almas a este inferno.

O Parlamento Inglês, caminha decisão após decisão para esta, incerta, certeza de um desastre anunciado...

Explanado desde o dia do tão famigerado Referendo, construido com base em incompetências e falsidades.

Incompetência de quem o convocou, senhor Cameron, e falsidades entrelaçadas a personagens como Farage ou Boris Jonhson.

Parece claro que, neste momento, muitos dos que votaram a favor deste Brexit acordaram para a terrível desesperança que esta saída poderá representar...

E ninguém mais do que os Britânicos irão pagar essa factura.

No meio deste desordenado Brexit, poderemos estar aqui a falar, muito provavelmente, do fim do Reino Unido, tal como o conhecemos, pois será certamente incapaz de lidar politicamente com a insatisfação dos Norte-Irlandeses ou dos Escoceses.

Já para não falar desse outro País, de seu nome, "Londres".

Para piorar a situação, Inglaterra tem como "líder", expressão inadequada, Theresa May, numa mistura explosiva de incompetência e desastre.

Nesta selva política, fonte de populismos e ignorância, talvez só um segundo Referendo pudesse clarear opções, trilhar rumos, buscando soluções para tamanho labirinto.

O que sobra, por entre adiamentos e ameaças, acordos falhados e vociferaria, será o destino de Ingleses e Europeus, num futuro ameaçado por sombrias decisões.

A partir daqui se irá escrever a História de uma nova Inglaterra, numa nova Europa, num desatinado tempo, cada vez mais escasso, nessa desperançosa vontade de recuperar o que parece esquecido...

O bom-senso.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

27
Nov18

11 De Dezembro: Brexit ou Therexit?

Filipe Vaz Correia

 

Está escolhida a data para a votação do Brexit no Parlamento Britânico...

Mais do que saber se o Reino Unido levará a cabo este acordo com a União Europeia, saberemos se a Primeira-Ministra Theresa May sobreviverá a tamanha prova de fogo.

Saberemos se teremos ou não...

"Therexit"!

Olhando para toda a turbulência provocada por este principio de acordo, atrevo-me a dizer que muito dificilmente ele passará no Parlamento, contando com a certa rejeição dos Trabalhistas mas também com uma alta taxa de reprovação entre os Conservadores que são a base de apoio da actual Primeira-Ministra.

Dentro desta equação, teremos de juntar os Unionistas da Irlanda do Norte, uma espécie de reserva que dá vida a este Governo e que já alertou para o desagrado provocado por esta solução de Theresa May.

Muitos acalentam a esperança de um novo Referendo, realidade cada vez mais distante, por clara escassez de tempo.

Neste impasse vivido em terras de Sua Majestade, não me parece que seja esta a solução capaz de unir o futuro Britânico, antes pelo contrário...

Poderá implicar a independência da Escócia e o fim de um projecto liderado por May, abandonada ao seu destino, por um ideal que não tinha inicialmente defendido, ao invés de Boris ou Farage.

Dia 11 de Dezembro, não sei se o Parlamento votará o Brexit mas creio que decretará o "Therexit".

Sem dúvida.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

26
Dez17

Isabel II...

Filipe Vaz Correia

 

60 anos depois, mais uma mensagem de Natal da Rainha Isabel II, aos 91 anos, repletos de História, tradição e coragem.

Como a própria salientou, salientando as diferenças entre a primeira mensagem televisiva gravada e os tempos actuais, um mundo as separam, um mundo de aprendizagem e erro, de crescimento e evolução.

Isabel II é uma Monarca que aprendi a gostar e respeitar...

É a Monarca que aprendi a gostar e respeitar.

Quem diria, que há mais de 20 anos, aquando da morte da Princesa Diana, os seus índices de popularidade e aceitação estariam nos níveis em que se encontram, muito para lá do que qualquer político Britânico, poderá sequer sonhar.

Isabel II demonstrou aprender com os erros que ao longo do tempo foi cometendo, nunca os repetindo, sempre se adaptando às novas gerações e aos pensamentos que com elas cresciam.

Nesta mensagem de Natal, não deixou de referir a importância dos atentados em Londres e Manchester e acima de tudo, a importância daqueles que sobrevivendo, se apresentaram para fazer renascer esse espírito Britânico, numa reconstrução de vontades e querença.

A referência ao Príncipe de Edimburgo, seu Marido, de 96 anos, não só se confere de legitima justiça, como também de um justo tributo, para com quem há mais de seis décadas, partilha vida e destino.

A nobreza do acto, a delicadeza da mensagem, contrasta com a inaptidão com que alguns Monarcas dos tempos modernos, se movem neste mundo comunicacional actual, nesta constante divulgação de informação...

Isabel II é para mim uma referência, uma digna parte de um todo, de um imaginário digno de um filme de Errol Flynn, de um cenário saído de uma produção de Hollywood.

O casamento do Príncipe Harry com Meghan Markle, é apenas mais uma demonstração da imensa capacidade, de Isabel II  se adaptar, adaptando sem receio o papel da Monarquia Inglesa, de acordo com os tempos em que vivemos...

Sem perder essa imensa capacidade de deslumbrar, deslumbrando com a tradição intemporal.

E assim, sabendo perpetuar o seu legado e também o legado daqueles que lhe seguirão...

Eternamente seguirão.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

01
Dez17

As Trapalhadas de Mr. Donald Trump...

Filipe Vaz Correia

 

Mais uma polémica envolvendo Donald Trump...

Desta vez o Presidente Norte Americano, divulgou uns tweets que continham vídeos propagandistas, anti-muçulmanos, pertencentes a um grupo de Extrema Direita, Britain First.

Este gesto provocou um terramoto político entre os Estados Unidos e o seu tradicional aliado, Reino Unido, com troca de Tweets entre a Primeira Ministra Theresa May e Donald Trump...

Várias foram as figuras no Reino Unido, assim como, nos Estados Unidos que se apressaram a demonstrar a sua indignação por esta atitude de Trump, num desconcertante momento que poderá marcar indubitavelmente, as relações entre estes dois países.

Para a situação se tornar mais inverossímil, a porta voz da Casa Branca veio alegar, em defesa do Presidente Americano, que os ditos vídeos podem não ser verdadeiros, no entanto, mesmo que estes careçam de veracidade, o que importa realçar é a mensagem inerente ao problema indicado por Donald Trump.

Inacreditável!

No meio desta turbulência, causada por mais uma infantilidade de Trump, fica a ideia de que neste ziguezaguear permanente em que se encontra o Presidente Americano, poucos serão aqueles que o apoiarão na esfera política mundial.

Ainda só passou um ano desde que a profecia dos Simpsons, se concretizou...

E há muito que este mandato se tornou numa trapalhona série juvenil.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

27
Nov17

Uma Americana Em Kensington Palace!

Filipe Vaz Correia

 

A Monarquia Britânica é provavelmente a mais tradicionalista e ritualista do mundo, carregada de história e memórias que perduraram, por entre os seus  séculos de existência...

O anuncio do casamento real entre o Príncipe Harry e Meghan Markle, veio quebrar mais um pedaço de história cristalizada pelo tempo, demonstrando uma capacidade de evolução, inimaginável, há algumas décadas atrás.

Não é necessário recuar até aos anos 30, altura em que Eduardo VIII renunciou ao trono por se ter apaixonado por uma mulher divorciada, o que acabaria por abanar os alicerces da Monarquia Inglesa.

Este facto e a sua abdicação, trouxeram-nos até aos dias de hoje...

A um mundo diferente, desmesuradamente diferente.

Este casamento romperá barreiras inimagináveis, não só porque Meghan Markle é divorciada, não só porque é actriz, não só por ser mais velha do que o seu noivo, como também por se tratar de uma Norte-Americana...

Afro-Americana.

Esta mistura de barreiras, todas elas derrubadas por este amor, em jeito de conto de fadas, traz um lado de modernidade, de romantismo, de singularidade, a todos os títulos extraordinário.

Este casamento marcará certamente um tempo, mudará com certeza costumes e abrirá sem dúvida portas e janelas, trancadas há muito, muito tempo.

Ao fim de quase 70 anos de Reinado, o legado que Isabel II deixará para os vindouros, será um misto entre a formalidade inerente à História Britânica, aliado a uma espécie de revolução cultural, muito para lá do que se poderia imaginar...

E assim, observando a noticia do dia, celebra-se um noivado, aguarda-se um casamento, mas essencialmente notam-se os ventos de mudança que renovam uma velha Instituição.

 

 

Filipe Vaz Correia 

 

20
Out17

Os Adeptos Do Watford.....

Filipe Vaz Correia

 

Marco Silva está a surpreender e a encantar a Premier League, depois de na época passada já ter deixado indicações que levaram os dirigentes do Watford a apostar nele, para fazer uma temporada melhor do que a anterior.

E assim está a fazer o jovem Marco Silva, oito jornadas passadas, na melhor Liga do Mundo, onde a competição está patente em todos os jogos, onde todas as equipas podem, verdadeiramente, ganhar a todas as equipas.

Marco é um treinador corajoso, inteligente, que põe o individual ao serviço do colectivo, que consegue agregar sem descompensar, sem deixar de atribuir importância individual, a quem a tem...

Pelas equipas por onde passou, é raro encontrar quem não diga bem dele, jogadores ou adeptos que não o recordem com a sincera sensação, de estarmos perante alguém competente e capaz.

Quem vê o Watford jogar, percebe como ele  irá fazer crescer estes jogadores, como irá dar a descobrir o talento de outros, como irá compatibilizar todos, num compromisso imenso.

Amanhã jogará diante do Chelsea, de António Conte, e aconteça o que acontecer, este meu texto será a prova da minha sincera admiração por este treinador, que um dia representou o meu querido Sporting...

Aliás, que sorte têm os adeptos do Watford por desconhecerem o facto de Marco Silva ser um tipo de duvidoso carácter, que tinha um projecto pessoal para destruir o Sporting Clube de Portugal.

Na final da Taça de Portugal, segundo alguns, pouca responsabilidade teve na reviravolta do resultado e na consequente vitória...

Outros discursaram, outros foram decisivos, outros sabiam tudo.

Tão pequeninos, esses outros.

Que sorte têm os adeptos do Watford, por desconhecerem tais características deste rapaz, pois assim, não serão obrigados a despedi-lo e a contratar um outro treinador para o seu lugar, pago a peso de ouro.

Ficam apenas com o excelente futebol da sua equipa.

Que sorte têm os adeptos do Watford.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

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