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Caneca de Letras

Caneca de Letras

30
Abr19

Venezuela: O Golpe Da Esperança!

Filipe Vaz Correia

 

Está em curso um golpe militar por terras Venezuelanas, um caminho de esperança para todo um Povo.

Juan Guaidó anunciou este golpe, no Twitter, enquanto incita as pessoas a saírem à rua, para participarem neste momento que poderá ditar um futuro, há tanto tempo, ansiado.

Cada minuto conta, cada segundo importa, para compreendermos se este golpe poderá ser coroado de sucesso...

Notícias relatam a libertação de Leopoldo Lopez, num claro sinal de mudança, esperando o mundo pelos ventos de novos dias.

Até onde poderão sonhar os Venezuelanos?

Os militares têm a palavra...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

29
Abr19

Onde Está O Senhor Presidente?

Filipe Vaz Correia

 

Meu querido Professor Marcelo, poderia me explicar o que está, ainda, a fazer na China?

Sei bem que é uma viagem oficial, uma visita de Estado, no entanto, julgo que ninguém lhe deve ter dito, que o "meu" Sporting venceu a UEFA Champions League de Futsal...

Por isso, aqui deixo esta informação, esperando que regresse o mais depressa possível, para em seguida homenagear condignamente, no Palácio de Belém, esta grande Equipa Leonina.

Pelo menos um telefonema já poderia ter sido feito...

Vamos lá, Senhor Presidente.

 

Filipe Vaz Correia

 

 

29
Abr19

UEFA Champions League: O Sonho Leonino...

Filipe Vaz Correia

 

Campeões Europeus de Futsal...

Este sonho foi ontem concretizado por um grupo de Leões, levando consigo um pedaço da alma de todos nós.

Que gosto, que alegria.

Não existem muitas palavras para descrever o que senti, o que estou a sentir, olhando para nomes como Deo, Merlin, Cardinal, João Matos, Nuno Dias.

Sem esquecer aqueles que tanto lutaram por este sonho e que por laços de um destino, não estiveram presentes neste momento...

João Benedito, Divanei, Cristiano ou Alex.

Obrigado a todos...

Obrigado, Sporting Clube de Portugal.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

27
Abr19

Morrer de Amor: A História De Horácio Sala...

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Morreu o Pai de Emiliano Sala...

O Sr. Horácio Sala partiu num momento de desistência do seu coração, certamente submerso nas saudades asfixiantes que devem ter marcado estes dias após a trágica morte de seu filho.

Morrer de amor...

Como escrevem os poetas, morrer de saudades, como se entrelaça em cada pedaço de poesia plasmada na imortal alma.

Não tenho palavras, mesmo querendo buscá-las, perdido nesta triste notícia.

Que descanse em paz e que possa reencontrar esse amor perdido, numa fria noite, num "Canal Manchado" de tristeza.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

26
Abr19

Eleições Espanholas: O Futuro Entre Vox(es) Radicais...

Filipe Vaz Correia

 

Os Espanhóis vão a votos por estes dias, confrontados com decisões importantíssimas, como há muito não se via.

A Democracia Espanhola está refém dos extremos populistas e radicais, tanto à esquerda como à direita, do espectro político...

Este desenho que se afigura complexo, retrata anos de indecisão política, décadas de uma crescente insatisfação popular com o sistema que coordena a vida de todos os Espanhóis.

Seja pela insegurança, pela precariedade laboral ou pela crescente e descontrolada imigração, cresce nas franjas da Sociedade, terreno fértil para o populismo, a demagogia encapotada, travestida de Nacionalismo ou orgulho patrioteiro.

Se o PSOE estará refém do Podemos, o PP poderá estar refém desse "assustador" Vox...

Uma Vox com tiques Nazistas, de braço erguido, urdindo chavões de ódio e discriminação.

Neste cenário tenebroso, se arrepiam as consciências daqueles que buscam soluções moderadas, à direita ou à esquerda parlamentar, perante as ameaças fracturantes anunciadas por estes novos "players".

Assim se aguarda pelos resultados eleitorais na vizinha Espanha, para se poder retirar as ilações do que se desenha para este nosso futuro Europeu...

Nesta velha Europa, cada vez mais a reviver pesadelos antigos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

25
Abr19

No Caneca Com... Sal e Pimenta!

Filipe Vaz Correia

 

 

 

A Liberdade

Chegou neste dia

Com uma verdadeira ousadia

De tão grande simplicidade

 

Resolveu pernoitar

E dormir com calma

De corpo e alma

Para de novo acordar

 

Até hoje ficou

E a todos suplicou

Para não ir embora

 

Para não ser esquecida

Ou voltar a ficar perdida

Como foi outrora

 

 

Sal e Pimenta

 

 

 

 

24
Abr19

Querer Maior...

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Pode se partir;

Findar ou escapulir,

Quebrar a corrente numa mágoa que se sente.

Pode até doer e ferir...

 

Pode o céu ser tempestade;

O olhar meio distante,

A chuva trazer saudade,

Essa saudade asfixiante...

 

Podem as palavras escassear;

A voz até tremer,

O dia acabar,

Sem a meu lado te ter...

 

Pode tudo isso acontecer;

Uma e outra vez,

Repetindo esse arder,

Que magoa...

 

Mas sempre volta;

Sempre será amor,

O que num singelo torpor,

Se torna presente,

Mesmo que estejas ausente...

 

Porque é assim;

Numa simplicidade intemporal,

Num cruzado destino,

Que nos encontramos,

Vida após vida...

 

Num querer maior.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

23
Abr19

Meu Caro Joe Berardo...

Filipe Vaz Correia

 

Meu querido Joe...

Não posso deixar de lhe escrever, com a certeza de lhe enviar a minha solidariedade, nesta perseguição que lhe é feita.

Então o meu querido amigo, passa uma vida a escavar terra em busca de diamantes, investe em obras de arte para as colocar ao serviço da mui nobre Nação...

E é assim que lhe agradecem?

Tudo bem que o senhor pediu um ou outro empréstimo, que as somas desses empréstimos deverão rondar as centenas de Milhões de Euros, no entanto, ninguém consegue prever o infortúnio.

Que culpa tem o meu caro amigo, das crises financeiras ou das derrocadas bancárias?

E agora...

Agora que o caro Joe está completamente na "pobreza", apenas com uma garagem para viver, aliam-se bancos e instituições para o processar...

Que vergonha!

Assim, receba estas minhas palavras como forma de apoio nestes tempos carregados de "injustiça".

Para terminar...

Se fosse possível dar-me o contacto do gerente bancário que lhe arranjou os ditos empréstimos, ficava grato, pois tenho umas "acções" para comprar...

E já agora...

Fiador?

Pode ser?

Um abraço solidário...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

22
Abr19

Quem Faltou Ao Almoço De Páscoa?

Filipe Vaz Correia

 

Páscoa...

A vida é passageira, imutavelmente passageira, levando com ela momentos, pessoas, abraços e carinhos, palavras e sentidos.

Nesta Páscoa, sentado à mesa de almoço, num momento familiar, não consegui deixar de recordar o que ficou para trás, aqueles que se entrelaçaram com as memórias perdidas do destino.

Neste dia senti falta de Santa Luzia, da casa de minha Tia, do Monte dos meus Avós.

A minha Avó Nininha, Avó Paterna, sempre foi uma referência para mim, por todas as razões e mais algumas...

Pelas suas agruras no fim de vida, pela forma digna e altiva como sempre as enfrentou, por esse amor que sempre me deu, mesmo que a rispidez fosse característica intrínseca da sua personalidade.

A sua relação com minha Mãe era tocante, como Mãe e Filha, num carinhoso acto de afecto, sem que, muitas vezes, isso pudesse ser visível, àqueles que a conhecessem menos bem.

Tenho saudades de cada palavra sua, em cada ensinamento seu.

Guardo de si as memorias mais calorosas, próximas, nessa forma de me fazer sentir especial, por entre, um olhar quase intimidante mas que era desarmado sempre que esse olhar, se cruzava com o meu.

Nesta Páscoa recordei sorrisos e gestos, por entre, os lugares vazios que não podem ser recuperados, guardando cada pedaço de saudade junto ao coração.

A vida é passageira, tão passageira como prazerosa, sobrando à alma juntar numa tela imprecisa todos os recantos de um caminho...

Repleto daqueles que nos ensinaram a amar.

E por falar em amor...

Como tenho saudades tuas, minha Mãe.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

21
Abr19

Tantas Vezes...

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Tantas vezes se perderam;

Nas estradas de uma vida,

Os olhares e as palavras,

Por entre mágoas e feridas,

Num soluçar envergonhado,

Numa tela incompreendida,

Desenhando o que a imaginação,

Imaginava entretida...

 

Tantas vezes se questionou;

O amargurado coração,

Sem saber se acabou,

O que ditava a ilusão...

 

Tantas vezes ficou por escrever;

Tantas as vezes por contar,

As mesmas vezes a tecer,

Essas linhas a fiar...

 

Tantas vezes...

 

Tantas as vezes num sonhador poema;

Escrevinhando as lágrimas de um destino.

 

 

 

 

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