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Caneca de Letras

Caneca de Letras

Eternidade de Papel

Filipe Vaz Correia, 16.04.19

 

 

 

Vales e montes encantados, bosques escondidos e entrelaçados, campos floridos e desencontrados, florestas de pedra, gélida pedra por derreter.

Caminhos e estradas, construções renegadas, por entre, letras sofridas de querença, de uma esperançada querença que se atreve a gritar.

Sonhos que se repetem, vozes que se agigantam, gentes e rostos que se amarram no olhar de quem habita na alma...

Na soletrada alma de um texto, numa prosa construída nas entrelinhas da imaginação, na desgarrada acentuação, como um desenhar geométrico, compassadamente descompassado, perigosamente desenhado.

Ventos e montes encantados...

Tantas e tantos momentos para escrever, formas de escrever, pinceladamente encobertas pelo, silencioso, silêncio de uma eternidade de papel.

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

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