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Caneca de Letras

Caneca de Letras

24
Set18

Ai,Ai,Ai... Angola?

Filipe Vaz Correia

 

Querem ver?

O filho de Zédu está preso segundo noticiam, para minha absoluta surpresa, os telejornais.

Querem ver que terei de reescrever a minha opinião sobre esta mudança no Regime Angolano, ou seja, esta mudança de Regime em Angola.

Das três uma:

1- Existe verdadeiramente uma mudança neste País, valorosa e séria, gerido durante décadas por um déspota corrupto, José Eduardo do Santos.

2- Estamos a presenciar uma vingança pessoal que apenas representa a substituição de um poder corrupto por outro.

3- Um enigma surpreendente jamais desvendado.

Antes desta noticia apostaria na terceira ou na segunda opção, pois tenho profunda desconfiança das elites Angolanas ligadas ao MPLA, no entanto, tenho de reflectir diante dos factos que desta ex-colónia nos parecem chegar.

Será?

José Filomeno dos Santos está preso, um primeiro patamar de higiene nacional que antevê esperança para um povo, há muito, espoliado da sua dignidade.

Para já...

Muito bem.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

17
Set18

A Viagem De António Costa A Angola...

Filipe Vaz Correia

 

António Costa já chegou a Angola...

Num primeiro momento de calças de ganga, sem gravata, num estilo "casual", não confundir com aqueles hooligans que assombram o futebol, comprovando a relação "fraterna" entre os dois governos.

Logo choveram criticas, não tendo em atenção que o Primeiro-Ministro voou num avião da DHL, carregado de papéis e processos, os mesmos que implicam Manuel Vicente e as supostas falcatruas relativas a lavagem de dinheiro.

Neste prestar de vassalagem, uma vez mais na História do pós 25 de Abril, lá vai o nosso Portugal, esperançado numa amigável relação, abraçar aqueles, vulgo MPLA, que muitas vezes desprezam a Lusitana Terra.

Não confundir MPLA com o povo Angolano.

Entregues os papeis, poderemos então ter o "gosto" de ser recebidos pelo General Lourenço e sua trupe, aguardar a sua visita, estilo corte real, ao nosso "pequeno" País.

Assim continuaremos a caminhar, alegres e contentes, como se esta relação fosse tão verdadeira como a que existe com Moçambique, Cabo Verde ou São Tomé.

Não...

Não é.

Por tudo isto, não se preocupem com a indumentária do Primeiro-Ministro, mas antes com o significado de tal viagem.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

15
Jan18

A " Inocência" De Manuel Vicente... "segundo miguel relvas"

Filipe Vaz Correia

 

Miguel Relvas saiu em defesa de Manuel Vicente, aos microfones da TPA, televisão pública de Angola, depois de já o ter feito na Rádio Renascença...

Relvas diz mesmo que tem a certeza da inocência do ex-Vice Presidente Manuel Vicente, pessoa que conheceu em funções governativas, conhecimento esse que lhe permite fazer tal julgamento.

Nem o Presidente Angolano, João Lourenço, seria capaz de ir tão longe...

Talvez, nem Manuel Vicente, fosse capaz de dizer o mesmo.

Mas Miguel Relvas sim...

O ataque feito por Relvas, posteriormente, à Justiça Portuguesa, praticamente a acusando de perseguição e preconceito neo-colonial, revela a imensa vontade do ex-Ministro Português, de agradar a alguém, que parece apreciar desmedidamente...

Cegamente apreciar.

Tudo isto é justificado certamente, por uma desinteressada amizade, sem qualquer contributo económico pelo meio, num acto puro e transparente.

Ao ouvir as palavras de Relvas consigo perceber o incómodo de Santana Lopes, quando lhe questionaram se o mesmo, era seu apoiante...

Pois na verdade, deve ser muito constrangedor.

Relvas move-se neste meios enlameados de maneira sublime, seja num qualquer regime corrupto Africano ou no pantanoso mundo do PT, no Brasil, por entre dólares e petróleo.

Há pessoas assim...

Dotadas dessa elasticidade de valores.

Ao ouvir Miguel Relvas, veio ao meu pensamento o sorriso que esbocei, assim que soube que Rui Rio tinha vencido as eleições no PSD...

Personagens destas, terão a vida muito dificultada para se mexerem a seu belo prazer, na gestão dos seus próprios interesses.

Para terminar, se alguém se ofender com esta minha apreciação, de uma impoluta amizade, alego desde já que deve ser tudo fruto da minha imaginação...

Fértil imaginação.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

21
Nov17

Um Livro Chamado Angola!

Filipe Vaz Correia

 

Se eu estivesse a ler um livro chamado Angola?

Um livro de ficção...

Sempre de ficção.

Um livro repleto de noticias que todos os dias chegam de Luanda, com consecutivas exonerações, executadas por um novo Presidente Angolano...

Noticias essas, mais do que surpreendentes, deixavam no ar receios e interrogações, sonhos e esperanças, enfim ventos de mudança.

No entanto, imaginemos que nos seus primeiros 50 dias de mandato, esse novo Presidente desafia o legado recebido, mudando quase todas as chefias herdadas de um tal de José Eduardo dos Santos, inclusivamente os cargos onde se encontravam, os filhos deste...

Imaginem!

Cresce uma incógnita na história, que se adensa no capitulo em que nos encontramos:

O que fará o anterior detentor do poder, ou aqueles que estavam habituados a desfrutar desse poder?

Conhecendo as personagens, as características, as atitudes a que nos habituaram, ao longo do tempo, correrá perigo o novo protagonista?

Será que chegará ao fim da história, esta corajosa personagem?

Neste livro que estou ler, um homem improvável, um líder carregado de uma inesperada coragem, tenta resgatar o seu País de um longo e tenebroso sono, de um silencioso lamaçal corrupto e castrador...

Um homem que olha nos olhos dos seus e tenta que estes acreditem num novo caminho, numa nova esperança.

No entanto, temo que as próximas páginas, me tragam a reacção daquele que apesar de frágil, ainda deve ter poder suficiente, para tentar fazer desaparecer aquele que corajosamente foi capaz de limpar a podridão, há muito tempo, acumulada.

Temo tantas coisas...

Mas quanto mais leio, mais gosto do protagonista desta história:

João Lourenço.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

15
Nov17

Em África, Os Deuses Devem Estar Loucos!

Filipe Vaz Correia

 

Em África, os Deuses devem estar loucos...

Contrariando a lógica das coisas, de ditaduras, de ditadores reformados ou mesmo daqueles que estando no poder, já se ausentaram da sua própria personagem.

Nem queria acreditar, quando fui surpreendido com as noticias que chegavam de Harare, Zimbabué, de que Robert Mugabe, ou simplesmente o ditador Mugabe, estava detido em casa, acompanhado pela sua Mulher.

Noticias destas não são normais naquele Continente, principalmente em Regimes cristalizados, entrelaçados há muito, por entre manobras de poder e corruptos costumes...

Mugabe tem sido recordado após estas noticias pelos vários papeis que desempenhou, a sua luta pela Independência, o seus estudos na África do Sul, a sua proximidade em determinado momento do papel de Nelson Mandela, "Madiba" que nos perdoe, a sua intervenção no período pós-Independência e o consequente apaziguar de um País, juntando todos, num caminho que parecia de uma reconciliação...

Vários papeis, várias e diferentes memórias.

Recuso-me a participar nesses momentos de glória de um assassino, um perpetrador de genocídios, pois apesar de não negar esta sua participação Histórica, anteriormente descrita, a sua actuação e comando nos trágicos acontecimentos que levaram ao roubo e assassinato de várias famílias Zimbabweanas, Brancas, às mãos das suas milícias armadas, assim como a perseguição a todos os que a ele se opuseram, se sobrepõe a qualquer papel heróico, que possa ter tido.

Esse é o único legado de Mugabe que me interessa recordar, escrever:

O de um genocida.

Apesar de poucas informações circularem, sobre este alegado golpe, entretanto negado pelos militares, tenho de compreender as reservas daqueles que avançando com a deposição de um déspota, que há mais de 37 anos controla e governa o País, tentando certamente assim, repôr a ordem e a democracia, sem alarmismos e sem que a anarquia tome lugar nas ruas.

Um acto de coragem, que deverá ser analisado, para percebermos se realmente mudará ou não o destino daquele País.

No mesmo dia, noutro ponto de África anunciou-se a exoneração de Isabel dos Santos da Sonangol, que juntamente com um movimento de libertação de vários outros sectores do Estado, da omnipresente Família dos Santos e seus correligionários, dá a entender uma substancial alteração no "Modus Operandi", de um dos países mais ricos do mundo.

Será que João Lourenço conseguirá surpreender, todos aqueles que o julgavam uma marioneta?

Nos quais me incluo...

Rafael Marques, pessoa por quem tenho estima e admiração, pela denuncia e luta constantes contra o Regime opressor de Eduardo dos Santos, veio dizer que estamos perante o maior opositor de José Eduardo dos Santos e do seu temível Regime...

Será?

Será possível, que este homem tenha conseguido enganar todos os que dentro da cúpula do MPLA, acreditavam na continuidade?

Num dia, duas noticias que trazem esperança para um Continente há muito flagelado por ditaduras e déspotas, gente medíocre, capaz de sequestrar através de brutais meios de repressão, Povos que sendo na teoria livres, vivem em muitos casos, como escravos...

Escravos de uma Independência, que apenas chegou para os seus algozes, aqueles que os governam.

Assim, volto a escrever, descobriremos se em África, os Deuses estão mesmo loucos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

11
Out17

O Julgamento Do Regime!

Filipe Vaz Correia

 

Finalmente...

Nem queria acreditar quando vi na televisão que tinha saído a acusação contra José Sócrates, no âmbito da Operação Marquês.

Depois de quatro anos e muita tinta, de jornais e comentadores, opinadores de serviço e políticos mais ou menos profissionais, onde toda a gente emitiu uma opinião...

Todos nós, uns mais do que outros.

Um processo complicado para uns, uma cabala construida para outros, o que importa agora relevar é o termo deste momento processual, de uma investigação que se arrastou indeterminadamente pelo tempo.

Um novo tempo se afigura agora, de confronto e prova, de argumentação e debate, de disputa e defesa, num julgamento que em muito ultrapassa a simples condenação de um ou mais arguidos, mas acima de tudo, um processo que põe em causa toda a Justiça Portuguesa...

Um amigo disse-me que não existe a mínima possibilidade de Sócrates ser ilibado desta acusação, concordo, no entanto, será essencial que juntamente com a condenação, subsistam fundamentos irrefutáveis, para que a credibilização de todo o sistema judicial, possa ser algo efectivo.

Neste processo, repleto de arguidos e acusações, o que verdadeiramente importa realçar, é a dimensão do esquema, a ser verdade, o tamanho deste polvo orquestrado, em torno do Estado português.

O que neste processo será julgado, mais do que um anterior Primeiro-Ministro, é um Regime, um poder oculto que se habituou a reinar e que usufruiu desse mesmo poder, após a Revolução de Abril.

Este é o regime, que está aqui a ser julgado.

Ricardo Salgado, Zeinal Bava, Henrique Granadeiro, José Sócrates, PT, Grupo Lena, entre muitos outros, representam um rosto indisfarçável, da politiquice menor, em nome dos seus próprios interesses.

Agora resta provar...

Importa confirmar as acusações que lhes são imputadas, pois caso contrário, será também o fim de um outro lado deste regime.

Daqui a vinte anos, saberemos a resposta.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

28
Set17

Angola: Novos Actores, A Mesma Peça...

Filipe Vaz Correia

Para onde segue esta "nova" Angola?

Será "nova"?

É com graça e até espanto que vejo algumas noticias no Jornais Portugueses, enfatizando o discurso do General João Lourenço, pois é na minha opinião apenas isso que o Senhor continuará a ser, num misto de esquizofrenia e gritaria...

Em primeiro lugar a euforia da mudança, no discurso do "novo" Presidente Angolano que promete atacar a corrupção, assim como, a parca liberdade de expressão, entrelaçando a esperança com a demagogia inerente a uma peça teatral, tão bem interpretada.

Depois a ausência de uma referência a Portugal, como aliado preferêncial do Regime Angolano, repito Regime Angolano, não o seu povo, num discurso carregado de falsidades, indirectas e incongruências...

O regime Angolano nunca teve em Portugal um parceiro igual, aproveitando-se do complexo colonialista que sempre esteve presente nos vários Governos Portugueses, para limitar demasiadas vezes a agenda informativa nos dois Países.

Para isso não será de estranhar a propriedade de várias empresas em Portugal, por empresários Angolanos, muitas delas no espaço jornalístico, por exemplo a CMTV ou o Sol, com a conivência daqueles que alinham por estes argumentos falaciosos...

Será que o Ministério Publico Português poderá investigar um antigo Primeiro-Ministro de Portugal e não o poderá fazer, no caso de um Vice-Presidente Angolano?

Mesmo que este seja, na realidade, Corrupto...

Recuso curvar os meus princípios em nome de uma chantagem visível, abjecta, identificada no discurso de João Lourenço, ou seja, no discurso aprovado por José Eduardo dos Santos e pelo MPLA.

O mesmo MPLA de sempre.

Gosto muito de peças de teatro, no entanto, prefiro aquelas em que os actores sobem ao palco, sem ponto, sem mascaras, sem reticências...

Enfim sem nada a esconder.

E no caso deste Regime Angolano, mascaras é o que não falta.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

24
Ago17

Eleições Angolanas?

Filipe Vaz Correia

 

Admito que aqui escrevo sem saber como decorreram as eleições em Angola, no entanto, arrisco um resultado...

Ganhou o MPLA!

Não vi nenhuma noticia, no entanto, arrisco o nome do próximo Presidente de Angola...

João Lourenço!

Não ouvi qualquer relato sobre as percentagens de cada partido, no entanto, mesmo assim deixo um prognóstico...

Ganharam com Maioria Absoluta!

Não li, nem ouvi nenhuma descrição sobre como decorreu todo o processo, no entanto, se tivesse de arriscar diria...

Houve fraude!

A monotonia anti-democrática vigente em Angola são a base destas minhas previsões, sustentadas por décadas de corrupção e caciquismo.

Se errar, seria surpreendente, no entanto seria o melhor que poderia acontecer ao povo Angolano.

Mas como as fábulas não são reais, são histórias de crianças normalmente aprisionadas ao sonho pueril, não creio que aqui possam ser aplicadas...

Até porque em Angola, o direito a sonhar deve também ele, estar restrito a muito poucos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

16
Ago17

Luanda: Entre a Miséria E O Luxo!

Filipe Vaz Correia

 

A realidade de Luanda reflecte um pouco a triste caminhada de um País desencontrado, entre a miséria e o luxo, entre a pobreza e a ostentação.

Com o aproximar das eleições, uma reportagem da RTP, demonstra a saciedade o estrabismo esquizofrénico escondido por entre os condomínios luxuosos da baía de Luanda, com o preço mais caro do mundo por metro quadrado e os bairros de lata que envolvem o resto da cidade.

A ilha de ostentação reservada para os membros pertencentes à oligarquia do regime, contrasta com a miséria destinada ao cidadão comum, incapaz de se libertar do jugo familiar que controla aquele País.

As eleições Angolanas serão, como se espera, fraudulentas, uma espécie de farsa que guiará ao poder João Lourenço, como sucessor de José Eduardo dos Santos, à frente dos destinos do MPLA...

E consequentemente, à frente dos destinos da nação.

O poder manter-se-á assim na mesma, com os mesmos, para os mesmos...

Mais do que sinalizar uma realidade contrastante, que todos adivinhávamos, a reportagem emitida pela Televisão Portuguesa, tem como virtude desmascarar aqueles que afectos ao regime, entendem desmentir a verdadeira corrupção, que tomou há muito conta daquele País.

As duas faces de Luanda, são o resultado de anos e anos de poder imposto pelo MPLA, pela cúpula aparelhista que ostenta os dólares do petróleo em seu beneficio e que controlando as forças armadas, guia os destinos daquela pátria a seu belo prazer.

Nada mudará após estas eleições, nada será diferente com esta aparente mudança de lugares, pois o poder permanecerá centralizado na mesma família.

Assim, viajando por entre as faces de Luanda, por entre as diferenças gigantescas que ali se vivem, podemos constatar, o quão falhado se tornou o processo de independência Angolano...

Pois de livre e independente, pouco ou nada, se deve sentir aquele povo.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

03
Fev17

Um Tirano, Não é um Estadista!

Filipe Vaz Correia

 

Oiço agora muitas pessoas a elogiar a maneira como José Eduardo dos Santos, se afasta da presidência Angolana, não se candidatando às próximas eleições naquele país.

Só podem estar a brincar!

José Eduardo dos Santos governou de maneira, vergonhosa, um país durante 38 anos, deixando-o apodrecido e enlameado, numa gritante pobreza e corrupção.

Um tirano autocrático, déspota, alimentando-se de um poder desmedido, que permitiu a um círculo restrito de familiares, amigos e militares, enriquecerem desavergonhadamente, ao invés das pessoas comuns embrenhadas na mesma miséria de sempre.

Esta subserviência em alguns sectores da vida política e jornalistica portuguesa é algo que sempre me irritou, pois falamos de um regime que sempre demonstrou por Portugal, um racismo e desprezo, nunca disfarçado ao longo dos tempos.

O regime Angolano, não é o seu povo, no entanto, transformar um homem que ao longo de quase 4 décadas, matou, dividiu, silenciou, oponentes e antigos aliados, numa figura de estado é a meu ver o derradeiro acto de traição, não só ao povo que supostamente representa, mas também ao próprio legado português.

O General João Lourenço, servirá apenas para que o poder possa continuar nas mãos dos mesmos, satisfazendo as cúpulas militares e mantendo o regime seguro de qualquer iniciativa revolucionária, que se atreva a tentar mudar o curso e o destino de Angola.

Manuel Vicente, envolvido no escandâlo da Sonangol, não cumpria este requisito, não dava esta garantia de satisfação aos militares e o regime não poderia correr tamanho risco.

Assim não me falem em processo tranparente, invulgar no continente africano e não coloquem José Eduardo dos Santos num patamar diferente de Mugabe ou Obiang...

Pois todos eles, são aquilo que são:

Tiranos!

Numa época em que tanto se critica Trump, esquecer a história de Zédu neste momento em que se retira de cena, é a maior traição ao valores europeus que tanto se apregoam nos dias de hoje.

Por essa razão termino como começei:

Um tirano não é um estadista!

 

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

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