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Caneca de Letras

Caneca de Letras

20
Set18

Qual É O Preço De Um Migrante?

Filipe Vaz Correia

 

Que Europa é esta para a qual caminhamos?

Admito que já fui terrivelmente crente na União Europeia, num tempo distante, onde pareciam existir passos e espaços que davam sustentação a um ideal Europeu comum.

Com o passar do tempo, esse rumo parece ter se perdido, com vozes cada vez mais dissonantes no aspecto de integração e Humanismo, expectável desde o começo desta longa aventura.

Ouvir falar sobre uma proposta de pagamento de Migrantes, ou seja vidas, será certamente de uma obscenidade atroz, no entanto, reveladora do estado medíocre em que se encontra a cena política.

Países que não querem receber os ditos Migrantes estariam dispostos a pagar para que outros os recebessem, num leilão de preços inenarrável.

O Primeiro-Ministro do Luxemburgo logo veio a terreiro, exclamar em suas palavras o que também na minha alma se liberta...

"Estamos a falar de pessoas, não de tapetes nem de bens!"

De facto.

Se chegarmos a este ponto, da negociata com vidas Humanas, sem censura dentro das instâncias Europeias então cederemos perpetuamente ao pequeno aspecto miserávelista do Ser.

Não podemos ser Humanos, sem esta espécie de vergonha e censura daquilo que é desumano.

Esperemos por um futuro melhor.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

13
Set18

Viktor Orban: O Louco De (Buda?) "Peste"!

Filipe Vaz Correia

 

O discurso de Viktor Orban no Parlamento Europeu foi absolutamente segregador, desmedidamente populista e mais do que tudo obsceno.

Claro que a União europeia tem problemas com as suas fronteiras, Externas e Internas, assim como, tem também um problema Humanitário com os muitos Migrantes que chegam a território Europeu todos os dias.

No entanto...

O discurso bélico, quase Nazi, será que disse quase, ultrapassa tudo o que é expectável num mundo, supostamente, civilizado, norteado por princípios e valores que assegurem a dignidade Humana.

Porém nada surpreende, pois as políticas adoptadas intra muros por Orban, o ex-jogador da bola, em nada deixaria antever outro tipo de pensamento, ou seja, essa tacanha ilusão que alimenta a segregadora esperança da discriminação.

Orban começou o seu mandato político contra os Migrantes, já chegou aos opositores internos e lá chegará o dia em que a perseguição tocará aqueles que mesmo concordando com os seus ideais, aqui ou ali, levemente se oponham.

É assim o ciclo ditatorial dos Líderes absolutistas que mais do que quererem preservar a chama de uma Nação, querem antes alimentar o Ego desmedido com que imaginam o seu próprio legado.

A Europa condescendeu bastante, ao longo do tempo, com este tipo de liderança, correndo agora contra esse mesmo tempo para contrariar os dislates de tão boçal figura.

Imaginem um mundo reinado por Orban, Duterte, Trump, Kim, Mugabe, Malema, Bolsonaro ou outros similares...

É contra essa espécie de loucura que todos devemos lutar, buscando nas palavras de Jean-Claude Juncker, uma inspiração quanto à actuação da União Europeia neste caso Húngaro.

O radicalismo não tem direita nem esquerda, tem apenas uma imensa ignorância.

Merci Monsieur Juncker.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

 

 

19
Jul18

A Louca Viagem De Donald Trump...

Filipe Vaz Correia

 

Donald Trump viajou pelo Continente Europeu, num périplo carregado de inconveniências, deslizes, faltas de educação e uma constante boçalidade inerente ao personagem.

Estes dias foram marcados por gaffes habituais, misturadas com aquele estilo cowboy popularucho que caracteriza o Presidente do Estados Unidos.

Em primeiro lugar a visita ao Reino Unido...

O comportamento de Trump com a Rainha Isabel II, a falta de conhecimento do protocolo, as palavras endereçadas à Primeira-Ministra Britânica, sugerindo que esta fosse substituída pelo anterior Ministro dos Negócios Estrangeiros, numa clara ingerência em assuntos internos da política Britânica, foram apenas alguns apontamentos deste tresloucado "rapazola".

A sugestão para que Theresa May processasse a União Europeia,  em vez de com ela negociar o Brexit, ao mesmo tempo em que se sentava na poltrona de Churchill, durante a visita que fez à casa Museu dedicada ao Estadista Inglês, apimentavam ainda mais o incomodo e a fúria Inglesa.

"How Dare You"...

Gritou o Daily Mirror, através da sua primeira página, libertando assim a revolta e indignação existente na maioria dos cidadão Britânicos.

As palavras sobre os parceiros da Nato, num conflito aberto contra os Estados Europeus, persiste e guia cada vez mais os Estados Unidos a um isolamento histórico e sem paralelo, junto de aliados que sempre foram de uma estratégica importância.

Por fim, a cimeira com Putin...

Um Trump diferente, com uma postura submissa, encolhida e aprisionada, parecendo refém do enquadramento geopolítico que marcou todo este encontro.

Ali, em Helsínquia, Trump não se insurgiu ou barafustou com Vladimir Putin,antes pelo contrário, concordou com o Presidente Russo, mesmo que isso significasse pôr em causa os Serviços Secretos Americanos e a sua veracidade...

Em Helsínquia, Trump sorriu, ouviu, desfez-se em delicadezas e vergou-se, acicatando ainda mais as dúvidas sobre esse seu servilismo Russo.

Nos Estados Unidos, em choque com tamanha vergonha ou um acumular de vergonhas, Democratas e Republicanos saíram à rua, numa onda de choque que já obrigou o "traquinas" Trump, vir a terreiro desmentir o que anteriormente havia dito e certamente o que no futuro voltará a dizer.

Pois com Donald Trump tudo é instável, nada é controlável e acima de tudo...

Tudo é desmedidamente grosseiro.

Desmedidamente vergonhoso.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

30
Nov17

Ronaldo No Eurogrupo?

Filipe Vaz Correia

 

O Governo de Portugal anunciou hoje que Mário Centeno, Ministro das Finanças, é candidato à Presidência do Eurogrupo.

Há muito que se aventava esta possibilidade, servindo de mote a muitas especulações em torno da figura do Ministro Centeno...

Segundo consta, Mário Centeno é mesmo apontado como o grande favorito ao lugar, reunindo apoios de Governos como o Alemão, o Italiano, o Espanhol, não se sabe a posição Catalã, e o Francês.

O Ronaldo do Eurogrupo, parte assim da Pole Position para assegurar este lugar em Part-Time, cargo que agora parece muitíssimo valorizado em Lisboa.

O papel de Centeno no Governo Português sempre me pareceu de valor, pois acredito ser dele o esforço maior para controlar os ímpetos Comunistas, Bloquistas e até Socialistas, num equilíbrio difícil, para manter as contas públicas em ordem, mesmo diante os variados desejos da Esquerda Nacional.

Este último Orçamento será o que me parece mais complicado de cumprir, aquele em que o Ministro das Finanças terá mais cedido, no entanto, não deixo de admitir que ao fim deste período de mandato, Centeno superou em muito as expectativas que nele depositava.

Acima de tudo, quero acreditar que para avançar com esta candidatura, António Costa terá garantido a eleição de Mário Centeno ab anteriori, pois caso saia derrotado, isso implicaria uma pequena humilhação para aquele que será aos olhos de muitos, o mais importante membro desta Gerigonça.

Assim, aguardemos o resultado desta eleição, para percebermos se o Ronaldo das Finanças, poderá ou não brilhar além fronteiras.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

26
Out17

PCP: O Complexo Estalinista...

Filipe Vaz Correia

 

O Parlamento Europeu decidiu entregar o Prémio Sakharov deste ano à Oposição Venezuelana, num gesto de grande dignidade e reconhecimento, que só fica bem a toda a Instituição Europeia, e a todos nós, seus representados.

Soube da noticia e fiquei feliz, basta darem uma vista de olhos aqui pelo Caneca, para facilmente perceberem o que penso sobre o Regime, e sobre a principal personagem que o dirige...

Só mais tarde me apercebi do triste espectáculo interpretado por uma parte da Esquerda Europeia, com o PCP incluído.

Para além de ser uma gigantesca falta de educação, a interrupção do discurso do Presidente do Parlamento Europeu, demonstra essencialmente um desrespeito pelo exercício democrático que levou àquele resultado, àquela nomeação.

O PCP é um Partido profundamente anti-Democrático, disfarçadamente ressabiado pelo frustrante e fracassado destino, que não lhes trouxe a Revolução Marxista sonhada...

Só assim se compreende que o PCP apoie um ditador como Nicolas Maduro, que seja conivente com as prisões, com os mortos, com a fome, com a tragédia suportada por um Povo, às mãos de um miserável déspota e seus corruptos.

O que diria o PCP, se Nicolas Maduro fosse de um Partido de Direita?

Fico extremamente feliz com esta entrega do Prémio Sakharov...

No entanto, fico também com uma vergonha imensa de um Partido Português, que ainda está moralmente comprometido com o seu legado Estalinista.

Para o bem de todos nós, são uma minoria.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

03
Jul17

Donald Trump: A Europa e o Mundo!

Filipe Vaz Correia

 

Nunca pensei escrever tal coisa mas parece-me factual que a eleição de Donald Trump significou para a Europa uma oportunidade, algo positivo, importante, determinante...

A Presidência Americana, envolvida numa espécie de jardim infantil desde que Trump foi eleito, tem perdido preponderância e influência no mundo devido às atitudes irrefletidas desta administração, desvirtuando assim, aquele sentimento de admiração com que muitos Países olhavam para a terra das oportunidades.

Este impasse Americano, assustou inicialmente muitos dos seus aliados, muitos dos que se habituaram a olhar para os Estados Unidos como o País líder das democracias, da suposta liberdade democrática, no entanto, este facto aliado ao tão temido Brexit, não provocou as radicalizações esperadas nas eleições subsequentes no continente Europeu...

Os extremos não venceram em Espanha ou França, não aglutinaram na Holanda ou até mesmo na diminuta vitória, de uma nova radical envergonhada, como a Senhora May.

A Europa e a União Europeia começaram a mudar, entendendo provavelmente que esta seria a única forma de poder travar os extremismos e os errantes sinais vindos do outro lado do Atlântico...

Até a China demonstrou com a sua posição de força, após o abandono Americano do acordo de Paris, entender o seu papel neste novo cenário e também ela aproveitar a falta de comparência que advém da inoperância de pensamento de um Presidente mais interessado em entreter do que em governar.

Assim neste inovador momento geopolítico, um lado positivo parece se impor por entre as piadas e gaffes de Donald Trump:

A esperança de uma Europa mais unida, mais interventiva, melhorando efectivamente aquilo que parece a América ter abandonado...

A realidade!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

08
Mai17

En Marche, França!

Filipe Vaz Correia

 

Os Franceses deram uma resposta cabal nestas eleições, sobre qual o caminho que desejam percorrer, escolhendo a esperança, o respeito pelos outros e a fraternidade, em detrimento do ódio, do populismo e da intolerância...

A vitória de Macron traz consigo um certo alivio para a Europa, para o projecto Europeu, no entanto, não podemos desprezar a elevadíssima votação no extremismo demagogo, promovido pela senhora Le Pen.

Marine Le Pen em apenas quinze anos, praticamente duplicou a votação que o seu pai em 2002 tivera diante de Jacques Chirac, o que não pode deixar de preocupar qualquer pessoa, que se debruce sobre estes dados...

A oportunidade que é conferida à França e por conseguinte à Europa, com este movimento de gente que suporta Emmanuel Macron, não poderá ser desaproveitada pois com essa desilusão virá certamente, mais um impulso, para todos esses extremismos que se impõem em todo o lado.

A sua juventude, a maneira como Macron consegue chegar às pessoas, como empolga sem iludir, torna-se tocante para todos aqueles que acreditam que conseguirá mudar a Europa, transformar a França e destruir a crescente influência da Frente Nacional...

Muito caminho pela frente deste novo Presidente Francês, o mais novo líder desde Napoleão, que terá de traçar estratégias e alianças o mais rapidamente possível, pois necessita de que os mesmos que aqui o colocaram, o apoiem nas Legislativas de Junho, para que possa levar adiante as suas promessas.

Assim desfrutando desta vitória, importa não esquecer que não existe espaço para falhas e que o discurso agregador só poderá resultar, se as pessoas o sentirem, na dura realidade das suas vidas.

En Marche, Monsieur Macron...

Ensemble, França!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

24
Abr17

O Destino Francês: Tolerância Ou Intolerância?

Filipe Vaz Correia

 

Aí está o confronto que todos esperávamos, ou até temíamos...

Macron versus Le Pen, ou a tolerância versus a intolerância.

A primeira volta das eleições terminou, ditando esta disputa para a Presidência da Republica Francesa, num claro clima de fractura social e extremismo de opiniões.

Agora que a verdadeira confrontação terá lugar, espero que a diferença latente entre estes candidatos possa resgatar a aversão histórica com que os Franceses, na sua maioria, sempre brindaram, nos mais diversos momentos, a ideologia da Frente Nacional...

Para isso a pronta declaração de Fillon ou do candidato socialista Hamon, humilhadissimo nestas eleições, é sem margem para dúvidas um grande passo, neste estreito caminho.

Acredito que a sociedade Francesa se unirá em torno de Emmanuel Macron, nesta segunda volta das eleições, para que se possa constatar, aos olhos de todos, o destino que os Franceses desejam prosseguir.

Emmanuel Macron tem sabido posicionar-se, sendo abrangente, construindo pontes entre os muitos que se viram abandonados pelos partidos tradicionais...

Partidos estes que foram os grandes derrotados desta noite eleitoral, desaparecendo assim, da disputa que nos guiará ao novo inquilino do Palácio do Eliseu.

O fim destes partidos, Republicano e Socialista, assim como a diminuição da sua influência na sociedade Francesa, poderá estar a chegar, e esse desaparecimento poderá mesmo ditar um novo desafio ao sistema político Francês...

Agora o que urge descobrir é como se comportarão os cidadãos Franceses, nesta segunda volta e qual o caminho que escolherão seguir, para descobrirmos também, qual o futuro de toda a Europa.

E por isso, ansiosamente espero que Macron possa ser o grande vencedor da segunda volta destas eleições, afastando assim a possibilidade de uma França esquartejada dos seus habituais valores e princípios, o que não honraria certamente,  a sua tradição republicana.

 

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

21
Abr17

A Europa, Os Franceses e o Terrorismo Franchising...

Filipe Vaz Correia

 

As eleições Francesas estão a chegar, misturadas com este estigma do terrorismo tão em voga por essa Europa a dentro...

Por esse medo cada vez mais acirrado, de em cada esquina se encontrar um tresloucado terrorista, de arma na mão, de bomba transformada em camião ou a insana vontade de matar indiscriminadamente.

O perigo que daqui decorre, é precisamente o desespero na hora de votar, com o receio a comandar a escolha eleitoral, baseada nesse intenso sentimento de insegurança...

É aqui que se encontra, a França da actualidade.

É com este pesadelo que os eleitores Franceses terão de lidar, neste momento em que se lhes pede, que tenham o discernimento para conviver com este Terrorismo em versão franchising, que todos os dias parece ameaçar as culturas ocidentais e as suas democracias.

O terrorismo deixou de ser executado tradicionalmente como estávamos habituados até aqui, deixou de responder aos moldes que anteriormente conhecêramos...

Actualmente, qualquer jovem, seduzido pelas redes sociais, se investe nesse direito de executar os pensamentos torpes de um qualquer Daesh, de um qualquer Mullah, que escondido em qualquer parte deste mundo, através da Internet dissemina o seu ódio, como vontade de Deus, desígnio divino.

Os terroristas que emergem, esfaqueiam, matam, atropelam, ferem cidadãos inocentes, mulheres, homens, crianças, não viajam da Arábia Saudita, do Irão, da Síria, nasceram intra-muros, dentro deste continente impregnado de história, chamado Europa...

São seus filhos, sem o desejarem, são os seus bastardos, sem o esconderem.

Este dilema configura a grande incógnita de como poderemos lidar com tamanho problema, evitando ao mesmo tempo que os populistas de plantão possam cavalgar sobre a imensidão do receio, que daqui advém para todos aqueles que sendo Europeus temem a ameaça, que cada vez mais se aparenta premente.

Estas eleições Francesas, irão directa ou indirectamente, dar a resposta sobre qual o caminho que poderemos tomar nesta encruzilhada em que nos encontramos...

E assim, ansiosamente, aguardarei por domingo para tentar compreender se ainda conseguiremos, com discernimento, responder ao medo com coragem.

A coragem de nos mantermos tolerantes.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

23
Mar17

Os Lobos Que Se Escondem Na Europa...

Filipe Vaz Correia

 

Os atentados de ontem em Londres e os que em Antuépia se preparavam para efectuar, trazem-nos uma realidade, cada vez mais insistente e que urge ponderar:

Um novo tipo de terrorismo, que enfrentamos na actualidade.

Para trás no tempo parecem estar, as grandes conspirações, maquinadas anos a fio e engendradas por células estruturadas, comandadas a partir das sedes das organizações terroristas...

O combate ao terrorismo, trouxe para esta imensa batalha, novas versões de terror, novos enquadramentos, com que todos nós temos de nos preocupar.

Os atentados que ultimamente invadiram a Europa, tem características menos evoluídas, menos elaboradas, incapazes de envolverem bombas ou explosões, no entanto, não deixam de ser mortíferos e em certa medida, até mais assustadores...

E porquê?

Precisamente, porque ao se tornarem menos elaborados, precisando apenas de facas e automóveis, deixam de ser percetíveis, a quem deseja controlar este terror desorganizado e porque também faz de qualquer pessoa, um potencial terrorista.

Esta insegurança acaba na verdade, por ser a arma mais poderosa que estes radicais possuem.

Mais, estes lobos solitários como são intitulados estes extremistas, auto-instrumentalizados, através da Internet, com os demagogos discursos de Imãs radicais, vivem e nascem intra-muros nesta Europa, que vê nestes seus filhos, um perigo maior do que alguma vez imaginara.

Perdidos por entre discursos retóricos, que acabam por os seduzir de maneira incompreensível, o desafio que agora se coloca cada vez mais, é descobrir uma maneira de neutralizar, mais do que estes extremistas, a sua forma de pensamento, para que a sua ideologia não possa recrutar entre nós, estes kamikazes, sem pátria.

Assim com estas dúvidas, estes receios, a Europa e o Mundo Ocidental, tem de encontrar um caminho que nos permita libertar, as sociedades desta constante ameaça, sem oprimir as liberdades, que tanto contrastam com os ideais extremistas, de quem nos ameaça.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

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