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Caneca de Letras

Caneca de Letras

01
Jan19

Donald Trump: A Caminho Da Reeleição?

Filipe Vaz Correia

 

Donald Trump continua o seu caminho, esta aventura, meio desventurada, como Presidente Americano.

Entrelaçado a posições populistas que o acompanham desde sempre, Trump saboreia agora um novo "momentum"...

A doce solidão Republicana.

Daqueles que com ele começaram esta caminhada, apenas Mike Pence permanece a seu lado, no entanto, cada vez mais silenciado, calado, adormecido.

Defesa, Tesouro, Educação, Justiça, todos foram caindo, uns por vontade própria, outros por vontade "Trumpiana", outros ainda pela vontade maior do escândalo público.

Trump continua impávido, amarrado aos seus Tweets, olhando para o "seu" mundo, como se de um jogo de "Risco" se tratasse.

Cada vez mais isolado, cada vez mais atrapalhado.

Mais se eterniza o discurso populista, esse que será o seu maior trunfo, numa Sociedade Americana fracturada, submersa em ódios e fantasmas, em refugiados e traidores, em "Nacionalistas" e "Comunistas".

Trump terá na busca por uma reeleição a sua maior batalha, que julgo se tornará cada vez mais difícil de concretizar, sem que novas alianças sejam forjadas...

E encontrar aliados, depois das tamanhas purgas internas, por si efectuadas, é coisa que se antevê, quase, impossível.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

27
Out18

Moderados?

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Não tenho com quem falar;

Nesta constante gritaria,

Nesse estranho esvoaçar,

De um extremo para o outro...

 

Gritos e mais gritos;

Olhares aflitos,

Sinónimos malditos,

Neste mundo em que habito...

 

Braços no ar;

Ódio a vociferar,

Ameaças a chegar,

Sem parar...

 

E o moderado;

Do outro lado da estrada,

Mudo...

 

Ensurdecido;

Esmagado por entre a multidão,

Caminhando para o abismo,

Desesperada escuridão...

 

Gritos e mais gritos;

De um lado e do outro,

Num constante absurdo,

De um mundo em desconstrução...

 

Já não grito;

Já não sonho,

Já não fujo...

 

Só observo desencantado.

 

 

25
Out18

Extraterrestres... A Intolerante Salvação?

Filipe Vaz Correia

 

A intolerância...

Sempre ela.

Sempre a mesma arma com que se ameaça o outro, esse mesmo outro que num local diferente, entre outras pessoas, numa alternativa cultura, poderá se transformar no algoz da mesma forma de estupidez.

Mas o que fazer se a História se repete e as almas nada aprendem em relação a isso.

O preconceito usado pelos supremacistas Brancos nos Estados Unidos, é o mesmo princípio utilizado por Malema na África do Sul, só que ao contrário...

A versão repete-se, o ideal é o mesmo, apenas a cor muda, a supremacia da cor se transmuta.

Ser católico em Karachi deve ser mais ou menos a mesma coisa do que ser Muçulmano em Myanmar...

Mas nada se aprende.

Nada consegue mudar parte desta essência que parece perseguir o Ser Humano.

Esquerda ou Direita, Comunista ou Fascista, Preto ou Branco, Homem ou Mulher, Gordo ou Magro, Hetero, Homo, Pan-Sexual ou sei lá mais o quê...

Os rótulos são tantos que já nem consigo descrever, não consigo enumerar todos os preconceitos emergentes, os sempre presentes ou mesmo aqueles que estando ausentes ameaçam regressar.

Talvez no dia em que se descubra vida para além do planeta terra, todos os Seres Humanos se possam unir, em paz, sem divisões...

Unidos num preconceito maior.

Aqueles Extraterrestres...

Pode ser.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

24
Out18

"Deus" E O Populismo...

Filipe Vaz Correia

 

Partindo das eleições Brasileiras para uma reflexão mais alargada, vou discorrendo sobre esta inusitada ligação entre Deus e o Populismo Radical.

Deixo aqui bem claro que não atribuo culpa alguma, nesta relação, a Deus mas sim àqueles que se aproveitam da Sua mensagem, usando a frustração presente em Milhões para capitalizar votos e com isso chegarem ao poder...

Esta nota parece de somenos mas para mim é relevante manter este respeito pelo Divino, não vá...

Bem.

Em primeiro lugar, não esquecer a principal razão para Bolsonaro seguir com esta vantagem nas eleições do Brasil...

Quase duas décadas de poder do PT, repletos anos de corrupção envolvendo quase todo o espectro político Brasileiro, permitindo assim terreno para o aparecimento de um qualquer Salvador da Pátria.

No entanto, a presença de "Deus" tornou-se evidentemente crucial, com o peso crescente das Igrejas Evangélicas, Iurd na frente, tomando os votos dos seus Milhões de fiéis como garantia de um desequilibrar da balança.

Numa reportagem da SIC, uma fiel à saída do Templo de Salomão, em São Paulo, gritava as suas razões para votar em Bolsonaro:

Porque tinha sido indicado pelo Bispo Edir Macedo...

"Homem que a tinha retirado da droga e do pecado!"

Transformando-a assim, num Ser acéfalo, incapaz de raciocinar por si mesma.

Esta segunda parte é claramente um pensamento meu...

Se olharmos para os Estados Unidos e para o discurso de Trump, as palavras bíblicas e o peso dos Mormons, Baptistas, Pentecostais, não poderemos deixar de, também ali, reparar neste peso desmedido destas religiões no acto político.

Poderemos ir mais longe...

A forma como Chavez manipulava a sua relação com "Deus", para acrescentar credibilidade ao seu discurso, acto aliás continuado nesta anarquia reinante de Maduro.

A demissão durante décadas da Igreja Católica, em muitos deste lugares, com principal incidência no Brasil, não pode deixar de ser aqui relevada, no desmesurado ganho de influência destas "supostas" religiões.

Num patamar mais extremado, não esquecer o papel do radicalismo Islâmico, no transformar das Sociedades Muçulmanas que foram perdendo com o passar dos anos, uma certa laicidade que as marcava, submersas em anos de conflitos e repressão.

Basta olhar para os anos 60 no Irão, Líbano ou até a Arábia Saudita.

A mensagem de "Deus" que deveria ser a de Amor, é usada para disseminar o Ódio, discriminação, encontrando eco numa mistura de sentimentos muito em voga por esse mundo a fora...

Frustração, desespero, ressabianço, insegurança, preconceito, etc...

Na construção de um mundo melhor, parece que estamos encurralados nesta espécie de ignorância, entrelaçada com a vontade de dividir, ao invés, de agregar, o que perspectiva todos estes cenários assustadores em alguns pontos do planeta.

Resta olhar para "Deus" e esperar que o tempo possa desarmar esta ligação entre o Divino e o Populismo Radical.

Mas sem Educação....

É difícil.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

 

 

13
Set18

Viktor Orban: O Louco De (Buda?) "Peste"!

Filipe Vaz Correia

 

O discurso de Viktor Orban no Parlamento Europeu foi absolutamente segregador, desmedidamente populista e mais do que tudo obsceno.

Claro que a União europeia tem problemas com as suas fronteiras, Externas e Internas, assim como, tem também um problema Humanitário com os muitos Migrantes que chegam a território Europeu todos os dias.

No entanto...

O discurso bélico, quase Nazi, será que disse quase, ultrapassa tudo o que é expectável num mundo, supostamente, civilizado, norteado por princípios e valores que assegurem a dignidade Humana.

Porém nada surpreende, pois as políticas adoptadas intra muros por Orban, o ex-jogador da bola, em nada deixaria antever outro tipo de pensamento, ou seja, essa tacanha ilusão que alimenta a segregadora esperança da discriminação.

Orban começou o seu mandato político contra os Migrantes, já chegou aos opositores internos e lá chegará o dia em que a perseguição tocará aqueles que mesmo concordando com os seus ideais, aqui ou ali, levemente se oponham.

É assim o ciclo ditatorial dos Líderes absolutistas que mais do que quererem preservar a chama de uma Nação, querem antes alimentar o Ego desmedido com que imaginam o seu próprio legado.

A Europa condescendeu bastante, ao longo do tempo, com este tipo de liderança, correndo agora contra esse mesmo tempo para contrariar os dislates de tão boçal figura.

Imaginem um mundo reinado por Orban, Duterte, Trump, Kim, Mugabe, Malema, Bolsonaro ou outros similares...

É contra essa espécie de loucura que todos devemos lutar, buscando nas palavras de Jean-Claude Juncker, uma inspiração quanto à actuação da União Europeia neste caso Húngaro.

O radicalismo não tem direita nem esquerda, tem apenas uma imensa ignorância.

Merci Monsieur Juncker.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

 

 

29
Ago18

Os Lingotes De Nicolas Maduro...

Filipe Vaz Correia

 

Os lingotes de ouro de uma Venezuela, perdida por entre o inacreditável mundo de Maduro, são essa evidência maior, da trágica desesperança do Populismo.

É fácil crer num discurso assim, para aqueles que acreditam que os seus problemas são o fruto do bem de outrem, do sucesso dos que supostamente pertencem, no seu imaginário mundo, a uma elite.

Sempre foi assim...

Sempre será.

Um pequeno grupo como alvo, uma parte à mercê de tantos.

A Venezuela, um dos Países mais ricos da América do Sul, se recuarmos duas décadas, está agora trespassado pela miséria económica, financeira, Humana.

Resta naquele País o discurso indescritível de um pequeno "asno", um líder embrenhado no seu pequeno circulo, cercado por armas, as mesmas que servem para impor os seus desmandos.

Já aqui escrevi que reconheço a Maduro, o mesmo destino que um dia vi a Ceauscescu, rumando solitariamente para um acerto de contas com o seu povo, assim que lhe faltar o apoio militar.

E como deve faltar pouco...

Tão pouco.

O pedido para a população comprar lingotes de ouro, para ajudar a economia Venezuelana a recuperar o seu folgo, quando o mesmo povo não tem o que comer, os hospitais não têm remédios ou profissionais, milhares e milhares de pessoas fogem do seu País para encontrar um destino melhor...

Esse pedido, mais do que vergonhoso, é insultuoso.

Na Venezuela de Maduro já não existem adjectivos ou palavras que possam enganar a visão popular, populismo que possa alimentar a torpe "verdade" que o regime insiste em contar.

E assim, talvez esteja cada vez mais perto o fim de uma das mais infames ditaduras do nosso tempo.

Deus queira.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

09
Nov17

Anti-Populista Me Confesso...

Filipe Vaz Correia

 

Não suporto demagogos ou populistas, sempre os detestei...

Custa-me quando os sinto do meu lado, quando os vejo nas cores que sempre defendi, naquelas que sempre tive como minhas.

Infelizmente, actualmente, é assim na política, é assim no futebol, sendo que tenho mais esperança na parte política, pois no que concerne ao meu Sporting, provavelmente só me restará chorar, ao estilo da oposição Venezuelana.

Ontem assisti ao debate entre a Mariana Mortágua e o António Leitão Amaro, e sinceramente já pouco me espanta neste PSD de Passos Coelho, no entanto, assistir a uma indigna mistura de Pedrógão, Fronteiras, Legionella e Segurança Interna, é demais para a minha paciência...

É demais para qualquer tipo de seriedade argumentativa.

Esta maneira de fazer política é uma forma aberrante de descredibilizar os assuntos, misturando todos para criar uma sensação de gigantesco medo, que perturbando a sociedade, possa criar um desconforto emocional na população.

Não será isto que faz Maduro?

Ou outros que tais...

Tanto na política como no futebol, ou seja PSD e Sporting, tenho a sensação de estar permanentemente num comício Chavista.

Com Marta Soares ou Bruno de Carvalho, no meu Sporting, e estes Leitões Amaros, Hugos Soares ou os Abreu Amorins no meu PSD, resta-me esperar que um Rio possa inundar o Partido, resgatando-o de uma penumbra ultra-liberal populista, para onde foi atirado há alguns anos atrás.

Quanto ao populismo demagogo a que está votado o meu Sporting, não me parece que chegue um Rio para a tão ambicionada, por mim, mudança...

Ainda para mais, este populista tem a ajuda de Jesus.

E com apoios divinos, fica mais difícil.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

26
Jul17

Loures: O André E Os Ciganos...

Filipe Vaz Correia

 

Durante estes últimos dias André Ventura tem se desdobrado em explicar as suas afirmações sobre a comunidade Cigana em vários canais de televisão, desde o popular Você na TV, na TVI, até aos telejornais da cabo...

A polémica lançada pelas suas palavras, para alguns xenófobas, atira para a crista da onda o pequeno André, a sua veia mediática, o seu apetite pelas luzes toscas da popularidade.

A indignação reinante dos muitos que resolveram atacar André Ventura neste caso, soa a hipocrisia, a aproveitamento bacoco de um sentimento fácil e pouco esclarecedor...

O que disse André Ventura sobre a Comunidade Cigana, é ou não o que muitas das pessoas pensam?

É ou não, aquilo que em muitos casos acontece?

Muitos dos que o criticam neste caso, aceitariam ou imaginariam viver num daqueles bairros?

Estariam preparados para lidar com as consequências de uma clara impunidade, que estes gozam?

E as denuncias que André ventura fez acerca da discriminação sofrida pelas mulheres Ciganas, sob o jugo da chamada tradição?

Terá mentido?

Neste blog escrevi a minha opinião sobre o senhor em causa, sobre a minha completa discordância com quase tudo o que este senhor diz, da forma como o diz, do que pensa, no entanto, neste caso julgo que mais do que as suas palavras, convêm avaliar o problema...

Existe na realidade um problema de segurança, convivência, em certos lugares deste nosso país, entre a população comum e a comunidade Cigana, protegida por uma espécie de impunidade disfarçada de Democracia.

Disse aqui e escrevi que o meu problema com André Ventura não foram as suas palavras em relação a esta polémica mas sim tudo o que desse senhor já ouvi, ao longo do tempo...

O que ele representa como cata-vento político, ou seja, um anárquico ideológico capaz de tudo para representar as massas e diluir o verdadeiro sentido da palavra, política.

É populista?

É demagogo?

Sem dúvida nenhuma mas até um relógio parado acerta nas horas, duas vezes por dia.

Por essa razão, discuta-se o problema, debata-se a polémica e não se escondam as questões que certamente preocuparão muitas das pessoas que votam no Município de Loures, pois foi assim que Donald Trump chegou ao poder...

Iludindo as gentes com soluções impossíveis para problemas existentes, problemas esses que nenhum dos candidatos do main stream, quis sequer falar.

Depois não vale a pena dizer:

Como é que as pessoas votaram num tipo destes?

Talvez porque mais ninguém se dignou a ouvi-las.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

14
Mar17

O Micro-Ondas Da Trump Tower!

Filipe Vaz Correia

 

O mundo delirante em que vive a administração Trump, já não surpreende ninguém, nem Republicanos ou Democratas, Americanos ou Estrangeiros, julgo mesmo que nem a eles próprios...

No entanto nestas últimas semanas temos assistido ao ridículo absoluto, como este novo facto alternativo de que o anterior Presidente, Barack Obama, teria posto sob escuta a Trump Tower, para poder espiar os passos da campanha de Donald Trump.

Seria gravíssimo, caso existissem provas que o  pudessem comprovar, tão estúpido movimento de Obama, pondo em causa toda a credibilidade granjeada ao longo dos oito anos em que presidiu aos destinos daquele país.

No entanto, a gravidade existente neste caso é apenas, e digo apenas, porque começa a ser habitual, a duvidosa incapacidade psíquica não só do actual Presidente Trump, como mesmo da equipa que o acompanha...

Para acrescentar ridicularidade a esta cena caricata, as palavras de Kellyanne Conway, que afirmou, no programa Good Morning America, não existir de facto provas para estas penosas insinuações, mas que não seria estranho que escutas pudessem estar montadas, por exemplo no micro-ondas...

Sim...

No Micro-ondas!

Bem, estamos de facto perante uma realidade alternativa, numa viagem alucinante pelos delírios desta administração, que se torna cada vez mais, numa espécie de comédia quotidiana, alimentada por alguns média de duvidosa credibilidade, mas que verdadeiramente ameaça desestabilizar, todas as estruturas cimentadas ao longo de décadas, naquela que é para muitos, a maior e mais importante democracia mundial.

Num tempo em que surgem pequenos populistas ou déspotas, eleitos ou em campanhas demagógicas, como por exemplo o Presidente Turco Reçep Erdogan, nunca será demais pensar, como se torna frágil para o mundo Ocidental, ter este tipo de liderança, num imenso país como os Estados Unidos.

Preocupações à parte, fui imediatamente ligar o meu micro-ondas, aquecer uma bela feijoada, na expectativa de perceber se por alguma razão, alguém poderia estar interessado em me escutar...

Mas a feijoada aqueceu, o micro-ondas parou, e nada.

Mas se por acaso eu fosse o Sócrates, temeria usar o micro-ondas, pois nunca se sabe como e quando podemos estar a ser escutados.

Enfim e assim continua a cómica caminhada, deste novo tempo, feito de factos que para além de alternativos, começam a ser apenas estúpidos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

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