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Caneca de Letras

Caneca de Letras

05
Nov20

Ainda Não Vou Escrever Sobre as Eleições Americanas... “Simplesmente Porque Sou Supersticioso”

Filipe Vaz Correia

 

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Adormeci e acordei...

Por entre as eleições Americanas, madrugada adentro, fui me deitar sem esperança na Raça Humana, submerso por esse temor da vitória de Donald Trump.

Tanto em jogo...

Como é possível?

Não fui capaz de escrever, não o quis fazer...

Durante o dia fui ganhando coragem, na mesma medida que Biden ia ganhando força nos Estados em contagem, na mesma medida que os votos por correspondência iam dando expressão à tendência que desde o início  acreditei.

Quinta-Feira, meia-noite...

Ainda não sabemos quem será o 46º Presidente dos Estados Unidos, no entanto, Joe Biden parece cada vez mais capaz de ser o Próximo habitante da Casa Branca.

Respiro de alivio, mesmo que olhando para cada parcela de futuro com preocupação, por sentir que se higienizou uma parte de História putrefacta recentemente presente nas entranhas da Sala Oval...

Será que posso estar descansado?

Ainda não se efectivou a vitória Democrata, Biden tem 264 Eleitores, faltando 6 para o número mágico que lhe garantirá a Casa Branca...

Nevada!

Meu belo Nevada...

Será?

E se Biden virar na Pensilvânia?

O que seria?

Não vou festejar, não quero antecipar os desejos mais intensos de minha alma...

Mas olho para esse futuro com o sorriso de Nova Iorque, o solarengo olhar de Boston, a força destemida de Los Angeles, a determinação de São Francisco, a querença maior de um "novo" Arizona, a vontade de mudança de Washington.

Não vou festejar...

Mas amanhã será um novo dia!

 

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

10
Jul20

Kayne West... Quem?

Filipe Vaz Correia

 

 

 

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Parece que Kayne West é candidato às próximas eleições Norte Americanas...

A que ponto chegámos?

Segundo li, a sua mulher, uma inspiração nas redes sociais, fará parte da equipe de campanha e uma Pastora Evangélica será a sua Vice-Presidente.

Um programa de excelência, radical contra as vacinas ou  contra qualquer tipo de aborto e sustentado numa qualquer cidade do mundo Marvel.

Um aperitivo de aberração saído da mente de um mentecapto...

Qual o lado mais assustador?

Poderá um mentecapto vencer as eleições Americanas?

Claro que sim...

Basta olhar para 2016.

Kim, Donald, Melania ou Kayne, todos funcionam no mesmo paradigma, ou seja, esse lado fora do sistema que promete radicalismo, travestido de populismo, em nome do que alguns, ressabiados, querem ouvir.

Também por cá existem..,

Já estamos no patamar Kayne West, o Tiririca lá do sítio, sendo que é possível atribuir ao dito palhaço, uma credibilidade difícil de reconhecer ao rapper Americano.

Enfim...

Os tempos que correm.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

15
Abr20

Mortos... Recuperados... Estupidez!

Filipe Vaz Correia

 

Os Mortos, os recuperados, a imbecilidade maior que nos chega por estes tempos.

Como explicar a Conferência de Imprensa do Presidente do Chile, onde explica que os mortos entram para as estatísticas dos recuperados pois estes já não contaminam ninguém.

Pois claro!

Não contaminam ninguém, não matam ninguém, não assaltam ninguém, não violentam ninguém...

Enfim, só contam para o lado bom das estatísticas.

Só um pormenor...

Estão mortos!

Isto teria tudo para ser risível, um pedaço de humor em qualquer horário nobre de uma televisão, um trecho engraçado num filme, uma passagem genial de uma peça de teatro...

Mas não...

É a dura e triste realidade.

Ao mesmo tempo que escrevo estas linhas, vejo a novidade de Trump...

O término da contribuição Americana para a Organização Mundial de Saúde, num gesto que busca justificar a sua própria incompetência, avalizar as "trapalhices" realizadas pela sua Administração.

Que momento tão interessante para suspender o envio de dinheiro para a OMS.

Estupidez...

Estupidez...

Estupidez!

Parece que é o que não falta.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

04
Jan20

Donald Trump: Nas Asas De Um Idiota... (Perdão A Todos Os Idiotas)

Filipe Vaz Correia

 

Um "idiota" na Casa Branca...

A morte de Qasem Soleimani, comandante da Guarda Revolucionária do Irão, assim como da Elite Pretoriana dessa mesma Guarda, reveste este momento de especial complexidade.

Donald Trump estará feliz, entretido com o Twitter, com o feito pueril que culminou com este assassinato, pincelando o mundo com a perplexidade e o medo resultantes deste acto.

Esta medida, carregada de estupidez, traduz o populismo bacoco que tanto se desenha em cada atitude deste Presidente, um sujeito impreparado, ignorante e perigoso.

Como é possível que os Estados Unidos tenham embarcado nesta desventurada aventura que culmina num acto infame e irresponsável capaz de entregar o mundo, essencialmente o Médio Oriente, numa batalha sem tréguas...

Basta olhar para o preço do crude, antes deste atentado e após o mesmo, para percebermos até onde nos poderão levar as repercussões de um gesto irreflectido.

Trump abriu uma caixa de pandora...

Donald Trump poderá buscar uma desesperada salvação após os seus índices de impopularidade, após o Impeachement, após as desmedidas trapalhadas que levaram a um chorrilho de demissões junto daqueles que outrora o acompanhavam...

No entanto, o que resultará deste acto serão as premissas para uma tempestade perfeita.

O Irão não se compartimenta nas fronteiras terrestres Iranianas, somam-se ao império Iraniano o Hezbollah no Líbano, o Hamas ou a Jihad Islâmica na Palestina, os Xiitas no Iémen ou no Iraque, sem esquecer o apoio incondicional da Rússia.

Será justificado questionar o que falaram em Lisboa Pompeu e Netanyahu?

Será que aqui foi urdido e combinado parte deste plano?

Trump atirou o mundo, para um "suspense" indescritível, para um rebuliço inimaginável com esta sua decisão...

Mas o que esperar quando se elege um troglodita para governar os nossos destinos?

Enfim...

Será que nada aprendemos com a História?

Se calhar não...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

06
Dez19

Donald Trump, Parte II... “O Impeachment”!

Filipe Vaz Correia

 

Nancy Pelosi anunciou formalmente, esta quinta-feira, que o Impeachment Presidencial irá avançar, pedindo para que sejam redigidas as acusações que servirão de base ao processo apresentado no Senado.

Depois de ouvir vários especialistas em Direito Constitucional, parece claro para os Democratas que existem fundamentos para este impeachment a Donald Trump.

As acusações contra o actual Presidente Americano estarão sustentadas em três crimes...

Obstrução à justiça, Suborno e Abuso de poder.

O cerco aperta-se para Trump, enredado num chorrilho de trapalhadas, num continuo caminhar rumo ao abismo.

O Senado, Órgão que terá de votar favoravelmente este impeachment, para que este cenário possa ser realidade, é constituído por uma maioria de Senadores Republicanos.

Este ponto é incontestavelmente um pormaior, permitindo ao Presidente Americano acreditar numa vitoria neste novelesco capitulo.

Porém, independentemente do resultado desta votação, não se pode ignorar o imenso desgaste que todas estas situações causaram na imagem de Donald Trump, incrivelmente submerso neste tortuoso caminho.

Uma sinuosa questão deverá atormentar alguns Senadores Americanos...

Dar a Trump um voto para o salvar ou em contrapartida fazer cumprir a lei e assinalar com reprovação a patética actuação do actual residente da Casa Branca.

Veremos...

No entanto, quanto mais se escuta, mais se sabe, mais conhecemos, mais sobra a profunda convicção de um Presidente impreparado para a função, inadequado no cargo.

Enfim...

Talvez a derrota de Trump não se concretize às mãos de um qualquer adversário, em campanha eleitoral, talvez esta possa surgir entrelaçada à “estupidez” inerente ao seu próprio personagem.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

05
Dez19

Donald Trump: O “Bobo” Da Corte Ou Um Vídeo Na Cimeira Da NATO?

Filipe Vaz Correia

 

Na cimeira da NATO vários foram os Chefes de Estado que estiveram presentes, numa cimeira que concentrou os maiores protagonistas da política Mundial.

No entanto, um vídeo se destacou, um assunto foi maior do que todos os outros...

O vídeo onde Trudeau, Macron, Boris Johnson e Mark Rutte, a espaços acompanhados pela princesa Anna, troçavam de Donald Trump.

Trump chegara atrasado ao Palácio de Bunckingham, deixando a Rainha Isabel II à sua espera...

Este foi o mote para as palavras de Boris Johnson, palavras que deram inicio a essa conversa que escarnecia do desnorteado Presidente Americano.

De facto, nunca os Estados Unidos estiveram tão vulneráveis a este tipo de episódios como nos dias que correm, fruto da personagem trágica e cómica que preside aos destinos de tão mui nobre Nação.

Trump ao tomar conhecimento de tal vídeo amuou, deixando de imediato a cimeira da NATO, alegando que já tinha dado muitas conferências de imprensa, algo que o isentaria de mais encontros.

Deste episódio, marcado por uma gigantesca invasão de privacidade, por parte da imprensa, para com aqueles que se apresentam como protagonistas da “vida pública”, sobrará o ridículo da figura Presidencial Americana, ou seja, desse Donald Trump que se assemelha a um elefante numa loja de porcelanas.

Uns dirão que aquela conversa de Chefes de Estado foi bulling...

Eu direi que foi, singelamente, divertida.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

07
Ago19

América: As Duas Caras De Uma Nação!

Filipe Vaz Correia

 

Mais um massacre nos Estados Unidos, ou melhor, mais dois...

Parece que se repete esta tragédia, este entrelaçado terror que não cala, esta tortura que esventra a Sociedade Americana, num inexplicável caminho que se amarra aos tempos de um “belo” Western.

Adoro os Estados Unidos, foi aliás uma das viagens que mais gostei de fazer, sendo que a América que visitei, sei bem, está distante desta que aparece nos telejornais.

Estive entre Boston e Nova Iorque, há duas décadas atrás, numa viagem que me encantou e seduziu, apaixonou e arrebatou, sem hesitações.

A  cultura universitária e cultural que se respira na “velha” Boston, a costa Atlântica entre Cape Cod, Newport e Hamptons, num deslumbrante caminho até a Big Apple...

Ali no meio de cheiros e luz, de gente e fumo, cresce e respira a multicularidade, o constante rebuliço de mentalidades que se cruzam e acrescentam, àquele lugar, a magia que jamais imaginei.

Neste dia onde se vê e sente a brutalidade de mais massacres, fica claro que esta América caminha em dois carris diferentes, com mentalidades diferentes, com valores diferentes.

Se dependesse desta América que me apaixonou, há muito que a lei das armas havia sido alterada, provavelmente extinta, em contraposição com este lado, Texano, onde ainda se acredita na força do tiro, na determinação bélica do tempo dos cowboys.

Donald Trump já veio defender a punição daqueles que cometeram tamanho horror, mas sem a força ou a credibilidade que não lhe foi conferida pelo teleponto, onde moravam ou pareciam morar as descrentes palavras.

O discurso de Ódio, bem denunciado por Obama e tantas vezes feito por Trump, não pode ser o responsável por esta ou outras barbáries desta dimensão mas verdadeiramente contribui para a banalização de vários sentimentos pequenos, tacanhos e discriminatórios que se encontram em momentos como este.

Eu adoro os Estados Unidos, continuo a gostar, mas sei bem que a América que visitei e me entrelaçou, está nas antípodas desta que aparece na capa dos jornais.

Duas caras, por entre, o Sonho e o Pesadelo Americano.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

24
Jun19

Well Done, Mr. Trump!

Filipe Vaz Correia

 

Obrigado Donald...

Tantas vezes escrevi demonstrando o que me separa de Mr. Trump, no entanto, não posso deixar de escrever para o elogiar.

A decisão de não levar em frente o ataque preparado contra o Irão é uma decisão que saúdo, salientando esse seu lado "Humano" que desconhecia, desconfiando que também o meu caro se tenha surpreendido.

150 pessoas bastaram para o fazer recuar, mesmo contra a opinião de alguns dos seus conselheiros, evitando assim esse estimado número de Assassinatos.

Muito bem, caro Donald!

O caríssimo Presidente Trump adiantou ainda que tem amigos Iranianos e que existe por lá gente boa, uma constatação que se aceita e até se pode compreender...

Talvez podendo estender essa afirmação e fé a mais alguns pontos do globo.

Mas enfim...

Muitos desconfiam da história, desta narrativa para explicar este recuo Americano, no entanto, para mim isso é irrelevante.

Trump recuou e fez bem...

E cá estou para o elogiar.

Mas não se habitue meu Caro pois já tenho aqui uma ou outra linha preparada para escarnecer de si.

Por enquanto...

Well Done, Mr. President!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

16
Fev19

Onde Está O Nani?

Filipe Vaz Correia

 

 

Ainda bem que o Nani saiu.

Então não é que este jogador, "velhíssimo", ganhava uma fortuna, principalmente se tivermos em conta, que o "velho" Nani joga com os dois pés...

Ora isto constitui um desperdício, num plantel onde a maior parte dos jogadores que ficaram, não jogam com pé nenhum.

Ainda por cima, Nani foi contratado por Sousa Cintra, homem que não cheira o balneário, nem cumpriu Serviço Militar.

Como sabemos, o "nosso" Presidente domina todos os aspectos do mundo futebolístico, contratando para o acompanhar um Staff do melhor que existe, por entre, adjuntos de Jesus, observadores de jogos de computadores e até médicos emigrados nas Arábias...

E como se deve compreender, as notas de Nani no Football Manager, já não devem ser as de um jovem jogador.

Mas será que viram as notas dos outros?

Como serão as notas do Doumbia, do Borja ou do Luiz Phellype?

E as do Keiser?

Essas devem ser mesmo boas.

Mas enfim...

Resta-nos chorar ao recordar cada passe de Nani, cada finta, cada regresso de um amor, expresso em cada entrevista, a cada gesto, a cada palavra.

Nani é um Leão, vivendo num tempo, onde de pouco vale ter o ADN de Alcochete.

Se um jogador experiente como Nani preferiu partir, o que devem pensar estes meninos da Academia?

Que tristeza.

Viva o Sporting.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

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