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Caneca de Letras

Caneca de Letras

06
Mai19

Nasceu o Bebé "Real"...

Filipe Vaz Correia

 

Nasceu o Bebé "Real".

Sossegue o mundo e sorriam as inquietas almas que ao longo do tempo exasperavam, sussurrando levemente...

Quando nasce o filho de Harry e Meghan?

Quando?

Já nasceu.

Porém, foi menino...

Com esse pequeno pormenor lágrimas jorraram daqueles que sonhavam com uma menina, não por um assomo de feminismo, mas pelo singelo facto de lhe poderem chamar Diana.

Mas enfim, nasceu o rapaz e sorrisos não deverão faltar, em mais um episódio feliz, na mais mediática Família Real.

Para terminar, notar que Rui Rio e Assunção Cristas deverão olhar para este menino com simpatia, pois pelo menos durante alguns minutos, ninguém falará sobre a ausência de neurónios em suas cabeças.

Só boas notícias.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

27
Nov17

Uma Americana Em Kensington Palace!

Filipe Vaz Correia

 

A Monarquia Britânica é provavelmente a mais tradicionalista e ritualista do mundo, carregada de história e memórias que perduraram, por entre os seus  séculos de existência...

O anuncio do casamento real entre o Príncipe Harry e Meghan Markle, veio quebrar mais um pedaço de história cristalizada pelo tempo, demonstrando uma capacidade de evolução, inimaginável, há algumas décadas atrás.

Não é necessário recuar até aos anos 30, altura em que Eduardo VIII renunciou ao trono por se ter apaixonado por uma mulher divorciada, o que acabaria por abanar os alicerces da Monarquia Inglesa.

Este facto e a sua abdicação, trouxeram-nos até aos dias de hoje...

A um mundo diferente, desmesuradamente diferente.

Este casamento romperá barreiras inimagináveis, não só porque Meghan Markle é divorciada, não só porque é actriz, não só por ser mais velha do que o seu noivo, como também por se tratar de uma Norte-Americana...

Afro-Americana.

Esta mistura de barreiras, todas elas derrubadas por este amor, em jeito de conto de fadas, traz um lado de modernidade, de romantismo, de singularidade, a todos os títulos extraordinário.

Este casamento marcará certamente um tempo, mudará com certeza costumes e abrirá sem dúvida portas e janelas, trancadas há muito, muito tempo.

Ao fim de quase 70 anos de Reinado, o legado que Isabel II deixará para os vindouros, será um misto entre a formalidade inerente à História Britânica, aliado a uma espécie de revolução cultural, muito para lá do que se poderia imaginar...

E assim, observando a noticia do dia, celebra-se um noivado, aguarda-se um casamento, mas essencialmente notam-se os ventos de mudança que renovam uma velha Instituição.

 

 

Filipe Vaz Correia 

 

11
Ago17

Diana: Pelo Olhar De William And Harry!

Filipe Vaz Correia

 

A SIC exibiu no Jornal da Noite o documentário, Diana: A Nossa Mãe,  20 anos após a morte da Princesa do Povo...

Pelos olhos dos que lhe eram mais queridos, este documentário impressionou pela participação dos seus filhos, William e Harry, que jamais se haviam demonstrado disponíveis para este tipo de partilha intimista com o público.

Este gesto dos seus filhos, representa um tributo à memória de sua Mãe, ao significado desta na vida de tantas pessoas e essencialmente contribuir para mostrar um lado da Princesa, que lamentavelmente se viu constantemente subalternizado, perante a busca de alguns, por sensacionalismos cruéis que insistentemente a perseguiram...

Esse lado espelhado nas palavras e no olhar daqueles dois homens, um dia meninos, comoveu, envolveu e certamente deixou Diana orgulhosa daqueles rapazes que ali a recordavam.

William e Harry, quebraram regras e tradições, folhearam memórias e retratos, libertaram dores e até rancores, dando um lado honesto e real sobre si mesmos e consequentemente sobre sua Mãe.

Talvez pela primeira vez, ao fim de 20 anos, se possa dizer que ali se falou de Diana sem buscar a sensação, a intriga, a coscuvilhice...

Apenas encontrar o olhar dos muitos a quem tocou, em Angola, em Inglaterra, na Bósnia, num combate sem medos contra a descriminação ou no apoio aos sem-abrigo, na luta contra as minas ou resgatando jovens amputados em viagens que ninguém ousava fazer. 

Apenas encontrar o olhar das pessoas que a amavam...

E quem melhor para falar de uma Mãe?

Do que os filhos que tanto amou.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

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