Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Caneca de Letras

Caneca de Letras

22
Set20

Já “CHEGÁmos” aos Ovários?

Filipe Vaz Correia

 

 

 

338BFEE2-855B-4C8D-8123-9BA73543D95F.jpeg

 

 

 

Os Ovários das mulheres devassas e pecadoras estão por agora a salvo das intenções benfeitoras do Partido Chega, ou pelo menos, de parte dele...

Uma proposta na convenção do Chega apontava para que às mulheres que fizessem aborto no SNS, não sendo caso de malformações ou violação, lhes fosse retirado os Ovários para que não pudessem voltar a onerar o Estado com os seus pecadores impulsos.

"Os seus pecadores impulsos" são palavras minhas, se calhar abusivas, neste cenário tão inquietantemente acolhedor.

Ao ler esta notícia, pensei que seria impossível, podemos compreender melhor o que por trás deste "partido" se encontra, parte destas mentes e espíritos que o compõem...

O proponente desta barbaridade foi militante do PNR, estando agora no novo Partido De Extrema-Direita Português, o Chega.

Muito bem!

Para Neo Nazis ou Ultra Radicais este tipo de moralismo trauliteiro representa sempre uma forma punitiva de corrigir aqueles que eles julgam não ser adequados à sua Sociedade...

Uma assustadora sociedade.

Vá lá que apesar de proporem retirar os Ovários, estes ideólogos dos Costumes, não propuseram retirar o útero das mulheres, essas que se deleitavam entre abortos, fazendo assim uma limpeza geral.

Minhas Senhoras, olhem que podia ser pior, afinal ainda lhes deixam o Útero.

Claro que sei, antes que apareçam por aí os indignados radicais, que esta proposta foi rejeitada por 85% dos presentes...

O que deixa ali uma margem de 15% de pessoas que olharam para isto e pensaram:

"Olha que isto é capaz de ser uma boa ideia!"

Assustador!

Mas o que esperar de um ambiente onde se vive a pujante expressão de ideias absolutamente abjectas, onde tudo parece ser possível nesse cardápio que poderia fazer salivar o Drº Mengele...

Claro que se torna apetecível um ou outro brilhante projecto.

Excelentes ideias, por entre, confinamentos étnicos, castrações químicas, prisões perpétuas e até penas de morte...

Que belo cardápio nos oferece este pedaço de extremismo travestido de um partido popular de direita.

Na (Alemanha) República de Weimar começou por menos...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

 

30
Jun20

A Agonia Do SLB...

Filipe Vaz Correia

 

 

 

D383DD02-3677-44CF-B63C-4FC5CA0B3CCA.jpeg

 

Parece que o Benfica está à deriva...

Sem Bruno Lage, com a ameaça de Vieira, abandono da Presidência, deixando o País órfão de felicidade.

Não bastava a Pandemia, não chegava o boçalismo do Chega, para agora podermos ter uma crise no SLB.

Isto está de mal a pior.

Bruno Lage não pôs o lugar à disposição mas o Presidente do Benfica disse que sim, o Pochettino não aceitou ser treinador do Benfica mas a imprensa diz que sim e assim se caminha por entre a agonia da Selecção Nacional...

Perdão, SLB.

De derrota em derrota, de empate em empate se perpetua a agonia "lampiânica", para o brado plasmado em cada capa de jornal.

Será que André Ventura mediu bem o seu projecto pessoal?

Se Vieira não se candidatar, não poderá Ventura abandonar a política para salvar o seu Benfica?

E aí...

Já não importavam as etnias, voltaríamos a ouvir as saudades dos Eusébios e até o Quaresma, o cigano, poderia servir de trunfo eleitoral como reforço para a próxima época.

Isso é que valia a pena...

Seria, na verdade, uma cena digna de um filme épico nas asas de uma águia.

Enfim...

O nosso Portugal, por entre, a infinita pequenez.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

20
Mai20

Até Tu, CMTV?

Filipe Vaz Correia

 

 

 

8AF9B167-1FE5-4A98-95A7-4D05E34570F9.jpeg

 

 

Sabemos que ultrapassámos todos os limites quando a CMTV estabelece que fomos além dos seus valores e princípios.

Esse é o chamado patamar de indigência.

A CMTV aceita mortos e seus vizinhos, senta-se ao lado de casa de violadores e assaltantes, filma cenários dantescos para a aceitabilidade de alguém de bem...

Quando dizem basta, esse será o pormenor mais pormaior que se poderia imaginar.

Pois bem...

Aconteceu.

André Ventura foi dispensado pela direcção dessa empresa pelo singelo facto de se terem ultrapassado algumas linhas vermelhas.

"Foi uma decisão editorial. Considero que foram ultrapassadas algumas linhas vermelhas. Não se trata de censura, mas chegou uma altura em que considerámos que as suas posições colocavam em causa direitos previstos na Constituição, como o direito à vida e a igualdade dos cidadãos perante a lei."

Foram estas as palavras do Director Octávio Ribeiro.

Inacreditável!

Até o Correio da Manha, CMTV, concluiu que entre os seus quadros, e que quadros, não poderia residir tão execrável figura, nesse seu misto de populismo bacoco e vocação Neo-Nazi.

Até tu, CMTV?

Parece que sim.

De facto está aos olhos de todos, explanado em cada intervenção, a cada pedaço de demagogia em seu discurso...

Só não vê quem não quer ver.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

 

05
Abr20

Tem Calma André!

Filipe Vaz Correia

 

Tem calma André!

Parece que o estimadíssimo André Ventura se demitiu da Presidência do Chega...

Isto de estarmos em tempos de Coronavirus, tempos de Pandemia, é uma grande chatice para populistas demagogos sempre à espreita de um pedaço de atenção.

Uma chatice porque este tipo de crise, tende a dar às pessoas a razoabilidade para descartarem aqueles charlatães que pululam pela beira do mediatismo, em busca da frase de café que os catapulte para a crista da onda.

Nestes tempos o jovem André andava desaparecido, sem espaço ou tempos de antena, mesmo a sua tentativa de caridade foi desmascarada pelo Padre que o recebeu...

A ele, à sua vasta comitiva e aos fotógrafos que foram acompanhar e publicitar o momento.

Citando o mesmo Padre:

"Caridade não necessita de publicidade."

Enfim...

Neste tempo, neste turbulento tempo para populistas, André Ventura encontrou uma brecha, desesperada expressão de encontrar um espaço nos cabeçalhos do jornais, nessa tentativa de resgatar as atenções perdidas.

Este vírus está a roubar o mediatismo ao jovem André, por entre, a tragédia e os elogios à postura de outros políticos de espectros mais tradicionais do panorama "polítiqueiro" Nacional.

Uma demissão, um agitar da maresia em bicos de pé...

Nestes tempos fica mais fácil destrinçar um singelo demagogo.

Não é André?

Que maçadoria.

 

Filipe Vaz Correia

 

 

17
Fev20

Je Suis Marega!

Filipe Vaz Correia

 

Uma vergonha!

Palavra tão cara a André Ventura e que acabou por ser explanada em Guimarães com o caso Marega.

O que aconteceu em Guimarães, com cânticos e sons racistas, tendo como alvo Moussa Marega foi na verdade uma vergonha.

Portugal e o Império Português são o exemplo maior do multiculturalismo, de integração e miscigenação, numa página marcada por altos e baixos mas pincelada de cor e beleza.

Os discursos marcados de ódio a que assistimos na vida política, dos tempos actuais, vieram provavelmente dar força a energúmenos cobardes e que se sentem reforçados para explanar as suas bouçais ideias.

O "menino" André, que começou o seu caminho com os ciganos, veio a correr justificar os cânticos, defendê-los, desvaloriza-los, algo que se adequa ao perfil populista e demagogo que o define...

Traz a reboque a sua "gémea" populista e racista, Joacine, para justificar o ódio, trazer o seu exercito de bouçais para as redes sociais, numa tentativa de arregimentar a "populaça" que o suporta.

Marega abandonou o relvado, ao fim de 70 minutos de insultos, assobios, e sonoros actos racistas, tomando uma atitude radical que corre mundo...

Corre mundo desmerecendo a nossa História, o nosso passado como Pátria, essa que partia de Lisboa e chegava a Díli.

Que tristeza...

A humilhante lição só poderá ser aprendida se formos intolerantes com este tipo de gente, os racistas Pretos e os racistas Brancos, todos os que de forma intolerante se referem ao outro.

Não se pode condescender...

Não irei condescender.

Hoje sou Marega, somente Marega...

Preto, Branco, Amarelo ou Vermelho, não quero saber...

Sou Marega, esse Marega que é um Ser Humano como qualquer um de nós.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

11
Jan20

“Depois Não Se Queixem!”

Filipe Vaz Correia

 

Irá Cristina Ferreira candidatar-se à Presidência da República?

Uma notícia veiculada pela revista Visão, onde essa hipótese é aflorada, sendo depois não desmentida pela própria no 5 para a meia-noite de Filomena Cautela.

Claro está que a doce Cristina não veio falar deste assunto numa perspectiva de se candidatar contra o queridíssimo Professor Marcelo, nem nas próximas duas ou três eleições...

A Princesa da Malveira tem contrato com a SIC e não poderia abandonar os seus espectadores da manhã, de um momento para o outro, já para não falar do seu pomposo e merecido ordenado.

Muitos soltaram a voz numa crítica feroz a este atrevimento da apresentadora, apontando o dedo a Cristina Ferreira e a esta Era de fazer política através do mediatismo popular, no entanto, nada me parece mais injusto...

De que forma foi eleita a querida Joacine?

Foi através do mediatismo das redes sociais, fazendo valer a cor, a gaguez ou até outro tipo de populares minorias, que viram nesta "superficialidade" programática uma forma de se sentirem representados.

Programa eleitoral?

Não interessou.

E o "estimadíssimo" André Ventura?

O deputado que se deu a conhecer ao povo nos ecrãs da CMTV, entre crimes e futebol, se calhar é a mesma coisa, entre frases feitas e boçalidades, entre "Passos" e Ciganos.

Programa eleitoral?

Apareceu depois das eleições, denunciado por Daniel Oliveira, sendo que o André logo o tratou de rasgar, apresentando novas ideias, não fossem as pessoas se aperceber das barbaridades nele incluídas.

E não ficamos por aqui...

Já sei que me vão falar de Marcelo Rebelo de Sousa e do seu programa na TVI, RTP e novamente TVI...

Meus caros, claro que esse programa lhe trouxe notoriedade e popularidade, porém, será de bom tom reconhecer que Marcelo já existia antes desses programas, com pensamento e densidade política, algo que o separa dos exemplos anteriormente citados.

Mas enfim...

A Cristina, ainda, não é candidata à Presidência da República, no entanto, se algum dia o for terá o mesmo direito que os Venturas, as Joacines ou outros da vida, forjados na televisão ou em outras plataformas mediáticas que lhes servem de alavanca para programas com pouco sumo mas carregados de populismo.

Por entre populismos e indiferença assim vai andando a democracia Portuguesa...

Como dizia um amigo:

"Depois não se queixem!"

 

Filipe Vaz Correia

 

 

13
Nov19

O “Menino” André... No Você Na TV!

Filipe Vaz Correia

 

O André Ventura foi ao Você na TV, tal e qual como o rapaz de saias...

De facto, por vezes, os extremos tocam-se.

O “menino” André sentado no seu gabinete recebendo o Manuel Luís Goucha, nem consigo imaginar como arrepiados deverão ter ficado alguns dos seus, mais radicais, camaradas de partido.

Nesta entrevista ficámos a saber que afinal, o deputado, não é contra a homossexualidade, somente o casamento, que não se considera de extrema-direita, que se afasta da direita Alemã ou Francesa, que é capaz de atenuar posições e afagar esse lado democrático que parece nele haver.

Olha que bonito...

Pelo meio, sobraram os laivos populistas que, sendo mais fortes do que o próprio, vêm sempre ao de cima, por entre, as visitas a uma freira violada ou a castração química.

Enfim...

Agora tenho de admitir que até tem piada assistir a esta entrevista do “nosso” André Ventura com o Manuel Luís Goucha, de fato azul “berrante”, por entre, mútuos cumprimentos e simpatias.

Uns de fato e gravata, outros de saia, no entanto todos buscando o mesmo...

Um pouco de audiência para vender o seu “peixe”.

Agora é esperar pela vez da Joacine Katar Moreira.

O Você na TV no centro da vida parlamentar...

Não poderia imaginar programa mais apropriado para estes actores.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

08
Out19

E O Chega... Chegou!

Filipe Vaz Correia

 

E o Chega...

Chegou!

André Ventura e o seu partido conseguiram, nas eleições legislativas deste domingo, eleger um deputado à Assembleia da República.

Muitos estão estupefactos, até indignados, com esta ascensão da Extrema-Direita em Portugal, no entanto, não deveremos esquecer que no parlamento Português, há muito, que estão representados partidos da Extrema-Esquerda que entre outros valores, defendem regimes ditatoriais como a Coreia do Norte ou a Venezuela.

É bom manter sempre a coerência como ponto de partida para avaliações políticas.

Infelizmente, um partido como o Chega encontrou na sociedade Portuguesa eco para as suas “odiosas” reivindicações, para o constante destilar de ódio com que olha para o País e a sua construção, sendo os portadores de princípios quase “hitlerianos” como base para o populista discurso com que nos brindam.

André Ventura, o líder destes herdeiros do PNR, conseguiu passar a sua mensagem para um nicho da população que serviu para o eleger, capaz de alimentar os ódios encapotados, por entre, frases sussurradas em surdina ou medos crescentes em algumas partes do nosso País.

O Chega representa, representará, uma ideia política perigosa, não podemos recear as palavras, uma busca pela segregação e divisão de uma sociedade Global, Multicultural e aberta ao mundo.

Este perigoso caminho, na minha opinião, segue uma tendência já observada em vários pontos do globo, Trump, Marine Le Pen, Orban ou Farage...

Um caminho que se alimenta do descontentamento das gentes, muitos deles que nada têm a ver com as elites mas sim com o proletariado, o dito povo, abandonado e cerceado por essa avassaladora Globalização e Modernização que mudou a face das civilizações.

Assim, este discurso divisionista, segregador, tacanho e populista, acaba por responder à singela ignorância daqueles que temendo, escolhem o autoritarismo como plano de fuga às agruras da vida.

Importa não optarmos pelo caminho mais fácil, aqueles que se opõem a estes ideais, mas sim tentar entender as causas que levaram a esta eleição de André Ventura e tentar desmascarar o discurso que o suporta.

Extrema-Direita, Extrema-Esquerda ou quaisquer outro tipo de extremismos, deverão causar o mesmo tipo de indignação, a mesma forma de repulsa, o mesmo tipo de condenação.

De uma coisa não nos deveremos esquecer...

A principal causa para o fortalecimento de um partido como o Chega é o enfraquecimento dos partidos da Direita tradicional, o que deverá aconselhar a uma maior contenção ao contentamento, daqueles “esquerdistas” que comemoraram um dos piores resultados do PPD/PSD e do CDS.

Porque em cenários destes, o que menos se espera tem lugar...

E o Chega, chegou!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

12
Abr19

No Tempo Dos Populismos... Importa Dizer Não!

Filipe Vaz Correia

 

O perigo do Populismo...

Essa palavra muito em voga, vezes sem conta, negada por tantos que a prosseguem, a executam sem decoro.

Exemplos não faltam, desde o nosso "Jovem" André Ventura, intra muros, até ao já "ilustre" Maduro, fora de portas.

Não posso deixar de referir o "Pequeno" Bruno de Carvalho, alguém que chegou a Presidente com o mesmo ar truculento que mantém, entrelaçado num passado de falências e aldrabices, vociferando mentiras e calúnias transformadas em "verdades" no seio da alma Leonina.

Recordo-me bem, de quem como eu, não se levantava para aplaudir o "Pequeno Líder", aquando das suas subidas ao relvado...

Dos olhares, das palavras, do ar de reprovação a estes "Croquetes" do antigamente.

O Populismo inebria as massas, transmuta a realidade, traz perigo às Sociedades.

Que o diga o "meu" Sporting.

No entanto, a situação é mais grave do que apenas um ou outro exemplo, um ou outro personagem desesperado de protagonismo, sedento de conseguir os seus intentos.

Gente capaz de tudo, por entre, uma coluna invertebrada, capaz de se adaptar sem valores, àquilo que julgam ser o mais adequado para convencer o "Povo".

Neste cenário, as redes sociais desempenham um papel cimeiro, como veículo de disseminação das ideias, ou falta delas, dos slogans, dos ódios libertados como forma de amarrar o descontentamento popular.

Assim, uma mentira ganha vida, surge capaz de enlamear qualquer um, independentemente da veracidade da sua origem, do seu fim.

Televisões, Jornais ou Pasquins se elevam, pouco preocupados com verdades ou seriedade jornalística, apenas com a sua "verdade"...

As tiragens, audiências ou lucros suficientes para alimentar a sua sobrevivência, numa Era onde cada vez mais perdem importância e relevo.

Assim, importa escrever, falar, gritar, numa constante querença maior, capaz de se antagonizar com esse Populismo velado que parece ameaçar Sociedades e seus Cidadãos.

Nesta Caneca...

As letras estarão sempre dispostas, a se juntar, para gritar Não ao bacoco Populismo, destes "novos" tempos.

Não!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Comentários recentes

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Calendário

Novembro 2020

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930

Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D