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Caneca de Letras

Caneca de Letras

11
Mar19

Michael Jackson: Monstro Ou Génio?

Filipe Vaz Correia

 

A HBO lançou um documentário sobre Michael Jackson e os seus alegados crimes de pedofilia...

Admito que ainda não vi o dito documentário, no entanto, não posso ignorar toda a agitação que o mesmo gerou, com reacções imediatas e estrondosas.

Rádios, personalidades, imprensa escrita, opinião pública e até os Simpsons não escaparam às ondas de choque...

Michael Jackson, há muito, que se viu acusado deste tipo de crimes ou boatos que tantas vezes assombraram o génio, na sua personna publica, porém ao invés de outros momentos, este documentário tem a credibilidade da HBO e não a de um pasquim como o News Of The World ou de outro tablóide qualquer.

Sou um admirador confesso do Artista, da sua obra, pois faço parte da geração que cresceu com a genialidade de Billie Jean, Thriller, Bad, We Are The World, Black or White, entre tantos outros êxitos que se entrelaçaram, por entre, os destinos de todos nós.

Mesmo sendo o depoimento, dos mesmos jovens que o acusaram, anteriormente em tribunal, local onde foi absolvido, o que parece sobressair deste documentário é a força da acusação, a credibilidade e crueza dos crimes imputados.

E é aqui que se contorce o jovem que fui, e se indigna o homem que sou...

É aqui que me amarra a indignação, olhando para um "monstro", ao mesmo tempo, que se recusa a aceitar o menino que tantas vezes cantou as suas músicas, ouvindo o meu Walkman, imitando passos e gestos.

De uma coisa tenho a certeza, não se pode apagar a obra genial produzida por Michael Jackson, obra essa que marca e marcará gerações e artistas, no entanto, caso sejam verdade as acusações sustentadas neste documentário, será difícil imunizar a genial obra e separar a mesma dos monstruosos pecados do seu autor.

A questão permanece...

Génio ou Monstro?

Se calhar, infelizmente, um pouco dos dois.

 

 

Filipe  Vaz Correia

 

 

09
Mar19

Um Juíz Ou Um Boçal?

Filipe Vaz Correia

 

Na capa do Jornal Expresso, desta semana, uma frase marcante do já célebre Juiz Neto de Moura...

"Os casos que julguei, não são particularmente graves."

Et voilá!

Uma pérola de sapiência judicial, diria mesmo, de sabedoria ancestral na voz de um doto Magistrado.

Na verdade, não posso deixar de concordar com o Senhor Doutor Juiz, pois apesar de inicialmente ter ficado estupefacto, consigo compreender a plenitude e alcance de suas sábias palavras.

Em nenhum dos casos julgados pelo Juiz Neto de Moura, a vítima foi assassinada, morta, decapitada, logo a gravidade destes casos é absolutamente relativa.

As Senhoras poderão, em alguns destes casos, ter levado um par de bofetadas, uma ou outra cabeçada, um ou outro pontapé, o que analisando bem, em nada difere de um jogador de futebol ou de um pugilista profissional, encaixando assim no patamar de normalidade, aos olhos do "nobre" Juiz e provavelmente do seu "Deus".

Num desses casos, a Mulher terá levado com uma, "pequena", moca de pregos e noutro desses casos terá ficado com um tímpano perfurado...

Casos estes que têm levado, incompreensivelmente, ao histerismo da opinião pública.

Mas a dita Mulher não tem, ainda, um outro tímpano em bom estado?

Não consegue adquirir um daqueles aparelhos auditivos que estão sempre a anunciar nas televisões?

Não estão vivas? 

Se sim...

Para quê tamanho alarme?

De facto, no meio de todas as incredibilidades que vamos ouvindo e lendo, sobre este Magistrado, torna-se claro que não se tratará, apenas, de uma questão de lhe retirarem os casos de Violência Doméstica...

Na minha opinião, é caso para questionar se o dito Juiz estará na posse de todas as suas faculdades ou será apenas uma questão de Boçalidade bafienta, meio empedernida, por entre, o pó de uma qualquer caverna, de onde terá saído.

Haja paciência e já agora Justiça.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

28
Jan19

Operação Marquês: Uma Questão De "Família"...

Filipe Vaz Correia

 

A Operação Marquês...

A instrução deste Processo arranca esta segunda-feira, regressando um frenético tempo que irá amarrar a opinião publica, ao fracturante debate que tanto apaixona a nossa "Sociedade"...

José Sócrates.

Este processo traz consigo interrogações e perplexidades, sendo a maior delas, esse seu lado caseiro ou familiar que parece atravessar toda a "trama".

Se tivermos atenção a todo este enredo, verificamos que ele se entrelaça, por entre, a afortunada Mãe e o seu terno Filho, o Primo abastado e o Amigo generoso, que é mais do que um Irmão, a ex-Mulher e seus tiranos Filhos, que ameaçam o Paizinho perante o atraso da obra, naquele recôndito "appartement" que parece não lhe pertencer.

E quando pensávamos que apesar de familiar, se limitava à família Pinto de Sousa, eis que não...

A "pequena" Bárbara, a Filha, envolvida por seu Papá, o Vara, arrastada para a barra de um tribunal, apenas por um ou outro milhão.

E o pior é que até acredito na versão da "menina"...

Juro!

Por entre, ligações e confusas transacções, questiono-me...

Se por um acaso, não estará equivocada a Justiça?

Não será este um caso para o tribunal de família?

Fica a questão...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

 

19
Jan19

Manuel Maria Carrilho: O Ministro Da "Cultura" Do Ódio

Filipe Vaz Correia

 

Não consegui passar indiferente a esta polémica envolvendo o programa de Ana Leal, na TVI...

Sinceramente, fiquei petrificado com as imagens de Manuel Maria Carrilho, com aquela espécie de violência desavergonhada que envergonha qualquer pessoa de bem.

Neste caso, uma perplexidade me atormenta...

Como alguém com esta personalidade, um tipo de "psicopata", pode ameaçar e atormentar impunemente, sem que um Juiz o impeça de "passear" livremente durante anos, numa gratuita forma de "violação" constante da sua ex-mulher e seus filhos.

O comportamento de Carrilho, naquelas imagens, é abjecto, manipulador, maquiavélico, demonstrador de uma pérfida forma de amar, entrelaçando nesse sentimento, o terrível e odioso ressentimento expresso em cada olhar, a cada palavra.

Um pequeno retrato de um inferno, repleto de mentiras e  agressões, desnudado aos olhos de todos nós, sem capas, sem filtros, sem mais nada.

Ao comentar esta reportagem, violento princípios meus, uma forma de estar e pensar, pois considero que ao divulgar aquelas imagens, a TVI contribuiu para a violentação daquelas crianças, expondo os mesmos ao terrível animal que é a opinião pública.

Se por um instante, conseguirmos nos colocar no lugar do Dinis ou da Carlota, talvez consigamos imaginar a dimensão da escadaria de sua escola ou a porta fechada da sala de aula, neste dia que chega após a divulgação desta reportagem.

Se conseguirmos, poderemos sentir um pedaço desse temor que os deve ter acometido.

Mas enfim...

É o mundo que nos sobra.

E de tudo isso, de todo este pesadelo, nada deverá ser maior do que a barbaridade feita por um "louco", que por acaso também é Pai...

Só mesmo por acaso.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

22
Dez18

E-Toupeira Pariu Um Rato?

Filipe Vaz Correia

 

Sinceramente, não consigo compreender este Ministério Público que parece viver numa realidade paralela, sem sentido.

O Benfica, a sua SAD, foi hoje ilibada dos "TRINTA" crimes de que era acusada, pelo mesmo Ministério Público e pela qual foi trucidada em praça pública, nos últimos tempos.

Das duas, uma:

Ou o Ministério Publico é absolutamente irresponsável e incompetente ou a Juíza agiu de forma errada e incompreensível.

De qualquer maneira, a Justiça nunca ficará bem vista, neste processo.

Não me surpreende, pois há muito tempo que sinto uma certa prepotência Judicial crescendo neste Portugal do Século XXI, porém, este absurdo poderá assumir proporções gigantescas com um cidadão comum, sem possibilidades de defesa ou suporte comunicacional, como tem um clube da dimensão do Benfica.

Não faço a mais pequena ideia de que lado estará a razão, até porque depois do espectáculo mediático a que foi sujeito este processo, a decisão judicial é o que menos importará...

Para uns sempre inocente, para outros, eternamente culpada.

É o risco de uma Justiça mediática e se ainda por cima for incompetente...

Muito mais grave.

 

 

Filipe Vaz Correia

11
Dez18

Uma Década Depois De Bernard Madoff...

Filipe Vaz Correia

 

Bernard Madoff cumpriu hoje dez anos de prisão, de uma pena de 150 anos...

Oliveira e Costa cumpriu Zero.

No meio da tamanha teia judicial em que se encontra Portugal, talvez a parte mais incompreensível seja a demora como se arrastam os processos, se prende o sentido justo da suposta Justiça.

Bernard Madoff foi detido e julgado em seis meses, no seu caso condenado, no entanto, a sentença é indiferente para o objectivo, pois a rapidez de julgamento defende não só a verdade, como também, o próprio réu.

Ao contrário, em Portugal arrastam-se os processos, sendo as pessoas julgadas indefinidamente na praça pública, na capa dos "Correios das Manhas", contribuindo assim, para uma popularização da Justiça que enlameia todos os que com ela se cruzam...

Culpados ou inocentes.

O caso BPN, está a ser julgado há quantos anos?

11anos?

Sócrates, Salgado, Vara, Ricardo Oliveira, o Senhor Joaquim, Manuel ou Francisco, não deveriam estar dependentes de um intemporal espectáculo de justiça mediática, entrelaçada com os "Ruas Seguras" da vida.

Seis meses.

Repito...

Seis meses, o tempo que mediou a detenção, o julgamento e a condenação de Bernard Madoff, demonstrando assim a Justiça Americana, um respeito pelos absolvidos, pelos condenados e acima de tudo pelas vitimas.

Um respeito asolutamente irrepreensível.

Por cá, continuaremos a jogar ao "Segredo de Justiça", sistematicamente violado na capa de alguns jornais, enquanto o circo mediático se alimenta desta espécie  de "palhaçada" a que chamamos de Justiça.

Daqui a uma década, quando Madoff cumprir os seus vinte anos de cárcere, saberemos se Sócrates é considerado culpado ou inocente, pelos "providenciais" tribunais...

Mas o que isso importa?

Infelizmente nada.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

07
Dez18

"Entre Marido E Mulher Não Se Mete A Colher?"

Filipe Vaz Correia

 

Isto, por vezes, sobram as palavras...

Por outras escasseiam.

Este caso de um "animal", peço desculpa a qualquer animal que se sinta ofendido, e com razão...

Este caso de um "animal" que agrediu a sua "Mulher" grávida de nove meses, já é em si mesmo, um escândalo, uma dolorosa exposição de deformação Humana, no entanto, quando diante de todo aquele horror, parecemos estupefactamente perdidos, nada nos prepara para o que suplanta a alma, desarma a credibilidade do Ser.

Um Juiz analisou o caso e deixou o respectivo "animal" em Liberdade, mas decretando a proibição de contacto com a vítima.

Mas que Justiça é esta?

Que idiota é este que foi habilitado para julgar?

Alguém acredita que uma "besta", capaz de agredir uma pessoa nas condições em que se encontra aquela Mulher, irá respeitar a proibição de um Juiz?

Provavelmente quando a matar, com ou sem criança no ventre, se o prenda duramente, talvez um par de anos, para servir de exemplo.

Triste País, triste Justiça, triste tristeza em que se encontra a alma Humana.

Pois triste me encontro, ao observar este caso que esventra uma parte de nós, aquela parte que ainda quer acreditar no seu semelhante.

É esta impunidade que cria o populismo e os Bolsonaros de plantão.

Assim fica difícil.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

17
Nov18

Alcochete: A Juventude "Hitleriana"...

Filipe Vaz Correia

 

As novas imagens de Alcochete, passadas na televisão Portuguesa, demonstram o Caos e a vergonha ali ocorrida.

Um pedaço de horror e vandalismo, um exército às ordens de um déspota descontrolado, dando voz a um projecto pessoal de poder.

Tudo fica um pouco mais desnudado...

A violência do acto, o desespero de Jorge Jesus, a manada descontrolada, a conspiração apoiada por Bruno Jacinto.

Um dia, há tempos atrás, ainda Herr Bruno controlava o clube a seu belo prazer, comentava neste blogue, os tiques autoritários desse seu líder, assim como, dessa milícia que ameaçava cumprir as vontades do tresloucado ditador.

Apelidei-os de "Gestapo" ou "Juventude Hitleriana", para revolta de alguns que hoje parecem ter sido, toda a vida, opositores de Bruno.

É assim a vida, dos contorcionistas de carácter...

Não me restam dúvidas que o meu Clube está impregnado deste tipo de "gentalha", mentes pequenas, incapazes de fazer a diferença pela positiva.

O Sporting é, enfim, mais do que autofágico...

É uma contradição permanente.

Que tristeza.

No meio disto tudo, não posso deixar de escrever, uma palavra para Jorge Jesus:

Obrigado pela lição  de coragem, de liderança...

Não pelos treinos ou pelo futebol jogado, mas pelas imagens que me marcarão eternamente, por olhar nos olhos dos agressores, pelo apontar de dedo, pela forma destemida e exemplar como se ergue contra os boçais amestrados que invadiram Alcochete.

Para mim, esse gesto vale mais do que um golo ou de que um título.

Isso representa a essência da vida.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

16
Nov18

A Justiça Versus As Portas Dos Tribunais...

Filipe Vaz Correia

 

Mais um dia de discussão judicial, de televisão em televisão, de parangona em parangona, de comentador em comentador, de estupidez em estupidez.

Do Bruno culpado, preso definitivamente, passámos para o inocente, libertado em nome de uma justiça popular que se verbaliza sem dentes, com ranho e postiços, num qualquer microfone à porta de um tribunal.

Mas enfim...

Nada faz sentido.

Deixando de lado as minhas convicções, sobre os "acusados", pois a justiça não deve compactuar com convicções populares, muito menos transforma-las em sentenças, importa realçar a minha perplexidade com o andamento dos dias...

Destes dias em que a "novela" Bruno e o atrelado Mustafá, se tornou o assunto mais falado cá do sítio.

A decisão de prender Bruno de Carvalho durante cinco dias, para que este prestasse depoimento, tem tanto de absurdo como de arbitrário, uma manifestação de um poder judicial bacoco, prepotente e autoritário.

Quer ouvir?

Convoque...

Notifique e só em casos excepcionais detenha, prive da liberdade aqueles que gozam da presunção de inocência, ainda para mais, quando nem acusados se encontram.

É o mínimo.

Mas para tornar tudo mais inusitado, atentemos ao despacho que decretou a liberdade daqueles dois arguidos:

O Juiz considera que Bruno e Mustafá podem, em liberdade, perturbar o processo...

Mesmo assim liberta e não proíbe o contacto entre arguidos.

Considera ainda que existe perigo de fuga...

Mas não apreende os seus passaportes.

Esta deliberação alerta, ainda, para a possível e grave perturbação da ordem pública...

E mesmo assim não impede ou limita a acção dos mesmos, em determinados locais públicos.

Mustafá, esteve nesta mesma noite, no Pavilhão  do Sporting, a ver um jogo de Futsal.

Por fim...

O Juiz salienta, de forma veemente, a indiferença dos arguidos diante do sofrimento causado às vitimas deste processo, fazendo assim, um perturbador julgamento que deixa antever o seu pensamento.

E mesmo assim...

Liberta.

São estas contradições que perturbam um leigo cidadão, como eu, num confuso jogo de palavras e intenções que mais uma vez desmerecem a "Justiça".

A decisão da Magistrada Pública, de supostamente, recorrer desta libertação, divulgada em alguns canais de televisão, demonstra o descrédito que anteriormente descrevi, numa entrelaçada promiscuidade entre o poder judicial e o "mundo" jornalístico que corrói  desmedidamente o digno "julgamento" democrático.

O singelo direito de todo cidadão, ambicionar um justo tratamento entre a acusação e a defesa.

Mas assim prossegue a dita Justiça, sem nexo ou sentido.

De uma coisa tenho a certeza:

Nem Bruno se tornou "culpado" no dia em que foi detido, nem se tornou "inocente" por não ter ficado preso preventivamente.

Quanto às descontroladas convicções...

É esperar pela próxima porta de um Tribunal.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

13
Nov18

A "Justiça" Meretriz...

Filipe Vaz Correia

 

A justiça comporta-se como uma "prostituta", sem venda, com uma câmara de televisão, em vez, de uma balança.

É assim que vejo a Justiça mediática que nos rege.

Ao saber das sentenças do caso BPN, não posso deixar de reflectir sobre as palavras de Saragoça da Matta, que viu o seu cliente ser absolvido de todos os crimes de que foi acusado.

" Esta absolvição não retira anos de capas de jornais ou títulos caluniosos."

Tem toda a razão.

O que me chocou no dia de ontem, nesta prisão de Bruno de Carvalho, foi esta espécie de circo mediático que atropela tudo e todos, sem respeitar os princípios básicos de um cidadão ou dos seus familiares.

Como é possível uma televisão ser avisada de buscas em casa de um arguido, filmar o seu prédio, a rua, o número da porta...

Enfim, tornar pública a morada do dito cidadão e da sua família.

Como é possivel que o seu advogado e seus familiares, sejam massacrados por uma matilha de jornalistas, preparados para devorar cada gota de tragédia, cada inquietamento, cada pedaço de amargura.

Como?

É nesta mistura de indecência e justicialismo que se encontra a minha incredibilidade com esta Justiça, "Reality Show", que tanto satisfaz os ressabiados de plantão...

Repugna-me esta mediocridade.

Por fim...

E  antes que para aqui venham  os caciques do momento, leiam o que penso sobre a personagem, o que sempre pensei e como nunca me inibi de escrever sobre o que este representava.

Mas isso não me permite prostituir os valores que sempre defendi, em nome de uma satisfação bacoca, dos que se contentam com a desgraça alheia.

Somente isso...

E isso, não é de somenos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

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