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Caneca de Letras

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20
Ago19

Bas Dost: A Nova Maçã Podre!

Filipe Vaz Correia

 

Bas Dost...

A nova Maçã Podre!

Estava esta manhã a preparar-me para mais um mergulho, quando sou surpreendido pelo comunicado do Sporting, ou seja, mais uma peça de autofagia, em que publicamente se demonstra, pela voz desta direcção, o rosto da nova Maçã Podre.

Depois de Moutinho...

Bas Dost!

É claro para todos que Bas Dost tem sido desvalorizado pela estrutura Leonina, os “mui” sábios Varandas, Beto, Viana e Keizer.

Disso não deve sobrar dúvidas a ninguém.

Agora o que faltava chegar para último acto, era esta tentativa de desqualificar Dost e o seu passado dentro do clube, tentando criar um cenário de antipatia para como o avançado Leonino.

Dost é um jogador especial, daqueles avançados que escasseiam no futebol moderno, vive da “bola” de antigamente, enquadrado num estilo que muitos chamarão de antiquado, preso a essa área, onde vive e respira.

No entanto, sabendo de tudo isto, deveríamos atender aos números para ser mais exactos e esse facto recorda a qualquer um, a excelência do seu jogo, a precisão dos seus apontamentos.

Dost é um matador, um executante dos melhores que passou por Alvalade, certamente dos que passarão por cá e que mesmo nos maus momentos, e de facto foram inenarráveis, soube sempre levar o leão que sustenta ao peito com a dignidade que se lhe exigia.

Assim, olhando para esta polémica, poderemos escolher dois caminhos:

Acreditar no comunicado do Sporting, nessa história que tenta desacreditar o jogador aos olhos dos adeptos, como anteriormente fizeram com Nani ou Matheus.

Ou por outro lado...

Atentar ao padrão, compreendendo a pouca sapiência de quem nos lidera, aqueles que caminhando rumo ao fim de ciclo, queiram ou não, arrastam o clube através das suas incompreensíveis decisões.

Esta Maçã Podre cheira mal...

Muito mal.

Infelizmente, ganhou as eleições.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

20
Ago19

O Sol, O Mar, O Vento

Filipe Vaz Correia

 

 

 

O sol, o mar, o vento;

Sorrisos e afagos,

Entrelaçados em cada onda,

Que vai e vem,

Amarra e liberta,

Tantas e tantas vezes,

A parte incerta,

Desmedidamente deserta,

Da alma.

 

O sol, o mar, o vento;

Numa dança inconstante,

Bailando nesse tormento,

Que se torna hesitante,

Num beijo, sentimento,

Numa carícia, arrepiante,

Transformando um simples olhar,

No mais belo acto de amor.

 

O sol, o mar, o vento...

 

 

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