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Caneca de Letras

Caneca de Letras

01
Nov16

As estrelas do Céu

Filipe Vaz Correia

Contei todas as estrelas do céu;

Uma a uma, cada uma

Olhei para elas despidas

Na bruma, discreto

Escutando as perdidas

Naquela imensidão...

 

Decorei o seu brilho;

Vislumbrei o seu reflexo

Questionei o seu destino

Desafio sem tino

De um universo em desatino...

 

Contei todas as estrelas do céu;

Uma vez mais interrogando

De onde vieram, para onde irão

Nesse mistério desesperando

Por uma resposta em vão...

 

Contei todas as estrelas do céu;

E continuei a contar, devagar

Sem saber que no meu olhar

Também elas se podiam vislumbrar...

 

E assim sem parar;

Mais uma vez, devagar

Contei todas as estrelas do céu.

01
Nov16

Todas as noites são boas para voar

Filipe Vaz Correia

Todas as noites procuro por ti;

Por encontrar aquela voz

Aquele desejo escondido tão profundamente

Tão secretamente

Tão no intimo da minha mente...

 

Todas as noites procuro aquele sentimento;

Aquele secreto, segredo

Que espantosamente ao vento

Não voa com medo

Com o receio de ser cedo

Para voar...

 

Todas as noites insisto, sem insistir;

Tentando não escutar

Esse pedido a fugir, rugir

Dentro de mim a falar

A gritar, vociferar...

 

Todas as noites nesse céu estrelado;

Imagino o dia em que poderei contar

O que este coração encurralado

Há tanto tempo está a guardar...

 

E talvez nessa noite, o sol apareça;

A lua se possa esconder

E o meu coração aqueça

Sem temer

Dizer...

 

Que te amo. 

01
Nov16

Era uma vez...

Filipe Vaz Correia

Era uma vez um blog, chamado Caneca de letras...

Uma vontade imensa de escrever, de soltar a minha alma na ponta da minha caneta...

Ou melhor, do meu teclado.

Este blog falará de poesia, prosa, pequenos contos ou aventuras, crónicas e opiniões, sobre qualquer tema que entenda pertinente.

Não terá limites ou barreiras, tentando chegar a todos aqueles que comigo partilhem este espaço.

Será um espelho dos meus anseios, dúvidas, reflexões mas também daqueles que comigo se cruzam nesta caminhada chamada vida e que de uma maneira ou de outra, acabam polvilhando a minha imaginação, a minha curiosidade.

Espero que em algum momento possa surpreender quem aqui chegue, alcançando com as minhas palavras um pedaço de vós.

Obrigado.

Filipe Vaz Correia

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