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Caneca de Letras

06.09.17

 

A entrevista do Presidente do Sporting, no canal do Seu clube, foi na melhor das hipóteses um espectáculo de péssima qualidade.

Seria até cómico se por acaso, o respectivo personagem não envergonhasse com tão medíocre interpretação todo o universo leonino, provavelmente, até aqueles que hipnotizados o apoiam...

Admito que não tive interesse em ver a entrevista, como aliás habitualmente faço em todas as intervenções do dito Senhor, no entanto, devido ao tamanho rebuliço que causou esta barbaridade, não consegui manter-me na ignorância...

E que bem teria ficado.

O que vi, deixou-me perplexo, mesmo tendo em conta se tratar de tão boçal personagem, pois mesmo para os padrões de Bruno de carvalho, esta entrevista ultrapassou todas as marcas...

Expressões como:

" A minha Casa" ou " O meu estádio" ou até " O William deve-me a carreira", acompanhadas por imitações bacocas, pueris, ridículas, foram alguns dos tiques paranóicos, megalómanos, que traçam a personalidade cada vez mais desfocada da realidade, do actual Presidente do Sporting.

Como já escrevi anteriormente, nunca simpatizei com este Presidente, nunca o apoiei, porém, sou Sportinguista, amo este clube desde que me recordo de mim, desde o berço e nada me envergonhou tanto enquanto Sportinguista, como este tipo de comportamentos.

Esta actuação de Bruno de Carvalho, género monologo acompanhado, fere a condição leonina, a História maior de uma Instituição inigualável.

Não acredito que um jogador como William, olhe para este tipo de personagem com admiração, como muitas vezes vimos muitos jogadores do FC Porto, falarem de Pinto da Costa, e acima de tudo não posso crer que mesmo os mais fervorosos adeptos de Bruno de Carvalho, pois se tem um clube, um estádio, também deve ter adeptos só dele, não tenham por um instante, sentido a inimaginável vergonha alheia...

Eu senti, imensa, mas infelizmente a vergonha do Bruno, enquanto Presidente do nosso Sporting, será sempre também a nossa vergonha.

Até quando?

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

06.09.17

 

 

 

Não vale a pena;

Negar a imensidão,

A distância que acena,

Despedaçado coração...

 

Não vale a pena;

Desamarrar a alma,

Desenfreada negação,

Da mesma alma pequena,

Que se atormenta...

 

Não valerá a pena;

Nunca irá valer,

Arrancar tamanho sentimento,

Tamanho querer,

Que faz parte de ti...

 

Porque valerá sempre a pena;

Um pedaço de amor,

Misturado com esse sofrer,

Às vezes dor,

Às vezes viver...

 

Valerá sempre a pena!

 

 

06.09.17

 

 

 

Se a saudade;

Tivesse olhar,

E não fosse o meu,

Na verdade,

De uma tristeza singular,

Um espelho dessa singularidade,

Intenso abraçar,

Da nossa intemporalidade,

Reflectida,

Neste imenso amor...

 

Se a saudade;

Soubesse o quanto dói,

O quanto a alma corrói,

Esta imposta distancia...

 

Se soubesse a saudade;

Quanto doí,

E calaria a vontade,

De tamanho destino.

 

 

06.09.17

 

 

 

Sem palavras;

Por mais cem,

Que fossem,

Por mais palavras,

Que existissem,

Secretamente soletradas,

Por mais belas,

Se escondessem,

Timidamente pintadas,

Na minha mente...

 

Sem palavras;

Para o bater desse sentimento,

Sem descrição,

Para desenhar esse tempo,

Gravado no meu coração...

 

Sem palavras;

Para descrever,

O quanto,

Ainda te amo.

 

 

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