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Caneca de Letras

Caneca de Letras

PSD: Líder Procura-se...

 

Pedro Passos Coelho não se recandidatará à Presidência do PPD/PSD...

Esta frase marcou o dia noticioso, reflectindo o fim de um ciclo e essencialmente um novo tempo de esperança.

As eleições Autárquicas encurralaram a direcção do PSD e desnudaram as fraquezas inerentes a dois anos fracassados de oposição...

O mundo paralelo de Passos Coelho ruiu, deixando de fazer sentido continuar a persistir neste desgaste permanente de um Partido, que terá sempre um papel importante na Sociedade Portuguesa.

A saída de Pedro Passos Coelho, é assim o primeiro passo para a recuperação desse tradicional PSD e do eleitorado que se afastou do Partido.

Os nomes que rapidamente soaram na comunicação social, antecipam uma disputa intensa, capaz de abanar as bases adormecidas, no entanto, convém que a mudança seja efectiva, não parcial, muito menos fictícia...

Será necessário um reconstruir do Partido, uma renovação radical de rostos e políticas, trazendo esperança para onde antes se falava de dor, de compreensão para onde antes se ouvia amargura, sentir futuro onde antes se pressentia passado.

Por estas razões, Luís Montenegro, Hugo Soares ou Paulo Rangel não servirão para a tal necessária mudança, pois representam estes anos de Passismo e estarão sempre vinculados, a muitas das suas medidas...

Retiro desta equação Luís Marques Mendes ou Santana Lopes, pois não considero crível, que aceitem regressar a um papel, onde anteriormente não foram felizes.

Outros nomes que oiço, são os de Rui Rio ou Luís Morais Sarmento...

Dois nomes interessantes, duas opções credíveis e que certamente revitalizariam um Partido tão sedento de um rumo político.

Gosto de Rui Rio, faço aqui a minha declaração de interesse, e acima de tudo gosto dos nomes que o poderão acompanhar:

Manuela Ferreira Leite, Silva Peneda, Pacheco Pereira, representam um regresso a um PSD com o qual me identifico e pelo qual tenho imenso respeito.

É essa a minha esperança nestas eleições, nesta disputa pela liderança, que seja possível construir uma alternativa em Portugal, de Direita, credível e próxima das populações...

Resgatando o PSD, de um longo limbo ideológico.

 

 

Filipe Vaz Correia