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Caneca de Letras

Caneca de Letras

12
Abr19

Incondicional...

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Porque é incondicional;

Esse querer do sentimento,

Esse bater abismal,

Que se torna firmamento,

Num gesto intemporal,

Eternamente tempo...

 

Incondicional no sentir;

Nesse permanente entrelaçado,

Entrelaçando o sorrir,

Sorrindo a teu lado...

 

Incondicional no abraço;

Em cada lágrima descompassada,

Passo a passo,

Por entre a dor inusitada...

 

Incondicional e sem olhar para trás;

Por entre ventos e medos,

Poemas e temperos,

De destemperados segredos...

 

E nesse firme vendaval;

Sobra a imensa certeza,

Que o significado de incondicional,

Se encontra nesse olhar...

 

Que só nós conhecemos.

 

 

 

 

 

12
Abr19

No Tempo Dos Populismos... Importa Dizer Não!

Filipe Vaz Correia

 

O perigo do Populismo...

Essa palavra muito em voga, vezes sem conta, negada por tantos que a prosseguem, a executam sem decoro.

Exemplos não faltam, desde o nosso "Jovem" André Ventura, intra muros, até ao já "ilustre" Maduro, fora de portas.

Não posso deixar de referir o "Pequeno" Bruno de Carvalho, alguém que chegou a Presidente com o mesmo ar truculento que mantém, entrelaçado num passado de falências e aldrabices, vociferando mentiras e calúnias transformadas em "verdades" no seio da alma Leonina.

Recordo-me bem, de quem como eu, não se levantava para aplaudir o "Pequeno Líder", aquando das suas subidas ao relvado...

Dos olhares, das palavras, do ar de reprovação a estes "Croquetes" do antigamente.

O Populismo inebria as massas, transmuta a realidade, traz perigo às Sociedades.

Que o diga o "meu" Sporting.

No entanto, a situação é mais grave do que apenas um ou outro exemplo, um ou outro personagem desesperado de protagonismo, sedento de conseguir os seus intentos.

Gente capaz de tudo, por entre, uma coluna invertebrada, capaz de se adaptar sem valores, àquilo que julgam ser o mais adequado para convencer o "Povo".

Neste cenário, as redes sociais desempenham um papel cimeiro, como veículo de disseminação das ideias, ou falta delas, dos slogans, dos ódios libertados como forma de amarrar o descontentamento popular.

Assim, uma mentira ganha vida, surge capaz de enlamear qualquer um, independentemente da veracidade da sua origem, do seu fim.

Televisões, Jornais ou Pasquins se elevam, pouco preocupados com verdades ou seriedade jornalística, apenas com a sua "verdade"...

As tiragens, audiências ou lucros suficientes para alimentar a sua sobrevivência, numa Era onde cada vez mais perdem importância e relevo.

Assim, importa escrever, falar, gritar, numa constante querença maior, capaz de se antagonizar com esse Populismo velado que parece ameaçar Sociedades e seus Cidadãos.

Nesta Caneca...

As letras estarão sempre dispostas, a se juntar, para gritar Não ao bacoco Populismo, destes "novos" tempos.

Não!

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

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