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Caneca de Letras

Caneca de Letras

22
Jan19

Jamaica: Onde Estão Os Racistas?

Filipe Vaz Correia

 

Eu nem sabia que existia uma "Jamaica" em Portugal, a não ser o Jamaica no Cais de Sodré...

No entanto, não pude deixar de reparar nesta polémica envolvendo a PSP nesse Bairro da Jamaica, no Seixal.

O histerismo estava assim montado, a tamanha gritaria, obrigando-me a ver as ditas imagens.

Duras, violentas, sem dúvida...

Mas o que mais me irritou nestas imagens, foi o tratamento que estas mereceram por parte de alguma Comunicação Social, esse julgamento pré-definido, como um qualquer complexo colonial, que nos reporta ao "racismo".

Digo mesmo que olhando para aquelas imagens, várias ideias me assolaram o pensamento e nenhuma delas se chamava "racismo".

Alguém acredita que aqueles policiais, ali destacados, estavam todos a executar um plano racista, para agredir aquelas pessoas, por causa da cor da sua pele?

Uma dezena de policias racistas, atacando "anjinhos" indefesos?

Não me parece.

Por mais que queiram pintar esse quadro, nós não somos esse povo, nem temos essa clivagem civilizacional, neste momento.

Claro que existem racistas em Portugal, na polícia, como em vários quadrantes da nossa Sociedade...

Racistas brancos, racistas pretos, racistas amarelos, racistas de todas as cores.

A Polícia chegou ao Bairro da Jamaica e das duas uma:

Ou os policiais foram apedrejados, como aliás testemunhas relataram, e reagiram ou então  estes polícias não são racistas...

São completamente loucos.

Quanto aos meninos que foram manifestar-se para o Terreiro do Paço e resolveram subir a Av. da Liberdade à pedrada, dizer que acabaram dando um claro "exemplo" de respeito e civilidade.

A polícia respondeu e deteve alguns...

Por racismo?

Não!

Pela segurança de todos nós...

De "Pretos" e de "Brancos", sem esquecer dos amarelos e todas as outras cores.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

21
Jan19

Dois Anos De Trump... Que Bom!

Filipe Vaz Correia

 

Já passaram dois anos de mandato, desde que Donald Trump chegou à Casa Branca e apesar de tudo...

Ainda não começou a Terceira Guerra Mundial.

Ainda!

Dois anos de um mandato repleto de disparates, alguns económicos, outros comerciais, uns Humanitários, outros ambientais, mas sempre com aquele "glamour" alaranjado e truculento.

O seu percurso tem sido acompanhado por milhares de mentiras, perto de sete mil até este momento, no entanto, o Presidente Americano vai continuando a caminhar, mesmo que mais isolado politicamente, fazendo birra pela falta de novos brinquedos.

"- Um muro! - Quero um muro!"

Mas estamos vivos...

Inacreditavelmente, nenhuma bomba nuclear saiu inadvertidamente do outro lado do Atlântico, disparada num momento de raiva, por entre, uma discussão no Twitter.

Pensando assim, dá para respirar de alívio e acreditar na existência de Deus.

Que bom!

Só que ainda faltam mais dois anos...

Mais dois anos de mandato.

Um milagre, só um nos salvará.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

21
Jan19

Assimetria Da Alma...

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Uma história para contar;

Singelamente desvendada,

Num leve entrelaçar,

De cada linha encantada,

Numa poesia a decorar,

As vírgulas destinadas,

De um destino assimétrico...

 

Em cada verso;

Um pedaço de subtileza,

Como na voz de Caetano,

Uma imprecisa certeza,

Como na pena de Vinicius,

Essa ténue firmeza,

De um texto de Pessoa...

 

Como na soltura de um querer;

Se agiganta o Ser,

Nesse viver sem morrer,

Esse sofrer a reviver,

Da alma...

 

Assimétrica;

Como só uma poesia,

Pode descrever.

 

 

 

 

 

21
Jan19

Uma Carta Para O Avô Do Miguel Luís...

Filipe Vaz Correia

 

Meu caro Américo Luís, mas que grande problema foi o meu querido amigo arranjar ao seu neto...

É que o "Treinador" Holandês não gosta de pieguices, cenas lamechas com pitadas de sentimentalismo.

E o meu caro, na qualidade de Avô, resolveu invadir as câmaras da Sporting TV, no dia em que o menino, seu neto, marcou o golo que deu a vitória ao clube de Alvalade, sendo que o rapaz ainda se atreveu a vencer o prémio de Homem do Jogo.

O senhor Keizer, não deve ter gostado de tamanha afectividade, coisas que distraem os "craques" predestinados  e nunca mais o colocou a jogar...

Ora banco, ora bancada, ora bancada, ora silêncio.

Nessa mesma semana, Miguel Luís foi considerado o menino-maravilha de Alcochete, para o site da UEFA, numa ilusória descrição de um talento que parece pouco apreciado para os lados dos Países-Baixos.

Mas enfim...

Não desespere senhor Américo, pois parece que um tal de Jovane, também menino de Alcochete, viu o seu espaço na equipa reduzido a nada, e esse não teve direito a pieguices, nem a Avô ou Papá.

Mas o que importa?

Então nós temos, Petrovic, Gudejl, Wendell, Diaby, entre tantos outros talentos que não consigo enumerar...

Sem chorar.

Ai a doce Formação ou a singela e eterna contradição da Nação Leonina, criando tanto, sem nada aproveitar.

Senhor Américo, tenha paciência...

Um abraço deste adepto Leonino.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

 

20
Jan19

O Sentido De Tamanho Sentir...

Filipe Vaz Correia

 

Um texto leve, levemente destemido, para tocar a alma, como se alma fosse livre, independente dos traumas da infância, do lado infantil de todos nós, nossa forma de libertar o que magoa, magoando sem deixar marca visível, e que apenas nas entranhas da alma se mostra, religiosamente reaparecendo em cada noite, anoitecendo connosco, como se não bastasse esse pedaço de memória, para recordar os tamanhos pesadelos amordaçados, os silenciosos destinos subjugados, subjugando cada olhar perdido, ferido, ardendo para sempre, ardentemente descomposto na divina beleza de um texto.

Parecem desabafos rascunhados, rascunhos em forma de desabafo, como um grito do outro lado do Atlântico, numa mesa boémia, por entre o óculo de um qualquer poeta, embevecidamente enternecido por um velho whisky, aquecendo o desesperante sentido vazio de uma vida. Mas como se soltam as palavras, para numa fugidia frase se amarrarem aos destinos vividos, sem os viver. Quantas vidas foram precisas para expurgar tamanha vontade, numa asfixiante verdade que não cala? Quantas pinturas, em quantas telas, foram precisas para sarar as feridas e deixar voar as amarguradas, pequenas agruras, agigantadas?

Já não canta o velho "preto", nem a doce ama de leite, já não correm pelos campos, os que antigamente ali brincavam, os que outrora ousavam percorrer tais caminhos.

Um texto leve, tão leve como o doce sentido, de um antigo sentir que se perdeu...

Nas asas do vento, voltando o tormento, no bico de um pássaro.

Vai cumprindo o destino, as velhas promessas, sem tino, repetidamente desencontradas, buscando somente o sentido, de tamanho sentir.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

19
Jan19

Manuel Maria Carrilho: O Ministro Da "Cultura" Do Ódio

Filipe Vaz Correia

 

Não consegui passar indiferente a esta polémica envolvendo o programa de Ana Leal, na TVI...

Sinceramente, fiquei petrificado com as imagens de Manuel Maria Carrilho, com aquela espécie de violência desavergonhada que envergonha qualquer pessoa de bem.

Neste caso, uma perplexidade me atormenta...

Como alguém com esta personalidade, um tipo de "psicopata", pode ameaçar e atormentar impunemente, sem que um Juiz o impeça de "passear" livremente durante anos, numa gratuita forma de "violação" constante da sua ex-mulher e seus filhos.

O comportamento de Carrilho, naquelas imagens, é abjecto, manipulador, maquiavélico, demonstrador de uma pérfida forma de amar, entrelaçando nesse sentimento, o terrível e odioso ressentimento expresso em cada olhar, a cada palavra.

Um pequeno retrato de um inferno, repleto de mentiras e  agressões, desnudado aos olhos de todos nós, sem capas, sem filtros, sem mais nada.

Ao comentar esta reportagem, violento princípios meus, uma forma de estar e pensar, pois considero que ao divulgar aquelas imagens, a TVI contribuiu para a violentação daquelas crianças, expondo os mesmos ao terrível animal que é a opinião pública.

Se por um instante, conseguirmos nos colocar no lugar do Dinis ou da Carlota, talvez consigamos imaginar a dimensão da escadaria de sua escola ou a porta fechada da sala de aula, neste dia que chega após a divulgação desta reportagem.

Se conseguirmos, poderemos sentir um pedaço desse temor que os deve ter acometido.

Mas enfim...

É o mundo que nos sobra.

E de tudo isso, de todo este pesadelo, nada deverá ser maior do que a barbaridade feita por um "louco", que por acaso também é Pai...

Só mesmo por acaso.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

18
Jan19

Quadratura do Círculo: O Fim De Uma Era...

Filipe Vaz Correia

 

Sinceramente faltam-me as palavras para descrever uma certa tristeza que me invade.

Uma espécie de encerrar de um ciclo, neste caso, de gosto imenso partilhado através daquelas opiniões, aquelas pessoas e a sua tamanha qualidade.

Uma década e meia a esperar pelas Quintas-Feiras, às 23 horas...

O mundo vai avançando, o tempo televisivo parece estar a mudar, cedendo a qualidade em detrimento de apontamentos discutíveis.

A SIC Notícias vai acabar com a Quadratura do Círculo, o meu programa de debate político, aquele programa que me fazia "ganhar" tempo, acrescentar opinião, respeitando na convergência, na divergência, nessa dimensão maior de um excelente programa.

A Quadratura do Círculo foi, desculpem, é um produto refinadamente espectacular, sem direito a gritos ou cambalhotas, populismos ou palhaçadas.

Ali discute-se respeitando, debate-se mantendo um toque de cordialidade, educa-se educadamente.

De facto, um "modus operandis" ultrapassado, numa Era onde se busca a artificialidade de opinião.

Provavelmente daqui para a frente, teremos a essa hora, um novo programa de política ou de futebol, se calhar uma mistura dos dois, moderado pela Cristina Ferreira, com a Manuela Moura Guedes, o Cláudio Ramos, um destes concorrentes dos "Casados de Fresco" ou de um outro Reality Show qualquer...

Juntam-se todos, a SIC vai buscar a Ana Leal e está garantida a audiência.

Porque já não interessa a qualidade, apenas a poeira...

A mediática poeira da mediocridade.

Até sempre Quadratura do Círculo...

A "minha" Quadratura.

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

 

17
Jan19

No Caneca Com... Jaime Bessa!

Filipe Vaz Correia

 

Antes de mais, um sucinto preâmbulo:

Começo por cumprimentar o já vasto auditório da Caneca de Letras, devo dizer que o autor deste Blog, é mais do que um irmão para mim e todo o sucesso e adesão que a sua escrita tem suscitado são motivo de grande orgulho e zero surpresa.

Admiro-me que corra o risco de colocar todo esse trajecto de sucesso em causa, ao convidar-me para escrever, vou dar o meu melhor, aqui vai.

Decidi escrever sobre o Fortnite, um vídeo-jogo que está a tomar o mundo de assalto; que todas as crianças conhecem ou ouviram falar e para a maioria das que jogam (pelo menos até atingirem a puberdade) é certamente o tema mais importante e interessante das suas vidas. Por isso, e por ser um tema que certamente a maioria já ouviu falar mas que nem sabe bem do que se trata, resolvi escrever sobre isso.

O Fortnite battle royale foi lançado a 26 de Setembro de 2017, em Dezembro desse mesmo ano já tinha 30 Milhões de jogadores registados, acabou o mês de Janeiro de 2018 com 45M, em Junho 125M e em Novembro de 2018 já ultrapassavam os 200 Milhões de jogadores e este número continua a aumentar. ( cit. in. https://www.statista.com/statistics/746230/fortnite-players/).

O jogo por si só, apesar de ser grátis já facturou 2 Mil Milhões de dólares para a Epic Games, a empresa que o criou, já gerou celebridades, notícias, torneios de milhões de dólares, convidados de talk shows... Enfim um sucesso esmagador a todos os níveis.

Porque é que o jogo tem tanto sucesso?

1. Acessibilidade. É um jogo que pode ser jogado, num computador, num telemóvel, tablet, playstation, nintendo, xbox, switch, etc... Enfim qualquer dispositivo com um monitor e ligação à internet pode correr este jogo.

2. O preço; custa zero. O jogo é absolutamente grátis, sem truques nem ofertas de 30 dias que depois começam a ser cobradas sem o utilizador se dar conta. Pode de facto gastar-se dinheiro no jogo mas é completamente opcional e não é condição para jogar.

3. O conceito, 100 jogadores num autocarro que sobrevoa uma ilha gigantesca, cada jogador decide quando quer saltar do autocarro e iniciar a sua longa queda livre até ao solo firme da ilha. Cá em baixo, no terreno de guerra, começa uma busca frenética por armas e recursos, tudo o que possa dar uma vantagem em relação aos outros jogadores. A ilha está cercada por uma mortífera tempestade que lentamente drena o hp ( hit points, vulgo tira a vida ) aos jogadores que são apanhados nela, a tempestade vai aumentando e à medida que o tempo vai passando e como tal a área útil de jogo diminui, por isso os confrontos serão inevitáveis. Isto é o Battle Royalle.

Battle Royale é um conceito popularizado em 2000 por um filme homónimo Japonês. Basicamente significa uma luta até à morte onde só um sobrevive.

Não parece emocionante?

4. A jogabilidade. Depois de carregar no botão para iniciar o jogo, somos levados para um lobby, um sítio onde os jogadores se encontram e aguardam até estarem 100 elementos. Depois temos um breve ecrã de "loading" et voilá, começa a aventura. Os comandos são simples e intuitivos. Os gráficos coloridos e até infantis. A grande novidade do Fortnite é que os jogadores conseguem construir estruturas em tempo real, o que lhes dá uma liberdade muito grande e quanto a mim este é o segredo que seduz a nova geração. A liberdade que a construção de estruturas dá aos jogadores, em que parece que o único limite é a imaginação, por isto todos os dias alguém faz algo que nunca foi feito antes e 200 Milhões de jogadores querem saber o que é. Por isso existem tantos vídeos no Youtube e semelhantes.

5. A vida. O Fortnite BR é um jogo cheio de vida, tem luzes, cores e danças já famosas que são reproduzidas já em todos os casamentos, (se foi a algum casamento em 2018 já viu ou até dançou esta música). Os criadores do jogo estão sempre a lançar actualizações (média de duas por semana) em que mudam aspectos secundários do jogo (acrescentam veículos como carros, motas e aviões, mudam armas, alteram localizações, etc...) o jogo está sempre de cara nova, e tem sempre qualquer coisa nova. Os youtubers e streamers estão constantemente a fazer vídeos deste jogo, t-shirts e todo o tipo de merchandising, o Fortnite é mais do que um jogo é pop culture.

Devo deixar os meus filhos jogar Fortnite?

Claro que sim! Mas se está a aprender como educar os seus filhos em Blogs (por muito bons que sejam) deve entregá-los para adopção.

O jogo é violento demais para crianças pequenas?

Não de maneira nenhuma. Parecem desenhos animados infantis. Argumento até que são muito estimulantes e se a criança estiver acompanhada e o tempo de jogo for moderado, o Fortnite é um excelente fornecedor de estímulos e competências sociais pois também pode ser jogado em equipas de 2 e 4 pessoas.

Vou parecer mais "fixe" aos olhos dos mais pequenos se souber coisas deste jogo?

Sem dúvida nenhuma.

Experimente dizer ao seu filho/sobrinho/etc.:

 

"Gostas mais de cair em tilted towers ou lonely lodge? "

( Se ele responder a primeira é um jogador agressivo e confiante se responder a segunda é mais cauteloso e prudente.)

O que é que preferes, 3 minis ou um gordo?

(tipo de shields no jogo, os pro players preferem 3 minis)

Já fizeste algum no scope?

(matar de sniper sem mira, só para os melhores)

O Ninja não é tão bom como o Tfue.

(dois dos streamers/youtube mais famosos do momento)

 

Há muito mais a dizer, mas ficarei por aqui. Quaisquer dúvidas que surjam, comentem à vontade, sou frequentador assíduo deste espaço e responderei a todos o melhor que puder.

Termino com um agradecimento muito grande, ao meu grande amigo pelo convite e com uma pequena curiosidade que sei que vai ser muito apreciada. Tim Sweeney, CEO da EPIC games, criadora do jogo, já comprou milhares de hectares na Floresta Amazónia com o único objectivo de a preservar e manter intacta.

Respect.

 

Jaime Bessa

Cinéfilo, Cambista, Psicólogo e Jogador de Fortnite.

 

 

 

17
Jan19

Será Que Sabes?

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Será que sabes;

Ou não interessará saber,

Que esse desconhecimento,

Virou sofrimento,

Que esse breve ferir,

Se tornou fugir,

Por entre, o que prometeu ser eterno,

Para sempre tão terno,

Mas num segundo,

Se quebrou profundo,

Nesse sentido da vida,

Amargurada ferida,

Transformando em dor,

O que um dia foi amor.

 

Será que sabes;

Que o que hoje é nada,

Prometeu ser tudo,

E se escapou,

Em cada lágrima,

Desencontrada.

 

Será  que sabes?

 

 

 

 

 

 

 

16
Jan19

Caneca de Sabores: Os Esses Da Minha Avó...

Filipe Vaz Correia

 

Misturar letras com sabores, será a melhor maneira de descrever esta rúbrica no Caneca...

Todas as Quartas, o Caneca de Letras passará a ser, a Caneca de Sabores.

Adoro cozinhar, receber amigos e partilhar boas conversas acompanhadas por um belo repasto.

Não podia começar este espaço com outra receita, pois estes bolinhos fazem parte dos sonhos da minha infância...

Da pequenina Mariana, minha Mãe, da jovem Alice, minha Avó e de sua Mãe, minha Bisavó.

Por isso espero que gostem e experimentem os Esses de Azeite da Avó Alice, pois é uma receita fácil de fazer, artesanal e caseira.

 

IMG_20190116_003928.jpg

Ingredientes:

 

. 4 Ovos

. 1DL de Azeite

. 125 Gr de Açúcar

. Raspas de Limão a gosto

. Farinha com fermento

 

Preparação:

Juntam-se todos os ingredientes e bate-se muito bem.

Junta-se progressivamente a farinha até tender, ou seja, até conseguir formar os Esses, sem que estes se peguem às mãos.

Polvilha-se o tabuleiro com mais farinha e colocamos os Esses, mantendo uma pequena distância, uns dos outros.

Deixar repousar alguns minutos e depois levar ao forno bem quente.

Assim que estiverem "douradinhos", é devorar como se mais nada existisse.

Não esquecer de polvilhar as mãos com farinha, enquanto da feitura dos Esses para que estes não se colem às mãos.

Com carinho...

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

 

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