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Caneca de Letras

Caneca de Letras

14
Set19

Primárias Democratas: O Primeiro “Round” Das Eleições Americanas!

Filipe Vaz Correia

 

Os debates Democratas para escolher quem irá defrontar Donald Trump nas próximas eleições Norte Americanas estão agora a começar, numa disputa que se antevê dura mas com favorito anunciado...

Joe Biden, o anterior Vice-Presidente de Barack Obama, aparece em todas as sondagens como o candidato mais bem cotado para destronar Trump da “White House”.

Muitos alegam a idade de Biden como um empecilho à sua vitória, outros as gaffes, outros ainda a espiral esquerdista que invadiu o Partido Democrata, no entanto, na minha opinião, não existe ninguém com a capacidade de Joe Biden para conseguir recuperar alguma da sanidade política, perdida nos últimos anos, na Presidência Americana.

Biden representa o centro político, aquele que consegue absorver tanto o centro esquerda, como o centro direita, amarrando também, graças ao seu passado ao lado de Obama, muitos daqueles que se sentem excluídos, por entre, o discurso populista e descontrolado de Trump.

Pelo meio se encontra esse frenesim político que reina, por entre, a histeria instalada num Partido que sentindo representar o tamanho descontentamento na Sociedade Norte Americana, se perde muitas vezes em discussões fúteis, fragmentadas e que não conseguem aglutinar tantos daqueles que estão contra o actual Presidente.

Será indiscutível o cenário mais favorável para derrotar Trump, restando saber se os Democratas saberão capitalizar esse mesmo cenário, sem “fait-divers” que possam diminuir as suas possibilidades de vitória.

O facto de Joe Biden ter sido Governador em dois Estados chave na disputa eleitoral, onde Trump conseguiu, anteriormente, vencer não poderá ser considerado algo menor na equação e consequentemente factor essencial nas contas eleitorais.

Quanto a mim, mero espectador, “opinador”, não restam dúvidas ou hesitações sobre a escolha a fazer nestas primárias...

Joe Biden!

Quanto aos eleitores Democratas...

Espero que também não lhes subsista dúvida alguma.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

13
Set19

Os Debates Já Começaram?

Filipe Vaz Correia

 

Tenho andado distraído, em relação aos debates eleitorais, não por falta de vontade mas sim por uma sonolência irritante que se acomete da minha pessoa, sempre que insisto em ver estas pelejas políticas.

Debates serenos e mornos, enfadonhos e tristonhos, carregados de uma lentidão argumentativa nessa ausência total de argumentos.

Os sorrisos disfarçados, os programas mal elaborados, a noção de um resultado pré-determinado, neste autêntico passeio de António Costa...

Motivos para adormecer, sem voz ou determinação, entrelaçados por desvios ideológicos que confundem a mente das gentes, rasurando, vezes sem conta, a noção de Esquerda e Direita.

Encontramos Costa e o seu PS como garante das contas públicas, preocupados com o “diabo” que afinal acreditam poder chegar, enquanto encontramos o PSD e o CDS a prometer distribuir dinheiro entre impostos e incentivos, num grito desesperado por amarrar, amealhar, votos num quarto escuro.

Ligo, novamente, a televisão e ali se encontram:

Os candidatos, o moderador e a promessa de um debate...

Começa o dito e ansiado debate, a suposta troca de ideias, eu terei dito ideias?e logo se vai desvanecendo o interesse, se dilui a vontade de querer compreender o que têm a dizer.

Rio e Costa vão se encontrar, dentro de dias, para um decisivo debate...

Decisivo para Rui Rio, ou seja, para compreendermos por quanto perderá, se por uma gigantesca diferença ou apenas pela margem suficiente para atenuar a humilhação.

Triste tempo este...

Para quem como eu, que sendo de direita, se vê despojado de alternativas ideologicamente representativas deste campo político.

Vou dormir...

Se por acaso algum debate for digno desse nome, por favor, avisem.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

07
Jun19

Bloco E PS: O Divórcio Anunciado...

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Mais um debate semanal na Assembleia da República e mais uma troca de acusações entre o Governo e o Bloco, entre Costa e Catarina.

Não é a primeira vez que tal sucede, antes pelo contrário, acentua-se o tom, exaltam-se os argumentos, afinam-se as acusações.

Este novo tempo augura um divórcio anunciado, uma separação pós eleitoral, num jogo de tabuleiro, na tentativa de ganhar votos e marcar posição.

Esta estratégia Bloquista é diferente do posicionamento do PCP, um partido mais fechado, tradicionalista, imobilizado pelos anos e experiência de um longo passado.

Costa poderá sentir que o tempo da Geringonça passou, que não poderá repetir a experiência com os mesmos, pelo menos com o BE, algo cada vez mais evidente nas cisões e intervenções no Parlamento.

O Bloco poderá estar tentado a cavalgar os resultados das Europeias, tentando se emancipar desta ligação Governamental.

O que fica evidente é que se caminha para um divórcio neste segmento da Esquerda Portuguesa, algo desaproveitado pela moribunda Direita Portuguesa, órfã de lideranças e incapaz de ser presente em todo o xadrez político ou se assumir como projecto alternativo.

Que comece a campanha pois estão todos à espera do momento de partida.

Pelo menos à Esquerda já ninguém disfarça.

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

03
Jun19

José Castelo Branco: O Líder Político Que Nos Faltava!

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Meus amigos é com gosto que venho aqui escrever sobre algo tão interessante...

Quando me preparava para mais uma temporada de desilusão política, olhando para o futuro da Direita sem esperança ou crença, eis que urge uma alternativa, há muito, desejada.

O Movimento de Justiça Portuguesa...

MJP!

Por momentos julguei poder se tratar da nossa "Sapiana" mais querida, a tão estimada MJP, o que logo me fez querer juntar ao movimento para essa disputa eleitoral.

No entanto, logo percebi que não se tratava desta nossa querida amiga.

Fui então tentar compreender quem estaria por trás de tão nobre movimento popular...

Nada mais, nada menos do que José Castelo Branco.

Estamos salvos Heróis do Mar, Nobre Povo Lusitano, pois este candidato promete trazer para o centro político, o debate sobre a justiça e as preocupações sociais.

Estou tão feliz...

A exultar de felicidade!

Por tudo isto tenho a expectativa de que o Povo Português saiba honrar o projecto apresentado pelo "Marchand" que poderá preencher de confettis o Plenário da Assembleia da República.

Se pensarmos bem, se calhar já elegemos pior...

E já agora palhaçada por palhaçada, ao menos este é profissional.

Viva a política Portuguesa.

 

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

27
Mai19

Eleições Europeias: A Hora Do PAN!

Filipe Vaz Correia

 

A noite eleitoral chegou e com ela trouxe algumas vitórias reais, outras imaginárias, meio disfarçadas por entre derrotas descaradas.

O PS clamou vitória, onde há cinco anos Costa exclamava "poucochinho", com uma diferença de apenas 2%.

O PSD gritou para Rio seguir em frente pois aquela era a sua gente, só que nunca foram tão poucas as gentes, tão solitariamente poucas.

O PCP taciturno, de rosto fechado, quase que vislumbrando nesse futuro "legislativo" uma tragédia anunciada, uma caminhada consistente rumo a um emagrecimento institucional.

Parece evidente que esta "Geringonça" tem prejudicado, essencialmente, os Comunistas numa correlação de forças que importa salientar.

O CDS assegura a vergonha alucinada...

A derrota do CDS é a derrota do lado mais populista da política, numa rendição aos costumes do seu cabeça de lista, aliado ao histerismo militante da "líder" do Partido.

Cristas é vítima desse mesmo populismo com que decidiu abordar a política, coadjuvada desta vez por um cata vento agressivo como Nuno Melo.

O Bloco venceu claramente...

Não foi para mim o vencedor da noite mas pode, evidentemente, receber os louros por tamanho feito eleitoral.

O Bloco atinge quase os 10% demonstrando que esta Geringonça tem trazido benefícios para o Partido.

Ao contrário do PCP, o Bloco tem conseguido fazer passar a sua mensagem, amarrando a si grande parte dos que gostando desta coligação, não desejam votar PS.

Para mim o grande vencedor da noite foi o PAN...

O Partido das Pessoas, Animais e Natureza cresce desmesuradamente, conseguindo ficar a somente um ponto percentual do CDS...

André Silva e o seu PAN ganharam não só a noite como ameaçam se tornar num peão central deste panorama político.

O PAN faz política de forma diferente, ficando por saber se não estará aqui a resposta para o dilema maior de António Costa...

Com quem me irei coligar se não tiver Maioria Absoluta?

Talvez com o PAN...

Talvez.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

21
Mai19

Europeias: O Início Do Fim?

Filipe Vaz Correia

 

Os dias por esta Europa avistam-se cinzentos, por entre radicalismos e extremismos, cada vez mais anunciados nestas eleições no Velho Continente.

Há muito que a Europa e por consequência a União Europeia perdeu o rumo que prometia ser risonho aquando da sua fundação, perdidos por entre descontentamentos e dificuldades, manifestações e populismos.

Os Euro Cépticos ganham força e expressão nas sondagens que se afiguram como um retrato dos votos da população Europeia, desde a França até Itália, de Budapeste a Viena, de Espanha até Praga...

Tantos caminhos e lugares, todos eles submersos numa insatisfação guardada entre os efeitos de uma austeridade bacoca e o afastamento daqueles que sendo eleitos cada vez mais estão distantes daqueles que os elegeram.

Há décadas atrás, aquando da queda do Muro de Berlim, começava uma Era diferente nesta Irmandade das Nações Europeias e o projecto até então construído, via aparecer as primeiras brechas nesse destino sonhado.

A inclusão dos Países do bloco do Leste, atrasados em todos os sentidos em relação àqueles que já faziam parte da antiga CEE, vieram com a sua integração, mal preparada, acrescentar dificuldades que se tornaram gritantes forjas de sentimentos Nacionalistas, assim como, de uma crescente ideia de desagregação Europeia.

Por dentro, lentamente, aqueles Euro Cépticos eleitos foram criando uma retórica populista capaz de enfraquecer o espírito Europeu, coadjuvados por políticas de Austeridade que puniram as populações, incapazes de compreender as rupturas nesse futuro prometido.

O Tratado de Lisboa, como não recordar o trabalho do sempre nefasto José Sócrates, acabou por pressionar e acrescentar tensão ao já de si problema Europeu.

O Brexit foi apenas uma consequência desse labirinto de insatisfação.

O que nos espera nestas eleições Europeias é um maior número de representantes Cépticos em relação à construção Europeia, caminhando no sentido da sua implosão.

Este desabafo Canequiano reflecte o receio dos que acreditando num futuro de uma Europa Unida, se apercebem da cada vez menor capacidade deste projecto encontrar um porto seguro.

E podem acreditar que ninguém sairá bem deste ruir do projecto Europeu.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

02
Mai19

Eleições Europeias: O Debate E Os Candidatos...

Filipe Vaz Correia

 

O debate para as eleições Europeias, finalmente, teve lugar...

Que bom!

Que excitação!

Esperei por este momento para decidir em quem votar, nesta discussão de argumentos que importa salientar.

Será que disse argumentos?

Em primeiro lugar referir o Deputado Rangel, uma espécie de Lorde Varys, o eunuco da Guerra dos Tronos, do ponto de vista da entoação com que discursa, mas sem a genialidade da dita personagem.

Depois o Deputado Melo, representante do Vox, perdão CDS, sempre arguto e astuto, carregado de fotografias e palavras "populares".

Como esquecer do senhor Ministro?

Pedro Marques, o super Ministro, aquele que mais obras inaugurou...

No papel!

Somente nos projectos eleitorais, capazes de iludir o "povo", por entre, sorridentes passos de ilusionismo.

A querida Marisa ou Márisa, como diz Marinho e Pinto, Senhora Deputada, sempre simpática e amável, porém incapaz de explicar o que andou a fazer por Bruxelas nesta década de exercício.

O PCP não apresentou candidato, o que verdadeiramente me surpreendeu, pois em sua representação esteve aquele rapaz que se candidatou à Câmara Municipal de Lisboa, sendo eleito Vereador.

Ora como não acredito no dom da omnipresença, visto João Ferreira ser Ateu, julgo ser complicadíssimo alguém estar presente, ao mesmo tempo, em Lisboa e Bruxelas.

Por fim, reflectir sobre o comentador criminal do Você na TV, da TVI, Marinho e Pinto, que parece ser contra tudo o que representa este cargo, apontando as indescritíveis falhas de um Parlamento Europeu bacoco, mas seguindo para mais um mandato, de ordenado chorudo e reconfortante.

Enfim...

Ninguém me convenceu, antes pelo contrário, o que não facilita a minha vontade de votar.

Talvez o vá fazer naquele jovem que estava ao centro...

Um tal de Bento Rodrigues, pois apesar de não ter Partido Político, me pareceu o mais esclarecedor de todos.

Viva a Europa...

Viva Portugal.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

26
Abr19

Eleições Espanholas: O Futuro Entre Vox(es) Radicais...

Filipe Vaz Correia

 

Os Espanhóis vão a votos por estes dias, confrontados com decisões importantíssimas, como há muito não se via.

A Democracia Espanhola está refém dos extremos populistas e radicais, tanto à esquerda como à direita, do espectro político...

Este desenho que se afigura complexo, retrata anos de indecisão política, décadas de uma crescente insatisfação popular com o sistema que coordena a vida de todos os Espanhóis.

Seja pela insegurança, pela precariedade laboral ou pela crescente e descontrolada imigração, cresce nas franjas da Sociedade, terreno fértil para o populismo, a demagogia encapotada, travestida de Nacionalismo ou orgulho patrioteiro.

Se o PSOE estará refém do Podemos, o PP poderá estar refém desse "assustador" Vox...

Uma Vox com tiques Nazistas, de braço erguido, urdindo chavões de ódio e discriminação.

Neste cenário tenebroso, se arrepiam as consciências daqueles que buscam soluções moderadas, à direita ou à esquerda parlamentar, perante as ameaças fracturantes anunciadas por estes novos "players".

Assim se aguarda pelos resultados eleitorais na vizinha Espanha, para se poder retirar as ilações do que se desenha para este nosso futuro Europeu...

Nesta velha Europa, cada vez mais a reviver pesadelos antigos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

17
Fev19

A Remodelação Dos "Jovens Turcos"...

Filipe Vaz Correia

 

António Costa levou a cabo uma remodelação Governamental, mexendo em vários Ministérios e Secretarias de Estado...

Sinceramente, quando surgiram as primeiras noticias que davam conta de Pedro Marques como cabeça de Lista do PS ao Parlamento Europeu, não consegui acreditar, não consegui compreender o alcance de tal estratégia.

No entanto, não só vai Pedro Marques, como o acompanha Maria Manuel Leitão Marques.

Ora toma que afinal são dois...

Cada vez percebo menos disto.

A poucos meses do fim da Legislatura, acreditei que António Costa fosse preferir manter o núcleo do "seu" Governo intacto, sem grandes agitações, no entanto, parece que me enganei.

Depois desta mini revolução, soletrada na Comunicação Social, começamos a vislumbrar o esboço deste novo arranjo político.

Tenho de admitir que me parece surpreendente...

Costa libertou os "Jovens Turcos" da sua dourada gaiola, a nova geração Socialista, liderados por Pedro Nuno Santos, que há muito almejavam decifrar os enigmas, desse prometido futuro dentro do Partido .

Com a subida a Ministros de Mariana Vieira da Silva e Pedro Nuno Santos, assim como, de Duarte Cordeiro a Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, a ala mais à esquerda do PS sai amplamente vencedora, posicionando-se na Pole Position para os anos vindouros.

Pedro Nuno Santos será o herdeiro de Costa, não restam dúvidas, o que deverá alertar e preocupar a Direita Portuguesa, permanentemente entretida com as suas divagações.

Com este cenário, devem esmorecer as esperanças daqueles que sendo Socialistas, são moderados, identificados mais com o centro político, do que com a Esquerda Radical.

Com este novo equilíbrio de poder, resta saber...

Até onde irão os "Jovens Turcos"?

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

11
Jan19

PSD: O Retrato De Um Suicídio...

Filipe Vaz Correia

 

Parece que Luís Montenegro anunciará a sua candidatura à liderança do PPD/PSD...

Esta noticia tomou conta da actualidade, trazendo mais um pouco de ruído, à volta da liderança de Rui Rio.

Estou à vontade para falar de Rio, pois sempre acreditei nele, esperando dele uma reforma completa do Partido, para que pudéssemos sonhar com o País.

Infelizmente Rui Rio...

Não fez nem uma coisa, nem outra.

Esta desilusão, indubitável, com a fraqueza de Rio, não me faz esquecer a personagem que se apresenta como principal alternativa, num tempo ou momento, repleto de desafios.

Montenegro que um dia jurou não fazer a Rio, o que Costa havia feito a Seguro...

Até dá vontade de rir.

Montenegro representa uma ala do Partido, órfã de Passos, radical no ultra-liberalismo social, capaz de uma visão populista e demagógica, da coisa pública.

Uma espécie de Direita sensacionalista, estilo Fox News, que sempre me "encanitou".

Olhando para este cenário, a meses de várias eleições, não posso deixar de imaginar António Costa, sentado em São Bento, sorrindo para a televisão, olhando para os céus e começando a acreditar em Deus.

Somente Deus para lhe poder garantir uma oposição suicida, capaz de esventrar o Partido em praça pública, sedenta de poder.

É disto que se trata, de uma luta pelo poder, uma batalha fratricida que poderá destruir o PSD.

Se por acaso se avançar para eleições internas, esperarei por mais e melhores candidatos, por mais soluções que não passem pela imensa desilusão "Rio" ou pelo "Relvista" Montenegro...

Pois, caso contrário, seria mau demais.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

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