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Caneca de Letras

Caneca de Letras

22
Out18

A Maria "foi" Leal?

Filipe Vaz Correia

 

Sinceramente, não pensei em escrever sobre a "querida" Maria Leal...

Ou será melhor:

Elisabete Rodrigues, a doce Bé, com uns vinte aninhos a menos.

No entanto, não consegui manter-me alheio a esta polémica, a esta reportagem da Sofia Pinto Coelho em Vidas Suspensas.

Todo o enredo é indescritível, submerso em mentiras "evidentes", misturadas com uma desmesurada "lata" desta "jovem" burlona.

Em primeiro lugar, deveria ser proibido que a "senhora" pudesse passar toda uma entrevista, que se presume fosse para se defender, a falar como o Mário Jardel...

Na 3ª pessoa!

Em segundo lugar, não posso deixar de dizer que às tantas já estava confuso, por entre, o Francisco, nome que lhe arrebitava o olhar, transbordava de carinho e afecto, e o Senhor Francisco, esse mentiroso, subentendido, que faz acusações falsas.

Mas por fim tudo faz sentido...

O dinheiro era dos dois!

Se a herança era dele, se ele a pôs como segunda titular da conta, porque razão a "queridíssima" Maria, não haveria de o gastar em roupas, lojas e amantes?

Porque razão não lhe haveria de vender as casas e ficar com o proveito dessas vendas?

As pessoas gostam mesmo de ser maldizentes.

A justiça irá, certamente, olhar para este caso, avaliando a natureza desta presumível "burla" ou abuso de confiança, esperando eu, que não se esqueçam da "famigerada" Rute, advogada que deve ter tido, também, um papel bem "lucrativo".

Quanto a Francisco D'Eça Leal:

Nem sei o que dizer...

Crédulo, apaixonado, solitariamente entregue à sua "tolice"...

Não sei.

E a Mãe, amigos, irmãos...

Isto é de facto inacreditável.

Mas a Maria continua a cantar, estando lá só para os fãs, esses que a conhecem tão bem.

Olhe minha "querida"...

Eu não sou fã mas também não a reconheceria, pois a "pequena" resolveu apresentar-se de rastas aloiradas, com uma mistura de cor de rosa, num fato espacial dos anos 60, logo cometendo, para mim, um erro tremendo...

Ninguém se consegue defender assim.

Por tudo isto, antes da segunda parte da reportagem, fica o meu palpite...

Culpada!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

21
Out18

As "Fotografias" Da Polémica...

Filipe Vaz Correia

 

A polémica está lançada, por causa de umas quantas fotografias tiradas, aquando da captura dos três foragidos que haviam escapado de um tribunal no Porto.

Parece mentira mas é mesmo verdade...

No Jornal da Noite da SIC Noticias, deram destaque a esta situação com a intervenção indignada de Ministro e deputados, preocupadíssimos com a dignidade Humana, que parece ter sido posta em causa, neste especifico caso.

Pensei para mim:

Mas que raio fizeram aos homens?

A fotografia, do momento da captura, mostra os três indivíduos algemados, sentados no chão, enquanto aguardavam pelo transporte para a cadeia.

Será bonito?

Não!

Indigno?

Também não me parece.

O ridículo toma contornos risíveis, se a comparação não fosse abjecta, quando em plena reportagem do mesmo telejornal, se faz a comparação deste caso com o dos detidos em Abu Grahib, no Iraque...

Sinceramente, por mais absurdo que possa parecer, fizeram esta comparação, mostrando as imagens referentes a este atentado aos Direitos Humanos, aquando da ocupação Americana no Iraque, na Era Pós- Saddam Hussein.

Só para termos uma noção, aquelas pessoas estavam detidas nessa miserável prisão, despidas, torturadas, levando choques eléctricos nos seus órgãos genitais, colocados em posições humilhantes que, muitas das vezes, simulavam o acto sexual.

Vexatório demais para que um ignorante jornalista possa, por um instante, em nome de uma reportagem sensacionalista, querer usar essa memória em favor das suas audiências.

De facto, estamos a chegar ao ano zero do jornalismo, em muitos casos, fruto da reinante ânsia por polémicas.

Não esquecer que estes três detidos, faziam parte de um "gangue" violento que roubava e atormentava idosos em suas casas.

Dir-me-ão...

Isso justifica que possam ser mal tratados?

Não!

Mas foram?

Também não me parece.

Se as fotografias poderiam ter sido evitadas ou mesmo não divulgadas?

Claro que sim!

Mas fazer disto um caso de desrespeito dos Direitos Humanos...

Por favor!

Desrespeito pelos Direitos Humanos era o que estes meliantes faziam na sua actividade criminosa e é precisamente disso que os telejornais deveriam estar a falar.

Enfim...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

27
Set18

Alerta SIC...

Filipe Vaz Correia

 

Parece que a SIC irá apostar em Manuela Moura Guedes para substituir Miguel Sousa Tavares no espaço de comentário do Jornal da Noite...

Uma espécie de mudança no paradigma da informação do Canal de Francisco Balsemão.

Esta contratação, segundo avança o Jornal ECO, radicaliza a disputa por um espaço sensacionalista na grelha de informação dos canais Generalistas e de Cabo, onde a SIC tem vindo a perder terreno, quer seja para a TVI como também para a CMTV que domina este espaço no Cabo.

Habituei-me a olhar para a SIC, assim como para a SIC Noticias com uma certa admiração e credibilidade, no que à informação diz respeito, no entanto, esta contratação entra numa certa contradição com os padrões que julgava serem inerentes aos quase 26 anos deste canal.

Respeitando a opção e o caminho que Ricardo Costa e seus pares entenderam percorrer, custa-me ver a SIC entrar nessa espécie de Alerta CM que certamente Manuela Moura Guedes trará para este espaço de "informação".

A apresentadora de concursos, jornalista, cantora pop, deputada, aportará esse lado populista das noticias, um género de Tânia Laranjo, em chique.

Para quem criticava a contratação de Cristina Ferreira...

É que pelo menos a Cristina irá para o entretenimento, enquanto neste caso nos prometem entretenimento nas noticias.

Bem...

No meu caso, às Segundas é para mudar de canal.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

18
Set18

Cristina Ferreira: A Princesa Diana Portuguesa?

Filipe Vaz Correia

 

Não gosto nem desgosto da Cristina Ferreira...

Posso mesmo dizer que me encanita o estilo, meio saloio, mas agrada-me a genuinidade com que se apresenta, com que parece enfrentar os desafios que se lhe deparam.

Gosto do carácter, da ligação emocional que cria através do olhar e lhe parece granjear uma multidão de seguidores.

Não sou de escrever muito sobre estas questões do entretenimento, se excluirmos a nossa classe política deste escalão, no entanto, o chorrilho de disparates ressabiados que se tem ouvido sobre a transferência em si e o dinheiro que a mesma envolve merecem de mim um singelo reparo...

Mas o que têm as pessoas a ver com isso?

A "jovem" Cristina vai trabalhar para uma empresa privada, paga a peso de ouro, assim como outros que fazendo bem o seu trabalho retribuem ao seu empregador cada cêntimo em si investido.

Uma estratégia de uma empresa privada que certamente prevê lucrar com o talento de uma criadora de audiências e programas.

Por mim que seja feliz.

Apenas um comentário:

Ao ver a sua entrevista no Jornal da Noite, não pude deixar de notar uma comparação que talvez seja um pedaço "exageradinha"...

Comparar a sua saída da TVI à morte da Princesa Diana, é mais ou menos como comparar a Volvo Ocean Race aos Descobrimentos Portugueses.

Aqui a minha querida pôs-se a jeito...

Excedeu-se.

Quanto ao resto e saloiices à parte esperemos por mais um capitulo de Cristina by Cristina.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

30
Jan18

Já Não Posso Ouvir Falar Da Supernanny...

Filipe Vaz Correia

 

Já não posso ouvir falar da Supernanny e das criancinhas inocentes que estão expostas em tal programa...

Querem acabar com o programa?

Acabem de uma vez...

Querem exterminar a SIC e a sua direcção de conteúdos?

Façam...

Mas calem-se.

Duas ou três leves observações:

Muitas destas pessoas que rasgam as vestes na opinião pública, sobre tal programa, devem sofrer de um reflexo, profundamente incomodativo, de se reverem naqueles Pais sofredores de bulling, das criaturas por eles criados...

Se assim for, infelizmente, até consigo compreender.

Muitos dos que gritam ensurdecedoramente, não perderam um segundo para pensar, que tipo de Homens e Mulheres iremos ter daqui a umas décadas...

Crianças que supostamente batem nos Pais, lhes chamam os maiores impropérios, sem que isso possa causar na maior parte dos indignados, um medo imenso desse futuro que se aproxima.

Claro que me deixa estupefacto a invasão de privacidade e de reserva que um programa deste género causa a uma família, mas nem tanto pelo lado das crianças, mas sim dos seus Pais...

Como pode um Pai, que sabe ter um filho com este tipo de comportamento, expôr-se assim publicamente?

O lado dos Pais, é sem dúvida, o que mais me impressiona.

Posto isto, talvez seja chegada a hora, de enquanto sociedade, nos sentarmos e reflectirmos sobre que pessoas estaremos nós a formar e a educar...

É que as criancinhas são fruto da educação recebida e essa só funciona com regras.

Com muito amor, mas sempre com regras.

Pois sem regras, mais cedo ou mais tarde, lidaremos simplesmente com boçais.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

19
Jul17

Henrique Cymerman: Jornalismo De Excelência!

Filipe Vaz Correia

 

O documentário transmitido ontem, pela SIC, levado a cabo por Henrique Cymerman é um exemplo do ponto de vista jornalístico, uma peça de excelência num tempo onde o verdadeiro jornalismo de investigação parece em vias de extinção no nosso País...

Crianças no Daesh, revela o outro lado das vitimas deste regime de um Califa, Califado do mal, que vitima muito mais do que aqueles que perecem ao som das bombas suicidas que aterrorizam o nosso mundo ocidental.

Esta visão, dá uma dimensão intrínseca daquelas crianças preparadas para morrer, em nome de um ideal que não desejam, de meninas transformadas em objeto, ao serviço dos desejos daqueles soldados de Alá.

Ao ver aquela reportagem, recordei uma das primeiras vezes que me apercebi da credibilidade deste jornalista, um Português Judeu ou um Judeu Lusitano...

Numa casa clandestina, no auge de mais uma Intifada, ali estava Henrique Cymerman, algures na faixa de Gaza, entrevistando o Xeique Yassin, fundador e líder espiritual do Hammas, figura intrigantemente maquiavélica e que ali se dispunha a receber, a conversar com ele, apesar de Cymerman ser Judeu.

Cymerman consegue mover-se nestes territórios com a segurança que lhe advém da gigantesca qualidade do seu profissionalismo, da maneira séria com que aborda e respeita, entrevistados, assuntos, os vários lados de um mesmo problema...

Foi assim, quando o Papa o recebeu no Vaticano e acabou por o convidar para almoçar consigo, quando entrevista o Primeiro Ministro Israelita ou o Presidente Iraniano, quando se move em Telavive ou é recebido em Ramallah.

Crianças no Daesh é na verdade um relato impressionante, esclarecedor, sobre como o sofrimento Humano reaparece sempre, quando o fanatismo impera, sendo quase sempre as crianças os alvos mais fáceis para tais algozes.

Pelo meio ficam vidas roubadas, famílias destroçadas, sonhos perdidos, laços esquecidos, obrigados a obedecer às divagações de uns quantos que se sentem legitimados para falar em nome de um Deus, sem piedade.

Que venha a segunda parte...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

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