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Caneca de Letras

Caneca de Letras

Em África, Os Deuses Devem Estar Loucos!

 

Em África, os Deuses devem estar loucos...

Contrariando a lógica das coisas, de ditaduras, de ditadores reformados ou mesmo daqueles que estando no poder, já se ausentaram da sua própria personagem.

Nem queria acreditar, quando fui surpreendido com as noticias que chegavam de Harare, Zimbabué, de que Robert Mugabe, ou simplesmente o ditador Mugabe, estava detido em casa, acompanhado pela sua Mulher.

Noticias destas não são normais naquele Continente, principalmente em Regimes cristalizados, entrelaçados há muito, por entre manobras de poder e corruptos costumes...

Mugabe tem sido recordado após estas noticias pelos vários papeis que desempenhou, a sua luta pela Independência, o seus estudos na África do Sul, a sua proximidade em determinado momento do papel de Nelson Mandela, "Madiba" que nos perdoe, a sua intervenção no período pós-Independência e o consequente apaziguar de um País, juntando todos, num caminho que parecia de uma reconciliação...

Vários papeis, várias e diferentes memórias.

Recuso-me a participar nesses momentos de glória de um assassino, um perpetrador de genocídios, pois apesar de não negar esta sua participação Histórica, anteriormente descrita, a sua actuação e comando nos trágicos acontecimentos que levaram ao roubo e assassinato de várias famílias Zimbabweanas, Brancas, às mãos das suas milícias armadas, assim como a perseguição a todos os que a ele se opuseram, se sobrepõe a qualquer papel heróico, que possa ter tido.

Esse é o único legado de Mugabe que me interessa recordar, escrever:

O de um genocida.

Apesar de poucas informações circularem, sobre este alegado golpe, entretanto negado pelos militares, tenho de compreender as reservas daqueles que avançando com a deposição de um déspota, que há mais de 37 anos controla e governa o País, tentando certamente assim, repôr a ordem e a democracia, sem alarmismos e sem que a anarquia tome lugar nas ruas.

Um acto de coragem, que deverá ser analisado, para percebermos se realmente mudará ou não o destino daquele País.

No mesmo dia, noutro ponto de África anunciou-se a exoneração de Isabel dos Santos da Sonangol, que juntamente com um movimento de libertação de vários outros sectores do Estado, da omnipresente Família dos Santos e seus correligionários, dá a entender uma substancial alteração no "Modus Operandi", de um dos países mais ricos do mundo.

Será que João Lourenço conseguirá surpreender, todos aqueles que o julgavam uma marioneta?

Nos quais me incluo...

Rafael Marques, pessoa por quem tenho estima e admiração, pela denuncia e luta constantes contra o Regime opressor de Eduardo dos Santos, veio dizer que estamos perante o maior opositor de José Eduardo dos Santos e do seu temível Regime...

Será?

Será possível, que este homem tenha conseguido enganar todos os que dentro da cúpula do MPLA, acreditavam na continuidade?

Num dia, duas noticias que trazem esperança para um Continente há muito flagelado por ditaduras e déspotas, gente medíocre, capaz de sequestrar através de brutais meios de repressão, Povos que sendo na teoria livres, vivem em muitos casos, como escravos...

Escravos de uma Independência, que apenas chegou para os seus algozes, aqueles que os governam.

Assim, volto a escrever, descobriremos se em África, os Deuses estão mesmo loucos.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Nas Filipinas Com Amor!

 

Aqui está um texto improvável, absolutamente indescritível, numa expressão maior de que o amor vence sempre.

Nas Filipinas onde se encontram reunidos alguns Lideres de toda a Ásia, e também Donald Trump, uma noite de gala modificará a forma, como o mundo, irá olhar para dois homens:

Rodrigo Duterte, ditador assassino, democraticamente eleito, conhecido pela sua luta contra o tráfico de droga que já vitimou mais de 4000 Filipinos, entre traficantes, consumidores ou pessoas de quem se desconfie consumir, às mãos dos seus terríveis esquadrões de morte.

E Donald Trump, político fanfarrão, também democraticamente eleito.

Num ambiente romântico, à luz da lua e ao som de uma melodia, Duterte subiu ao palco e cantou para Donald, uma canção eternizada pelos versos de amor, na mais pura tradição Filipina.

"Você é a luz do meu mundo."

Será?

" Você é a luz do meu mundo, metade do meu coração."

Sem dúvida que é!

Palavras que não conseguiriam descrever um cenário mais romântico, imaginando eu, o olhar que deve ter ligado, aqueles dois corações populistas, num cenário a meia luz.

Rodrigo Duterte confessou ainda, que foi a pedido de Donald Trump, que subiu ao palco e cantou esta tão tocante canção.

Num tempo de palavras agressivas, de ameaças bélicas, cresce a esperança no mundo, quando ficamos a saber, que nas Filipinas apesar de ser proibido fumar um charro, é possível amar livremente.

Por fim, dizer ainda, que neste surpreendente amor, parece que apenas uma "Pilita" se consegue intrometer entre estas duas pessoas...

Pilita Corrales, o nome da Diva que acompanhou o Presidente Duterte, na interpretação de tal melodia, dedicada ao Presidente Trump.

O amor, nas Filipinas, está no ar.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

A Madrinha Do Professor Marcelo!

 

Nunca pensei escrever isto:

Não lhe admito, Professor Marcelo!

Era o que faltava que falasse em meu nome num assunto desta sensibilidade, num misto de gravidade intrínseca do Ser versus a incredibilidade do pensamento, que se arrepia ao ouvir tais palavras.

Estava eu tranquilo da vida, num apoio intenso ao meu Presidente da República, numa admiração quase perfeita, de um reencontro com aquela Direita a que pertenço, quando sou confrontado com este gigantesco insulto:

"Maria Cavaco Silva é há mais de vinte anos, a Madrinha de todos os Portugueses."

Palavras ditas pelo actual Presidente da República e que me provocam uma imensa vontade de gritar:

Não!

Minha madrinha não é!

Eu permito que o Professor Marcelo enquanto Presidente de República, fale por mim nos mais variadíssimos assuntos, sejam eles a Soberania da Nação, a União Europeia, a influência de Portugal no mundo, se devemos ou não sair do Euro, se deveremos ou não invadir Marrocos...

Aceito tudo isso com gosto mas neste caso, com esta gravidade, nem pensar.

Aquela parolice, própria da Senhora em questão, sempre me irritou, aquele género omnipresente abanando a cabeça atrás do seu legitimo Esposo...

Abomino a palavra Esposo, mas não resisti, pois considero a neste caso, bem apropriada.

É Esposo, sim senhor!

Tudo em Maria Cavaco Silva me causa uma certa irritação, por isso pela primeira vez, desde há muito tempo, discordo imensamente do Professor Marcelo...

A quem com tanto carinho, chamo:

O meu Presidente da República.

Por fim, de todas as anteriores Primeiras-Damas, eleger Maria Cavaco Silva como Madrinha dos Portugueses, é no mínimo ridículo, pois mesmo que o critério seja o facto de estar viva, graças a Deus, ainda temos outra Primeira-Dama entre nós:

Manuela Eanes.

E convenhamos, neste caso, seria um  privilégio.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

Até Os Mortos Quiseram Ir À Web Summit!

 

A Web Summit marcou por estes dias, de maneira indelével, os discursos e as conversas, os media e as redes sociais, com uma agitação inerente a um evento desta dimensão.

Muitos resolveram cravar as suas parolas garras, não compreendendo um evento que através dos seus intervenientes, com palestras futuristas entre Humanos e Robôs ou através de temas importantes e decisivos, como as alterações climáticas ou as fake news, justificavam a tão destacada cobertura, assim como o excitamento sentido na Capital Portuguesa.

No entanto, como se isso não bastasse, até os mortos se quiseram juntar...

Não estamos a falar de mortos.

Estamos a falar de Mortos!

Mortos com letra grande, porque são os maiores da Nação, ou melhor alguns dos maiores, pois nem todos os maiores se encontram lá e nem todos os que por lá se encontram, são os maiores.

Bem...

Esta contestação boçalizada em torno de um jantar, é na minha modesta opinião, um certo egoísmo da parte de alguns hipócritas vivos, querendo retirar aos Mortos, mais uma vez com letra grande, o reencontro com alguns dos seus esquecidos gostos.

Eu se por acaso, tivesse o privilegio de ser um dos maiores, que não sou, nem serei, e estivesse ali no Panteão...

Esperem lá, para estar no Panteão, teria de morrer...

Lagarto, Lagarto, Lagarto!

Bem, se ali estivesse com Sophia, Garret, João de Deus, Carmona ou Aquilino, nada me faria mais sentido, do que este repasto, aos pés da minha tumba...

Ali perto.

Poder a minha triste alma,  sentir o rebuliço das gentes, apresentadas e aperaltadas, misturadas com o cheiro das carnes ou o tempero dos peixes, o cair do vinho, o evaporar de um copo de Whisky...

Como desejaria, mesmo tendo partido há muito, que me deixassem, de certa forma, participar nesta festa da Web Summit.

E atenção, que todos estes Mortos participaram como Voluntários, pois a renda do aluguer do espaço, vai certamente para os cofres do Estado, logo, para um sem fim de gastos Orçamentais.

Para terminar, meus caros amigos, dizer apenas que como é evidente estou a brincar um pouco com a situação, insólita e descabida, não venha por ai a Isabel Moreira aos saltos, gritando ao vento que aqui no Caneca de Letras, não se tem respeito pelos maiores da Nação.

Sou contra jantares no Panteão Nacional, pelo local em si, assim como sou contra qualquer tipo de aluguer deste espaço...

Considero que de todos os Monumentos Nacionais, que fazem parte dessa lista para aluguer e rentabilização, estes que servem de última morada,  para os nossos supostos Heróis, devem ser preservados a este tipo de negócio.

Posto isto, direi que tão culpado é o imbecil que se lembrou de incluir o Panteão Nacional nesta listagem, salvaguarde esta ou não, a possibilidade de rejeição por parte do Estado, como são incompetentes aqueles que após dois anos à frente de um Governo, ainda evocam a imbecilidade dos seus antecessores, para justificar a sua própria incompetência.

Os únicos que podem aqui ser ilibados, são os Mortos e o Paddy, sendo que este último até já pediu desculpa, por algo que na verdade, não tem culpa alguma.

E assim, até para o ano Web Summit, para mais um mundo de oportunidades e de criticas.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

Uma Semana De Encontros e Descobertas...

 

Encontros e palavras, sempre especiais, nesses momentos que parecem destinadamente imperfeitos, mas que estranhamente se transformam numa sentida vontade de conhecer o outro.

Num dia desta semana, estava eu sentado na esplanada da pastelaria Cinderela no Areeiro, a escrever mais um texto para o Caneca de Letras, quando um casal se sentou na mesa ao lado...

Na mão de um deles um maço de cigarros, um maço de Além-Mar.

Estou a deixar de fumar, mas quem resiste a um cigarro Açoriano?

Ainda para mais, quando está a beber um belo Jameson...

E assim aproveitando esse mítico nome, voámos literalmente por esse oceano até às terras Açorianas de São Miguel, local de onde vinha aquele casal que aqui estava a passar uns dias em Lisboa.

A conversa fluiu, as palavras ganharam liberdade e de um momento para o outro ali estávamos, três pessoas acabadas de se conhecer, parecendo amigos de uma vida...

Falámos de quase tudo, desde o meu receio de voar, até àquela desventurada luta para reduzir o tabaco deste meu amigo Micaelense, ou mesmo das quatro estações que podemos encontrar, num só dia Açoriano.

Os minutos passavam e chegava ao fim a nossa breve conversa, com um encontro marcado, neste texto aqui prometido.

Tão escasso tempo, tão agradável encontro.

Ontem fui ao Encontro Com Vinhos e Sabores, na antiga FIL da Junqueira, a convite da minha querida Tia Xandinha Jardim, que como sempre, me fez sentir especial e querido...

Obrigado, é sempre pouco para a tamanha estima e amizade.

Voei por entre aqueles corredores carregados de cheiros e sabores, de expositores e experts, de vinhos e mais vinhos.

Logo na entrada, deparei-me com o expositor do Continente, onde experimentei um surpreendente espumante, o Contemporal, marca que desconhecia, mas que para ser sincero, me pareceu bastante agradável...

Não é um Raposeira ou um Murganheira, mas surpreendeu-me.

No entanto, foi a simpatia do Paulo e da Maria, do Filipe e da Rita, que apesar de ter a máquina fotográfica ao pescoço, insistia em dizer que não era fotografa, foi essa simpatia que me conquistou.

Todos impecáveis, brindando-me com imensa paciência e atenção e sem nunca esquecer, aquele copo que mais tarde, voltaria a resgatar.

No expositor da Symington e Prats, região do Douro, tive a mais extraordinária experiência de toda a Feira, com uma explicação detalhada que me levou numa magnifica viagem por entre Chryseia e Post Scriptum, numa deliciosa aventura para o palato.

Por fim a minha perdição:

O desventurado encontro com os queijos e enchidos, encontro esse que me obrigou a sequestrar dois queijinhos do Monte da Vinha, um deles amanteigado e o outro curado e ainda um insuportável salpicão que atrevidamente insistia em sorrir para mim.

Obrigado a todos e que noite espectacular.

Hoje voltei ao Optometrista, o meu querido João Miraldes, para corrigir a graduação dos meus óculos, pois apesar de ter uns olhos esplendorosamente extraordinários, com uma capacidade de visão quase de Super-Herói, o João não me deixará mentir, as horas de escrita, os momentos passados diante do computador, vão se fazendo notar.

Para começar, somos ambos Sportinguistas e isso é logo meio caminho andado para que tudo corresse bem, excepto se a pessoa em causa, fosse o Bruno de Carvalho, depois pela gigantesca paciência do João para aguentar a minha hesitação, a constante dúvida que me fez repetir perguntas, ou pelo menos querer, vezes sem conta, repetir as respostas, enfim...

Enfim testar ao máximo, o meu amigo Optometrista.

João, aqui está o meu sincero Obrigado, enquanto espero ansiosamente que cheguem os meus óculos.

Um abraço a todos os que nesta semana me acompanharam, por entre encontros e descobertas.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

Gal Costa...

 

Tenho a Gal Costa a cantar perto de mim, muito perto de mim...

Não consegui ir ao concerto desta cantora, que invade as minhas memorias, as memorias daqueles que um dia me pertenceram, as memorias daqueles que desconhecendo, um dia me pertencerão.

Gal é tudo isso e muito mais.

Gal é Brasil e Portugal, Lusofonia e tempestade, sonho e intemporalidade, harmonia e desafio...

É um pedaço de Caetano e Bethânia, é parte de Simone e Jobim, é Vinicius e Drummond.

Gal Costa é Cazuza se despedindo das areias de Copacabana, é favela no Leblon ou o  Maracanã no calçadão...

Gal Costa é aquela voz que abraça o Brasil e o liberta pelo mundo, é o vento que esvoaçando se recorda do Lusitano grito, de seus Avós.

Tem no sangue esse Brasil intemporal, esse eterno Portugal, esse mar, essa chuva, esse oceano sem fim.

Tenho a Gal Costa a cantar perto de mim, muito perto de mim...

E o meu coração, timidamente, não pára de suspirar.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

Uma Lição De Tite, Num Brasil Brasileiro!

As imagens de Tite a defender Neymar, muito para além de serem ou não justificadas, são uma lição para alguns treinadores, de como se ganha um grupo, como se conquista um jogador, como se transforma um momento difícil, num outro capaz de diferenciar a atitude de alguém vital para o sucesso de todos.

Naquele instante, nesta Conferência de Imprensa, quem observar Neymar, a maneira como ternamente ele encosta a sua cabeça ao ombro do seu treinador, como um filho faria com um pai, entende que ali se fez magia...

Que naquele momento, Tite construiu algo maior.

Tite não apontou culpados, não criticou neymar de maneira gratuita, não identificou guiões mal interpretados ou bodes expiatórios...

O treinador do Brasil, chamou a si o direito de defender os seus, neste caso o seu Capitão, o seu melhor jogador.

Se o Brasil vencer o Campeonato do Mundo de 2018, é bom que todos se recordem desta Conferência de Imprensa...

Pois pode ter sido aqui que a Copa do Mundo, ficou mais perto desse Brasil Brasileiro.

 

 

Filipe vaz Correia

 

 

Alerta Taxistas: A Uber Quer Voar!

 

Para quem achava que a Web Summit não teria grande importância, aqui fica uma das mais relevantes revelações destes dias:

A Uber Air, experimentalmente em 2020 e plenamente a funcionar a partir de 2023.

Ora bem:

Não bastava aos taxistas, o facto destes tipos da Uber não pagarem o mesmo tipo de impostos, serem uma espécie de concorrência desleal, segundo os seus Sindicatos,  para ainda por cima, agora ameaçarem voar.

Não bastava o asseio dos carros, os motoristas engravatados, a rapidez e afabilidade, para agora os malandros quererem invadir os céus...

Em plena hora de ponta, hesitarão os clientes entre o eixo norte-sul ou o deslizar pelos céus de Lisboa?

Neste tipo de mundo tecnológico, é caso para dizer:

Qualquer dia, voar não será mais do que uma mera trivialidade corriqueira, com os céus pejados de mini veículos, cruzando incessantemente o horizonte.

O futuro a chegar e ninguém avisava os nossos Taxistas...

Ainda bem, que cá tivemos a Web Summit.

 

 

Filipe Vaz Correia

 

 

 

Anti-Populista Me Confesso...

 

Não suporto demagogos ou populistas, sempre os detestei...

Custa-me quando os sinto do meu lado, quando os vejo nas cores que sempre defendi, naquelas que sempre tive como minhas.

Infelizmente, actualmente, é assim na política, é assim no futebol, sendo que tenho mais esperança na parte política, pois no que concerne ao meu Sporting, provavelmente só me restará chorar, ao estilo da oposição Venezuelana.

Ontem assisti ao debate entre a Mariana Mortágua e o António Leitão Amaro, e sinceramente já pouco me espanta neste PSD de Passos Coelho, no entanto, assistir a uma indigna mistura de Pedrógão, Fronteiras, Legionella e Segurança Interna, é demais para a minha paciência...

É demais para qualquer tipo de seriedade argumentativa.

Esta maneira de fazer política é uma forma aberrante de descredibilizar os assuntos, misturando todos para criar uma sensação de gigantesco medo, que perturbando a sociedade, possa criar um desconforto emocional na população.

Não será isto que faz Maduro?

Ou outros que tais...

Tanto na política como no futebol, ou seja PSD e Sporting, tenho a sensação de estar permanentemente num comício Chavista.

Com Marta Soares ou Bruno de Carvalho, no meu Sporting, e estes Leitões Amaros, Hugos Soares ou os Abreu Amorins no meu PSD, resta-me esperar que um Rio possa inundar o Partido, resgatando-o de uma penumbra ultra-liberal populista, para onde foi atirado há alguns anos atrás.

Quanto ao populismo demagogo a que está votado o meu Sporting, não me parece que chegue um Rio para a tão ambicionada, por mim, mudança...

Ainda para mais, este populista tem a ajuda de Jesus.

E com apoios divinos, fica mais difícil.

 

 

Filipe Vaz Correia