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Caneca de Letras

Caneca de Letras

16
Fev19

Onde Está O Nani?

Filipe Vaz Correia

 

 

Ainda bem que o Nani saiu.

Então não é que este jogador, "velhíssimo", ganhava uma fortuna, principalmente se tivermos em conta, que o "velho" Nani joga com os dois pés...

Ora isto constitui um desperdício, num plantel onde a maior parte dos jogadores que ficaram, não jogam com pé nenhum.

Ainda por cima, Nani foi contratado por Sousa Cintra, homem que não cheira o balneário, nem cumpriu Serviço Militar.

Como sabemos, o "nosso" Presidente domina todos os aspectos do mundo futebolístico, contratando para o acompanhar um Staff do melhor que existe, por entre, adjuntos de Jesus, observadores de jogos de computadores e até médicos emigrados nas Arábias...

E como se deve compreender, as notas de Nani no Football Manager, já não devem ser as de um jovem jogador.

Mas será que viram as notas dos outros?

Como serão as notas do Doumbia, do Borja ou do Luiz Phellype?

E as do Keiser?

Essas devem ser mesmo boas.

Mas enfim...

Resta-nos chorar ao recordar cada passe de Nani, cada finta, cada regresso de um amor, expresso em cada entrevista, a cada gesto, a cada palavra.

Nani é um Leão, vivendo num tempo, onde de pouco vale ter o ADN de Alcochete.

Se um jogador experiente como Nani preferiu partir, o que devem pensar estes meninos da Academia?

Que tristeza.

Viva o Sporting.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

21
Jan19

Dois Anos De Trump... Que Bom!

Filipe Vaz Correia

 

Já passaram dois anos de mandato, desde que Donald Trump chegou à Casa Branca e apesar de tudo...

Ainda não começou a Terceira Guerra Mundial.

Ainda!

Dois anos de um mandato repleto de disparates, alguns económicos, outros comerciais, uns Humanitários, outros ambientais, mas sempre com aquele "glamour" alaranjado e truculento.

O seu percurso tem sido acompanhado por milhares de mentiras, perto de sete mil até este momento, no entanto, o Presidente Americano vai continuando a caminhar, mesmo que mais isolado politicamente, fazendo birra pela falta de novos brinquedos.

"- Um muro! - Quero um muro!"

Mas estamos vivos...

Inacreditavelmente, nenhuma bomba nuclear saiu inadvertidamente do outro lado do Atlântico, disparada num momento de raiva, por entre, uma discussão no Twitter.

Pensando assim, dá para respirar de alívio e acreditar na existência de Deus.

Que bom!

Só que ainda faltam mais dois anos...

Mais dois anos de mandato.

Um milagre, só um nos salvará.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

29
Dez18

Uma Nova Corrida Ao Nuclear?

Filipe Vaz Correia

 

Vladimir Putin gritou para o mundo que a Rússia detinha uma nova arma nuclear...

Um míssil intercontinental, capaz de fintar qualquer sistema de defesa existente.

Este é um "presente" de ano novo, dado ao Povo Russo, segundo as palavras do Presidente Putin, amargurando aqueles que julgavam ultrapassada a Guerra Fria e com isso a corrida ao armamento nuclear.

No entanto, olhando para o mapa Geopolítico, será importante não esquecer um novo "player", neste horror bélico que ameaça o futuro da Humanidade...

A China e o seu imponente exército.

Desde a chegada de Donald Trump à Sala Oval, trazendo consigo trapalhadas e incompreensíveis decisões, como a saída do acordo de Paris, "alterações climáticas", assim como, a sua retórica em relação ao tema nuclear, seria expectável uma nova "vida", na busca por novos tipos de armamento.

Algo que parecia garantido, o desmantelamento dos arsenais nucleares, ao longo do tempo, foi sendo negligenciado, cedendo o mundo a essas retóricas populistas que começaram a vencer em vários cantos do mundo,  permitindo o renascimento de ideais extremamente perigosos.

Para onde caminhamos?

Uma questão inquietante que se afigura de difícil resposta, entrelaçada por entre desmandos belicistas, ameaças e populismos.

Começou uma nova corrida ao nuclear?

O mundo espera respostas...

Preocupantes respostas.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

11
Dez18

Uma Década Depois De Bernard Madoff...

Filipe Vaz Correia

 

Bernard Madoff cumpriu hoje dez anos de prisão, de uma pena de 150 anos...

Oliveira e Costa cumpriu Zero.

No meio da tamanha teia judicial em que se encontra Portugal, talvez a parte mais incompreensível seja a demora como se arrastam os processos, se prende o sentido justo da suposta Justiça.

Bernard Madoff foi detido e julgado em seis meses, no seu caso condenado, no entanto, a sentença é indiferente para o objectivo, pois a rapidez de julgamento defende não só a verdade, como também, o próprio réu.

Ao contrário, em Portugal arrastam-se os processos, sendo as pessoas julgadas indefinidamente na praça pública, na capa dos "Correios das Manhas", contribuindo assim, para uma popularização da Justiça que enlameia todos os que com ela se cruzam...

Culpados ou inocentes.

O caso BPN, está a ser julgado há quantos anos?

11anos?

Sócrates, Salgado, Vara, Ricardo Oliveira, o Senhor Joaquim, Manuel ou Francisco, não deveriam estar dependentes de um intemporal espectáculo de justiça mediática, entrelaçada com os "Ruas Seguras" da vida.

Seis meses.

Repito...

Seis meses, o tempo que mediou a detenção, o julgamento e a condenação de Bernard Madoff, demonstrando assim a Justiça Americana, um respeito pelos absolvidos, pelos condenados e acima de tudo pelas vitimas.

Um respeito asolutamente irrepreensível.

Por cá, continuaremos a jogar ao "Segredo de Justiça", sistematicamente violado na capa de alguns jornais, enquanto o circo mediático se alimenta desta espécie  de "palhaçada" a que chamamos de Justiça.

Daqui a uma década, quando Madoff cumprir os seus vinte anos de cárcere, saberemos se Sócrates é considerado culpado ou inocente, pelos "providenciais" tribunais...

Mas o que isso importa?

Infelizmente nada.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

02
Dez18

George Bush: O Presidente Americano...

Filipe Vaz Correia

 

Morreu George Bush...

Neste triste dia, muitas coisas se podem dizer acerca do homem e do político, normalmente suavizadas pelo constrangimento da noticia.

No entanto, vou saltar essa parte do constrangimento e escrever o que sempre pensei sobre a figura.

Julgo ser essa a maior homenagem que se pode fazer.

Nasci em 1977, por isso, o primeiro Presidente Americano de que me recordo é Ronald Reagan, provavelmente a Mãe de Cristiano Ronaldo, também.

Porém, crescendo numa casa onde se respirava política, ninho de gente de direita conservadora, aprendi a admirar Reagan....

O atentado que sofreu, os jogos de poder que mudariam o planeta, por entre, as palavras de Gorbatchev.

Por tudo isso, tenho uma visão lírica desse mandato Republicano, desse tempo, da sua figura Histórica e do seu papel.

Tempo esse onde George Bush, Vice-Presidente de Ronald Reagan, começava a ganhar balanço para se tornar figura primeira da política Americana.

O resto é Historia...

O seu mandato único, os erros, a invasão do Iraque que me recordo como se de hoje se tratasse, com os medos e receios próprios da minha geração.

Não me recordo se foi no 5° ou 6° ano que, numa manhã, sentados no colégio, víamos pela televisão as movimentações daquela invasão...

Naquele cenário de batalha.

" No More Taxes."

Frase Inesquecível e que provavelmente lhe custou a reeleição contra Bill Clinton.

Mas foi essencialmente pelo seu papel depois da Casa Branca que aprendi a admirar George Bush.

Não será de somenos a relação fraterna e quase referencial que manteve com os Presidentes Clinton e Obama, não valerá a pena referir o seu filho, George W. Bush...

Mas foi através do olhar de Clinton e Obama, seus naturais opositores, nessa forma de encantamento como sempre a ele se referiram, que podemos entender melhor, um pedaço dessa sua dimensão, dessa forma como aglutinava, mesmo por entre aqueles que aparentemente se lhe opunham.

Esta é a característica maior dos grandes estadistas.

Numa altura de agonia na política Americana e até Mundial, particularmente no Partido Republicano, referências como John Mccain ou George Bush, são mais do que necessárias e a sua partida não poderá apagar o seu legado na Historia.

Morreu o Presidente Bush...

Um estadista.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

24
Out18

"Deus" E O Populismo...

Filipe Vaz Correia

 

Partindo das eleições Brasileiras para uma reflexão mais alargada, vou discorrendo sobre esta inusitada ligação entre Deus e o Populismo Radical.

Deixo aqui bem claro que não atribuo culpa alguma, nesta relação, a Deus mas sim àqueles que se aproveitam da Sua mensagem, usando a frustração presente em Milhões para capitalizar votos e com isso chegarem ao poder...

Esta nota parece de somenos mas para mim é relevante manter este respeito pelo Divino, não vá...

Bem.

Em primeiro lugar, não esquecer a principal razão para Bolsonaro seguir com esta vantagem nas eleições do Brasil...

Quase duas décadas de poder do PT, repletos anos de corrupção envolvendo quase todo o espectro político Brasileiro, permitindo assim terreno para o aparecimento de um qualquer Salvador da Pátria.

No entanto, a presença de "Deus" tornou-se evidentemente crucial, com o peso crescente das Igrejas Evangélicas, Iurd na frente, tomando os votos dos seus Milhões de fiéis como garantia de um desequilibrar da balança.

Numa reportagem da SIC, uma fiel à saída do Templo de Salomão, em São Paulo, gritava as suas razões para votar em Bolsonaro:

Porque tinha sido indicado pelo Bispo Edir Macedo...

"Homem que a tinha retirado da droga e do pecado!"

Transformando-a assim, num Ser acéfalo, incapaz de raciocinar por si mesma.

Esta segunda parte é claramente um pensamento meu...

Se olharmos para os Estados Unidos e para o discurso de Trump, as palavras bíblicas e o peso dos Mormons, Baptistas, Pentecostais, não poderemos deixar de, também ali, reparar neste peso desmedido destas religiões no acto político.

Poderemos ir mais longe...

A forma como Chavez manipulava a sua relação com "Deus", para acrescentar credibilidade ao seu discurso, acto aliás continuado nesta anarquia reinante de Maduro.

A demissão durante décadas da Igreja Católica, em muitos deste lugares, com principal incidência no Brasil, não pode deixar de ser aqui relevada, no desmesurado ganho de influência destas "supostas" religiões.

Num patamar mais extremado, não esquecer o papel do radicalismo Islâmico, no transformar das Sociedades Muçulmanas que foram perdendo com o passar dos anos, uma certa laicidade que as marcava, submersas em anos de conflitos e repressão.

Basta olhar para os anos 60 no Irão, Líbano ou até a Arábia Saudita.

A mensagem de "Deus" que deveria ser a de Amor, é usada para disseminar o Ódio, discriminação, encontrando eco numa mistura de sentimentos muito em voga por esse mundo a fora...

Frustração, desespero, ressabianço, insegurança, preconceito, etc...

Na construção de um mundo melhor, parece que estamos encurralados nesta espécie de ignorância, entrelaçada com a vontade de dividir, ao invés, de agregar, o que perspectiva todos estes cenários assustadores em alguns pontos do planeta.

Resta olhar para "Deus" e esperar que o tempo possa desarmar esta ligação entre o Divino e o Populismo Radical.

Mas sem Educação....

É difícil.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

 

 

03
Out18

Cristiano Ronaldo: Um Pesadelo Americano...

Filipe Vaz Correia

 

Este é de facto um tema absolutamente complexo de ser analisado, no entanto, as suas conclusões terão de ser simplicíssimas...

Se Ronaldo for culpado deve ser exemplarmente condenado, sem apelo nem agravo.

Se por outro lado, toda esta situação tiver servido para um aproveitamento do seu nome, a mesma condenação deve ser exigida por quem agora grita contra o Internacional Português.

Pensei imenso em escrever ou não escrever este texto...

Não por temer dar a minha opinião, mas pelo horror amarrado a tal palavra:

Violação.

Nada deve ser mais humilhante, doloroso, destruidor para um Ser Humano do que este tipo de trauma, esta espécie de arrancar da alma, sem retorno...

Sem regresso.

Infelizmente assistimos nos dias que correm, carregados de mediatismo, a casos sem fim, muitos deles esmagadores exemplos de crueldade, em contraponto com alguns outros de duvidosa credibilidade e que dirigidos a figuras públicas se envolvem de um carácter condenatório, antes de qualquer prova, de qualquer confirmação.

Este pormenor não é de somenos importância quando estamos perante pessoas, com tudo o que isso significa e implica.

Já ouvi diversas versões sobre essa "louca" noite de Ronaldo...

Sobre se a jovem em questão anuiu ou não a ter sexo com Ronaldo, se aceitou algumas coisas e se recusou a fazer outras, se ele insistiu ou não, se a forçou ou não, se estava acompanhada por uma amiga que nada ouviu ou simplesmente estava sozinha.

Tantas e tantas versões...

Ainda sobra uma questão:

Ronaldo pagou o seu silêncio?

Se sim, porquê?

Para silenciar uma noite de sexo consentida ou para silenciar um abuso que lhe poderia destruir a carreira?

Muito honestamente e tratando-se de um dos crimes mais abjectos que podem ser cometidos importa, na verdade, não esquecer os dois lados dessa justa Justiça...

Alguém aqui merece uma esmagadora condenação, só me parece injusto decidir que parte estará submersa nessa precisa mentira, sem aguardar pelo apuramento da verdade, mesmo que essa verdade tenha sido há uma década atrás.

Por mim, espero que a verdade de Ronaldo seja confirmada, pelo carinho que nutro pela sua história e até pelo lado Lusitano da alma, mas do dano reputacional já não se livrará...

Quer seja verdade ou seja mentira.

E isto também deveria dar que pensar.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

26
Set18

Donald Trump: Se A Estupidez Pagasse Imposto?

Filipe Vaz Correia

 

Esta batalha comercial que Donald Trump iniciou contra a China tem tanto de estupidez, como de incredibilidade...

Até parece que quem está sentado na Sala Oval da Casa Branca desconhece os dados económicos do seu País e do Mundo.

Sinceramente...

Ouvir o editor chefe da Revista Forbes falar sobre esta batalha comercial, torna confrangedor todo o raciocínio ou falta dele que sustentará esta decisão de Donald Trump.

A Apple, Mcdonald's, Amazon, Goggle, entre muitas outras, têm neste País Asiático uma parte considerável das suas receitas, logo exportações Americanas, representando esta política Trump uma completa loucura.

Ainda por cima se tivermos em conta que a China é o principal detentor de Divida Americana, com um valor acima dos 500 Mil Milhões de Dólares...

Uma batalha impossível de vencer mas que na cabeça "alaranjada" do Senhor Trump fará sentido, arrastando os Estados Unidos e o Mundo numa vertigem comercial de proporções incalculáveis.

É caso para questionar:

Se a estupidez pagasse imposto, Senhor Trump?

Permitam-me apenas uma adenda a este texto:

As gargalhadas ouvidas ontem na ONU são a prova mais do que cabal, de que os Estados Unidos bateram no fundo, do ponto de vista da credibilidade Internacional.

Uma gargalhada que perdurará na História e que marcará para a memória como uma tremenda humilhação para a Nação Americana.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

12
Set18

Uma Toupeira Na Casa Branca...

Filipe Vaz Correia

 

Sempre fui opositor de Donald Trump, da forma e da falta de conteúdo que são característica do senhor em causa, numa mistura explosiva entre a boçalidade e o Tinder...

Quer dizer Twitter.

No entanto, esta última polémica envolvendo fontes anónimas da administração Trump, gente próxima e da sua confiança, explanada no artigo anónimo do New York Times, deixou-me indignado...

Isto deve ser coisa de toupeira.

E se é toupeira?

Sabemos bem quem terá sido.

Por isso daqui grito para a Casa branca...

Alguém diga a Donald Trump quem é Paulo Gonçalves pois ninguém melhor do que esse dirigente desportivo sabe como é o "modus operandis" das toupeiras.

Se é toupeira, trabalha para Paulo Gonçalves.

Um abraço caro Donald.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

19
Jul18

A Louca Viagem De Donald Trump...

Filipe Vaz Correia

 

Donald Trump viajou pelo Continente Europeu, num périplo carregado de inconveniências, deslizes, faltas de educação e uma constante boçalidade inerente ao personagem.

Estes dias foram marcados por gaffes habituais, misturadas com aquele estilo cowboy popularucho que caracteriza o Presidente do Estados Unidos.

Em primeiro lugar a visita ao Reino Unido...

O comportamento de Trump com a Rainha Isabel II, a falta de conhecimento do protocolo, as palavras endereçadas à Primeira-Ministra Britânica, sugerindo que esta fosse substituída pelo anterior Ministro dos Negócios Estrangeiros, numa clara ingerência em assuntos internos da política Britânica, foram apenas alguns apontamentos deste tresloucado "rapazola".

A sugestão para que Theresa May processasse a União Europeia,  em vez de com ela negociar o Brexit, ao mesmo tempo em que se sentava na poltrona de Churchill, durante a visita que fez à casa Museu dedicada ao Estadista Inglês, apimentavam ainda mais o incomodo e a fúria Inglesa.

"How Dare You"...

Gritou o Daily Mirror, através da sua primeira página, libertando assim a revolta e indignação existente na maioria dos cidadão Britânicos.

As palavras sobre os parceiros da Nato, num conflito aberto contra os Estados Europeus, persiste e guia cada vez mais os Estados Unidos a um isolamento histórico e sem paralelo, junto de aliados que sempre foram de uma estratégica importância.

Por fim, a cimeira com Putin...

Um Trump diferente, com uma postura submissa, encolhida e aprisionada, parecendo refém do enquadramento geopolítico que marcou todo este encontro.

Ali, em Helsínquia, Trump não se insurgiu ou barafustou com Vladimir Putin,antes pelo contrário, concordou com o Presidente Russo, mesmo que isso significasse pôr em causa os Serviços Secretos Americanos e a sua veracidade...

Em Helsínquia, Trump sorriu, ouviu, desfez-se em delicadezas e vergou-se, acicatando ainda mais as dúvidas sobre esse seu servilismo Russo.

Nos Estados Unidos, em choque com tamanha vergonha ou um acumular de vergonhas, Democratas e Republicanos saíram à rua, numa onda de choque que já obrigou o "traquinas" Trump, vir a terreiro desmentir o que anteriormente havia dito e certamente o que no futuro voltará a dizer.

Pois com Donald Trump tudo é instável, nada é controlável e acima de tudo...

Tudo é desmedidamente grosseiro.

Desmedidamente vergonhoso.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

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