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Caneca de Letras

Caneca de Letras

08
Out20

Da Rússia Com Amor... (Envenenado)

Filipe Vaz Correia

 

 

 

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Ouvir Nalvalny explicar o que aconteceu com o seu corpo é mais do que uma questão pornográfica, mais do que uma falta de pudor, é a explicação de um tempo bafiento que exala a naftalina.

Olhar em tempos de Covid, para este envenenamento, mais um, deste regime putrefacto Russo e do seu líder Vladimir Putin,  recorda-nos a todos os perigosos tempos em que nos encontramos.

A Rússia não é uma democracia...

Putin não é um político eleito democraticamente...

O futuro não pode ser traçado com gente como esta...

Estas alíneas são um pormaior na forma como olhamos o mundo, aqui se encontram os extremos, pois é na revolta contra estes "pequenos" Estalines de outrora que encontramos os democratas de hoje, ou seja, aqueles que independentemente dos conceitos de Esquerda e Direita se predispõem a combater os demagogos de agora.

Sejam eles Trump's, Bolsonaros, Venturas, Le Pens, Putins, Maduros, Orbans, Erdogans ou outros...

Pulsem eles de onde pulsarem.

E um argumento me encanita mais do que qualquer outro:

"Este é mau mas o outro é também muito fraquinho"

Quando o quesito é o populismo não existe espaço para comparações, condescendências ou cedências...

Somente condenar, pugnarmos energicamente, pugnar para resgatar o melhor de todos nós.

Nada mais.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

11
Jan20

“Depois Não Se Queixem!”

Filipe Vaz Correia

 

Irá Cristina Ferreira candidatar-se à Presidência da República?

Uma notícia veiculada pela revista Visão, onde essa hipótese é aflorada, sendo depois não desmentida pela própria no 5 para a meia-noite de Filomena Cautela.

Claro está que a doce Cristina não veio falar deste assunto numa perspectiva de se candidatar contra o queridíssimo Professor Marcelo, nem nas próximas duas ou três eleições...

A Princesa da Malveira tem contrato com a SIC e não poderia abandonar os seus espectadores da manhã, de um momento para o outro, já para não falar do seu pomposo e merecido ordenado.

Muitos soltaram a voz numa crítica feroz a este atrevimento da apresentadora, apontando o dedo a Cristina Ferreira e a esta Era de fazer política através do mediatismo popular, no entanto, nada me parece mais injusto...

De que forma foi eleita a querida Joacine?

Foi através do mediatismo das redes sociais, fazendo valer a cor, a gaguez ou até outro tipo de populares minorias, que viram nesta "superficialidade" programática uma forma de se sentirem representados.

Programa eleitoral?

Não interessou.

E o "estimadíssimo" André Ventura?

O deputado que se deu a conhecer ao povo nos ecrãs da CMTV, entre crimes e futebol, se calhar é a mesma coisa, entre frases feitas e boçalidades, entre "Passos" e Ciganos.

Programa eleitoral?

Apareceu depois das eleições, denunciado por Daniel Oliveira, sendo que o André logo o tratou de rasgar, apresentando novas ideias, não fossem as pessoas se aperceber das barbaridades nele incluídas.

E não ficamos por aqui...

Já sei que me vão falar de Marcelo Rebelo de Sousa e do seu programa na TVI, RTP e novamente TVI...

Meus caros, claro que esse programa lhe trouxe notoriedade e popularidade, porém, será de bom tom reconhecer que Marcelo já existia antes desses programas, com pensamento e densidade política, algo que o separa dos exemplos anteriormente citados.

Mas enfim...

A Cristina, ainda, não é candidata à Presidência da República, no entanto, se algum dia o for terá o mesmo direito que os Venturas, as Joacines ou outros da vida, forjados na televisão ou em outras plataformas mediáticas que lhes servem de alavanca para programas com pouco sumo mas carregados de populismo.

Por entre populismos e indiferença assim vai andando a democracia Portuguesa...

Como dizia um amigo:

"Depois não se queixem!"

 

Filipe Vaz Correia

 

 

11
Nov19

Eleições Espanholas: Um Turbilhão De Interrogações Ou A “Voxx” Do Povo?

Filipe Vaz Correia

 

Em Espanha continua o turbilhão eleitoral, o mesmo atabalhoado processo que tem levado a democracia Espanhola de eleição em eleição.

Neste Domingo o PSOE voltou a vencer, como anteriormente fizera, só que agora com menos força, com menor força daqueles que supostamente poderão ser os aliados tradicionais, também eles enfraquecidos.

Se estivéssemos a falar de lógica, evidentemente que os Partidos poderiam aprender com a resposta dada esta noite pelos eleitores...

E que resposta foi essa?

Uma estagnação ou perda dos partidos mais tradicionais, com derrotas claras do Cidadanos ou do Podemos, por entre, resultados quase similares como do PSOE e do PP...

O que diverge nesta eleição?

A subida extraordinária do VOXX...

Ignorar este facto ou não o compreender representará um suicídio para estes partidos e as suas realidades.

Os Espanhóis estão exaustos de “tricas” partidárias, de teatralizações políticas, olhando para o fenómeno VOXX como uma voz alternativa à pasmaceira costumeira.

Poderemos criticar ou acreditar que se trata de um fenómeno passageiro, no entanto, a subida apoteótica deste Partido de Extrema-Direita, aconselhará a prudentes conclusões e avaliações.

Sem a presença de estadistas ou fortes lideranças no espectro político Espanhol, torna-se essencial o aparecimento de sólidos projectos políticos, capazes de criarem pontes e entendimentos que sustentem esse futuro plasmado na vontade dos cidadãos.

Caso os Partidos tradicionais continuem a se perder nessas entrelaçadas e corriqueiras questões, sobrará um fértil terreno para os extremismos proliferarem...

Da Esquerda à Direita.

Estas eleições foram mais um aviso...

Nessa Espanha em busca do seu destino.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

24
Out19

Franco: O “Despertar” Do Velho Ditador...

Filipe Vaz Correia

 

Realizou-se hoje a exumação do corpo do General Franco, ditador que durante décadas dirigiu os destinos da Nação Espanhola.

Nesta espécie de ajuste de contas com a sua História, o seu passado, o “Governo” de Madrid, afinal existe Governo?, decidiu levar por diante esta vontade, este reescrever de memórias que bacocamente quiseram impor, numa confusa expressão de poder que nada mais será do que um folhetim publicitário à Extrema-Direita.

Podemos discutir os méritos ou pecados do Regime Franquista, a crueldade e brutalidade que o caracterizava ou até a transição planeada por Franco rumo ao seu legado, no entanto, num País ingovernável, carregado de contradições, envolvido num processo Catalão que ameaça desmembrar esse estatuto regionalista que compõe Espanha, usar este momento para remexer em feridas adormecidas, “desenterrar” fantasmas, talvez seja o maior erro de um frágil Primeiro-Ministro Socialista que se deparará com esses mesmos fantasmas nos próximos actos eleitorais.

Tirar o General Franco do Vale dos Caídos, poderá trazer para Pedro Sanchez uma leve satisfação de vingança perante a História mas não me parece que esse facto possa contribuir para unir os Espanhóis...

Antes pelo contrário, talvez acicate ânimos, cerre fileiras e divida ainda mais uma sociedade Espanhola, já de si submersa nessas clivagens que se fazem sentir.

O futuro o dirá...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

04
Out19

Freitas Do Amaral: A Morte De Um Democrata Cristão!

Filipe Vaz Correia

 

Morreu Diogo Freitas do Amaral...

Um dos pais da democracia Portuguesa.

Freitas do Amaral entra na minha vida, através das palavras de meu Pai, desse reconhecimento pelo seu importante papel no afastamento do poder comunista que ensombrava o País no pós-revolução.

Freitas, Mário Soares e Sá Carneiro, cada um à sua maneira, desempenharam um papel significativo nesse travar das intenções do PCP e de Álvaro Cunhal na "soviétização" do nosso Portugal.

Não tenho memória desse período, no entanto, tenho inúmeras memórias sobre esse período, contadas, expressadas, por entre, conversas e opiniões.

A primeira memória, minha, absolutamente minha, foi na campanha eleitoral de 1986, Soares VS Freitas, onde este vosso amigo, claro está, defendia afincadamente o candidato Freitas do Amaral.

Foi a primeira vez que tive a noção do que era expressar essa querença política, do que era uma batalha eleitoral, num País fracturado, dividido entre direita e esquerda.

Tinha 9 anos e vivi com intensidade todos os momentos desse tempo, nesses dias onde tanto se disputava, onde muito se acreditava.

Freitas perdeu...

Mas não perdeu o direito de expressar a sua opinião, esse acérrimo desejo de trilhar o rumo que ditavam as suas convicções.

Freitas nunca mentiu, sempre afirmou o seu posicionamento como homem de centro, de ideologia Democrata-Cristã, apoiado na posição social da Igreja, sem receio de caminhar solitariamente em defesa dos seus ideais.

Fundador do CDS, foi muitas vezes acusado de ter abandonando o partido, sendo por demais evidente que terá sido muito mais o partido a mudar a sua identidade, do que o seu fundador, a trair os seus princípios.

Em 2005, Freitas do Amaral aceita fazer parte do Governo de José Sócrates, num gesto que lhe custaria, em definitivo, todo e qualquer afecto que ainda lhe pudesse reservar o centro-direita Português, deixando estupefactos alguns dos que se recordavam do seu papel nesse lado do panorama político.

Admito, sem hipocrisia, que fiz parte daqueles que não compreenderam ou aceitaram este gesto, que se indignaram com esta viragem à esquerda de um dos símbolos históricos da "nossa" Direita.

Neste dia em que parte, presto a minha homenagem a um homem culto e politicamente corajoso, sendo que o seu legado ficará para sempre impresso nas entrelinhas da História Portuguesa.

Solitariamente marcado, Freitas do Amaral foi um homem, verdadeiramente, leal às suas convicções.

O que para os padrões políticos da actualidade, já é uma absoluta raridade.

Por fim, as palavras de Antonio Lobo Xavier num jantar do CDS:

" A nossa história não se reescreve."

"Sem ele, porventura não estaríamos aqui."

 

 

 

Filipe Vaz Correia

  

31
Out18

Os Juízes "Providenciais"...

Filipe Vaz Correia

 

Sérgio Moro poderá ser o novo Ministro da Justiça do Brasil, no futuro Governo de Jair Bolsonaro...

Este é o problema dos Juízes Providenciais, a sua incapacidade para resistirem aos holofotes da fama, a mesma que os transforma em Super-Heróis, cidadãos acima de qualquer outro.

Verificou-se isso mesmo na Itália dos anos 90, nesse folhetim pós Giulio Andreotti e que levou à implosão de todo o sistema político Italiano, incapaz de se regenerar, amarrado a populistas sem fim...

De Berlusconi a Salvini.

Este tipo de Juízes, acima da própria Justiça, não resistem à sedução de uma entrevista, às capas de uma revista, a uma promiscua relação com a imprensa, com o intuito de salvaguardar a sua verdade, como escritura incontestável...

Ou seja, o dogma justicialista que tanto embevece as Sociedades feridas, de um conceito de igualdade Judicial.

Em Portugal, também podemos encontrar casos similares, com consequências menores, graças a Deus, mas que em tudo se assemelham.

Atentemos às fugas ao segredo de Justiça, às entrevistas morais de alguns Juízes, ao longo do tempo, recordando-me en passant de dois...

Um mais antigo, outro mais recente.

O que este tipo de Justiça, sem venda nem balança, perfumada, com rímel e pinceladas de vaidade, aporta à Democracia, é um perigo desmedido de julgamentos em praça publica, incapazes de equilibrar a noção de acusação vs defesa.

Com o passar do tempo descredibiliza-se a Democracia, a Justiça e dinamitam-se os alicerces que permitem a sã convivência em Sociedade.

Moro deveria, na minha opinião, manter-se no seu papel de Juiz, continuando o seu trabalho na Lava-Jato, afastando assim a ideia de promiscuidade, justificada, entre esses processos e o sistema político.

A bem do regime.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

29
Out18

Brasil: A Vitória Do Caos...

Filipe Vaz Correia

 

Jair Bolsonaro venceu as eleições, sendo assim, o 38º Presidente do Brasil...

E quem perdeu?

Quem perdeu foi esse Brasil que aprendi a amar.

Venceu a intolerância, a misoginia, a homofobia, o racismo, o autoritarismo, a boçalidade, o preconceito em geral...

Venceu também o "Deus" de Bolsonaro e a sua Bíblia em primeiro lugar.

Em segundo lugar a suposta Constituição que ao seu lado se encontrava, no discurso de vitória, certamente, estripada de algumas páginas fundamentais e a Biografia de Churchill...

Ali estava a Biografia daquele que lutou contra o Nazismo.

Haja "Sacrilégio".

Se a virada tivesse ocorrido, venceria a corrupção, a demagogia de esquerda que tomou conta, durante mais de uma década, do Brasil.

Venceria a suspeita de uma impunidade que poderia salvar Lula da Silva, um passado demagogo, principal responsável pela eleição do senhor Bolsonaro.

Essencialmente venceu o Caos, nestas eleições do Brasil, pois se nada irá ficar igual, depois da eleição de Jair Bolsonaro, também não tenho dúvidas que quem nele hoje votou, lhe irá exigir, de forma intolerante, os demagógicos resultados que tanto prometeu.

"Deus", "Deus" e "Deus", denominador comum nos discursos do novo Presidente Brasileiro, entrou definitivamente na política Brasileira, elevando assim para um patamar transcendental esse destino de uma Nação.

Nas ruas, estarão plasmados os rostos de um Brasil em ferida, num caminho de espinhos tropicais que não irá ter recuo.

O Brasil suicidou-se, amarrado a um discurso agressivo e trauliteiro, preso por entre corruptos e intolerantes.

Sobra-me, assim, a tristeza por esses PSDB, PDT e outros tantos partidos, que ao longo do tempo se demitiram do seu papel político, em nome de interesses maiores...

Maiores do que o País, do destino e do futuro.

E agora lidarão com as populistas consequências dos seus desmandos.

No Brasil não existirá Direita ou Esquerda, mas sim Bolsonaro ou o Anti-Bolsonaro, o mito ou os seus detractores.

O Caos acabará por chegar, com essa intolerância descrita em cada discurso, em cada pedaço de pensamento, de uma maioria desesperada por um Brasil maior.

Este Brasil que zurze por justiça...

Justiça moral e religiosa como garante do seu pensamento, enquanto, Sociedade.

O caos como modo de vida.

E o Caos...

Nunca é boa escolha.

 

 

 Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

13
Set18

Viktor Orban: O Louco De (Buda?) "Peste"!

Filipe Vaz Correia

 

O discurso de Viktor Orban no Parlamento Europeu foi absolutamente segregador, desmedidamente populista e mais do que tudo obsceno.

Claro que a União europeia tem problemas com as suas fronteiras, Externas e Internas, assim como, tem também um problema Humanitário com os muitos Migrantes que chegam a território Europeu todos os dias.

No entanto...

O discurso bélico, quase Nazi, será que disse quase, ultrapassa tudo o que é expectável num mundo, supostamente, civilizado, norteado por princípios e valores que assegurem a dignidade Humana.

Porém nada surpreende, pois as políticas adoptadas intra muros por Orban, o ex-jogador da bola, em nada deixaria antever outro tipo de pensamento, ou seja, essa tacanha ilusão que alimenta a segregadora esperança da discriminação.

Orban começou o seu mandato político contra os Migrantes, já chegou aos opositores internos e lá chegará o dia em que a perseguição tocará aqueles que mesmo concordando com os seus ideais, aqui ou ali, levemente se oponham.

É assim o ciclo ditatorial dos Líderes absolutistas que mais do que quererem preservar a chama de uma Nação, querem antes alimentar o Ego desmedido com que imaginam o seu próprio legado.

A Europa condescendeu bastante, ao longo do tempo, com este tipo de liderança, correndo agora contra esse mesmo tempo para contrariar os dislates de tão boçal figura.

Imaginem um mundo reinado por Orban, Duterte, Trump, Kim, Mugabe, Malema, Bolsonaro ou outros similares...

É contra essa espécie de loucura que todos devemos lutar, buscando nas palavras de Jean-Claude Juncker, uma inspiração quanto à actuação da União Europeia neste caso Húngaro.

O radicalismo não tem direita nem esquerda, tem apenas uma imensa ignorância.

Merci Monsieur Juncker.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

 

 

16
Ago18

Caluda Senhora Le Pen...

Filipe Vaz Correia

 

A Senhora Le Pen, afinal, não vem à Web Summit em Lisboa...

Pelos vistos a Organização do evento considera que seria desrespeitador para o País que acolhe o evento, Portugal, a presença da dita Senhora preferindo assim retirar o convite, anteriormente, feito.

Ora vejamos...

Nada me liga a Marine Le Pen e ao seu discurso Ultra-Nacionalista, género Putin ou Orban, no entanto, para ser coerente com os meus valores, jamais poderei entender aqueles que saltam em gritos contra a presença da líder da Frente Nacional em Portugal.

Num País que julgo Democrata, de vez em quando surgem uns assomos de Autoritarismo "Vermelho" que se tornam difíceis de suportar.

Mas porque razão não poderia Marine Le Pen estar na Web Summit discursando sobre o que pensa para a Europa e para o Mundo e podem estar no Parlamento Português, Partidos a votar menções honrosas de apoio a ditadores como Assad, Fidel, Chavez, Maduro ou Kim Jong-Un...

Não consigo entender.

Ou será que ditadores alicerçados em discursos, igualmente populistas, xenófobos e demagogos, mas que partam da ponta oposta do espectro político merecem deste nosso Regime uma diferente forma de relacionamento?

Parece que sim.

Hugo Chavez não visitou Portugal?

Qual a diferença de postura entre um e outro?

Nenhuma.

Este caso fez-me recordar a proibição de uma conferência na Universidade Nova de Jaime Nogueira Pinto por considerarem que esta promovia uma ideia de Extrema-Direita...

Não será esta atitude anti-democrática?

Cerceadora da liberdade de expressão?

Uma coisa é discordar, criticar, ferozmente antagonizar com os discursos de Marine Le Pen e os seus propósitos, combater essa ideia do ponto de vista da argumentação, outra é querer banir o pensamento de outrem de acordo com aquilo que são os nossos ideais, utilizando para isso aquilo que tanto criticamos...

O silêncio imposto.

E eu...

Com silêncios impostos não compactuo.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

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